Da Naza Barber Shop

Da Naza Barber Shop Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Da Naza Barber Shop, 11 de Novembro, Ondjiva.

24/11/2021

Pessoal

25/02/2019

Tera festa festa em breve mano f**a atentos

10/02/2019

Ola pessoal disculpa ai meu broh
Desde que criê o grupo nunca teveram 9dades do grupo jà jà vamos ter Novidades

21/04/2017

Com esta obra monumental, a Fundação Dr. António Agostinho Neto de Luanda coloca à disposição do público toda a documentação reunida pela polícia secreta portuguesa na perseguição constante que moveu ao militante nacionalista e dirigente angolano, Agostinho Neto, que conduziu o país à independência e se tornou o seu primeiro presidente da República. Daí a riqueza histórica excepcional destes cerca de 6000 documentos todos reproduzidos e publicados em fac-simile, abrangendo o período 1945-1975. Cremos não errar dizendo que é a primeira vez que um processo político é reproduzido integralmente, sobretudo com uma semelhante extensão e importância histórica

21/04/2017

Durante a sua dissertação, o prelector fez uma incursão histórica lembrando que desde o século XIX que já eram visíveis elementos de conexão que concorriam para a transmissão de ideias que reflectiam ao imaginário, levar sonhos e mobilizar vontades de cidadãos angolanos.

No acto, em que estiveram presentes políticos, historiadores, estudantes e figuras ligadas ao mundo das artes, Conceição Cristóvão afirmou que o “livro exercia o poder de influenciador” por via do conteúdo e da mensagem, determinando a mudança de certos comportamentos. Segundo o político, foi através destas mensagens e conteúdos que mobilizam e influenciaram muitos patriotas angolanos na tomada de decisão de se juntar à luta contra o colonialismo português, que culminou com a conquista da independência nacional, em 1975. Dirigindo-se ao minúsculo auditório da União dos Escritores Angolanos (UEA), que já reclama um espaço maior, Conceição Cristóvão sublinhou que a literatura, para além exercer o poder, é também “um contrapoder” quando utilizada em beneficio do bem, contrapondo-se às situações e posições erradas.

Depois de destacar o contributo da literatura na luta para o colonialismo até à proclamação da independência nacional, o orador afirmou que ela (a literatura) juntou-se a outros elementos de cultura da época, como foi a música, a pintura, a dança e outras formas de manifestação artísticas para ajudar a materializar o desejo mais alto do povo angolano: a sua libertação do jugo colonial. Apesar do período conturbado em que se vivia, entre os angolanos, despontaram-se jovens escritores da época, como Mário Pinto de Andrade, Viriato da Cruz, Artur Pestana (Pepetela), Agostinho Neto, Jorge Macedo, António Jacinto, Alfredo Troni e tantos outros. Estes, segundo o escritor, “com o seu saber souberam transmitir ideias de patriotismo que vieram a culminar com o alcance da independência nacional, 14 anos depois do início da luta armada.

20/04/2017

Mais produtivo do que tentar definir Literatura talvez seja encontrar um caminho para decidir o que torna um texto, em sentido lato, literário. A definição de literatura está comumente associada à ideia de estética, ou melhor, da ocorrência de algum procedimento estético. Entretanto, nem todo texto é literário, e quando consegue produzir um efeito estético provoca catarse, o efeito de definição aristotélica, no receptor. A própria natureza do caráter estético, contudo, reconduz à dificuldade de elaborar alguma definição verdadeiramente estável para o texto literário. Para simplif**ar, pode-se exemplif**ar através de uma comparação por oposição. Vamos opor o texto científico ao texto artístico: o texto científico emprega as palavras sem preocupação com a beleza, o efeito emocional. No texto artístico, ao contrário, essa será a preocupação maior do artista. É óbvio que também o escritor busca instruir, e perpassar ao leitor uma determinada ideia; mas, diferentemente do texto científico, o texto literário une essa instrução à necessidade estética que toda obra de arte exige. O texto científico emprega as palavras no seu sentido dicionarizado, denotativamente, enquanto o texto artístico busca empregar as palavras com liberdade, preferindo o seu sentido conotativo, figurado. O texto literário é, portanto, aquele que pretende emocionar e que, para isso, emprega a língua com liberdade e beleza, utilizando-se, muitas vezes, do sentido metafórico das palavras.

A compreensão do fenômeno literário tende a ser marcada por alguns sentidos, alguns marcados de forma mais enfática na história da cultura ocidental, outros diluídos entre os diversos usos que o termo assume nos circuitos de cada sistema literário particular.

Assim encontramos uma concepção "clássica", surgida durante o Iluminismo (que podemos chamar de "definição moderna clássica", que organiza e estabelece as bases de periodização usadas na estruturação do cânone ocidental); uma definição "romântica" (na qual a presença de uma intenção estética do próprio autor torna-se decisiva para essa caracterização); e, finalmente, uma concepção "crítica" (na qual as definições estáveis tornam-se passíveis de confronto, e a partir da qual se buscam modelos teóricos capazes de localizar o fenômeno literário e, apenas nesse movimento, "defini-lo"). Deixar a cargo do leitor individual a definição implica uma boa dose de subjetivismo, (postura identif**ada com a matriz romântica do conceito de "Literatura"); a menos que se queira ir às raias do solipsismo, encontrar-se-á alguma necessidade para um diálogo quanto a esta questão. Isto pode, entretanto, levar ao extremo oposto, de considerar como literatura apenas aquilo que é entendido como tal por toda a sociedade ou por parte dela, tida como autorizada à definição. Esta posição não só sufocaria a renovação na arte literária, como também limitaria excessivamente o corpus já reconhecido.

De qualquer forma, destas três fontes (a "clássica", a "romântica" e a "crítica") surgem conceitos de literatura, cuja pluralidade não impede de prosseguir a classif**ações de gênero e exposição de autores e obras.

20/04/2017

A Literatura é a arte de compor e expor escritos artísticos, em prosa ou em verso, de acordo com princípios teóricos e práticos; o exercício dessa arte ou da eloquência e poesia.[1]

A palavra Literatura vem do latim "litteris" que signif**a "Letras", e possivelmente uma tradução do grego "grammatikee". Em latim, literatura signif**a uma instrução ou um conjunto de saberes ou habilidades de escrever e ler bem, e se relaciona com as artes da gramática, da retórica e da poética. Por extensão, se refere especif**amente à arte ou ofício de escrever de forma artística. O termo Literatura também é usado como referência a um corpo ou um conjunto escolhido de textos como, por exemplo a literatura portuguesa, a literatura espanhola, a literatura inglesa, a literatura brasileira, a literatura japonesa, etc.

20/04/2017

Com esta obra monumental, a Fundação Dr. António Agostinho Neto de Luanda coloca à disposição do público toda a documentação reunida pela polícia secreta portuguesa na perseguição constante que moveu ao militante nacionalista e dirigente angolano, Agostinho Neto, que conduziu o país à independência e se tornou o seu primeiro presidente da República. Daí a riqueza histórica excepcional destes cerca de 6000 documentos todos reproduzidos e publicados em fac-simile, abrangendo o período 1945-1975. Cremos não errar dizendo que é a primeira vez que um processo político é reproduzido integralmente, sobretudo com uma semelhante extensão e importância histórica. Eugénia Neto e Irene Neto, coordenadoras da edição, dotaram a edição de outros documentos, separando a apresentação dos fac-simile ano a ano por um resumo dos principais acontecimentos do período, ilustrado de fotografias (constituindo na totalidade um álbum fotográfico imenso), acrescido de mapas, cronologias e índices, tornando esta obra um documento de alta importância no meio cultural angolano e internacional.

Todavia, destaca-se, entre estes elementos complementares da edição, sobretudo o estudo biográfico que surge em introdução, da autoria de São Vicente, intitulado “Agostinho Neto e a Liderança da Luta pela Independência de Angola 1945-1975”, que ocupa as páginas 7 a 474. De modo sereno e objectivo, interpreta, apoiando-se nos documentos, o papel desempenhado por Agostinho Neto de modo cronológico, ao logo dessa trintena de anos cheia de lutas e de acontecimentos decisivos, por vezes trágicos, que exigiram escolhas ou criaram clivagens. Aí tem lugar a salvaguarda que Eugénia Neto, muito precaucionosamente, insere na Apresentação desta obra, uma vez que esta se refere à história recente: «o objectivo da sua publicação não será o de interferir de forma traumática na vida das pessoas mas de nos apropriarmos da nossa história e trazê-la ao conhecimento das novas gerações».

Ao percorrer-se esta sucessão de relatórios de denúncia – o primeiro documento é um relatório-denúncia da Legião Portuguesa de Coimbra de 11.07.1949 – de pedidos secretos de informação, de correspondência apreendida ou enviada, autos, mandados de prisão, processos, como o dos 50, de requerimentos de cópias de escutas, etc., na sua maior parte, documentos oficiais confidenciais – revela-se um universo desconhecido para muitos portugueses e angolanos, e por diversos motivos, insuspeitável e, a bem dizer, inacreditável. Por outro lado, afirma-se a fibra de uma personalidade que desde que entrou para a Universidade teve de combater constantemente contra um inimigo poderosíssimo, que dia a dia o espiava e se atravessava na sua vida e na sua carreira, impedindo-o de se realizar enquanto médico e enquanto cidadão amante do seu povo e implicado no seu destino em liberdade.

Através de organizações que criou ou integrou a sua luta tornou-se nacional. Finalmente, aparece, através duma fresta obscura, por vezes sinistra, «a história de Angola e de Portugal aqui vindas à luz do dia, mostrando-nos qual foi a luta do Povo angolano para recuperar a sua liberdade e a luta fascista do regime colonial para não perder as suas colónias», como diz Eugénia Neto. E a presidente da Fundação A. Agostinho Neto, acrescenta, dirigindo-se mais propriamente aos angolanos, grande nação de larga complexidade étnico-cultural: «É também uma ocasião ímpar para se esclarecerem alguns factos ocorridos há mais de 60 anos na vida de António Agostinho Neto e seguir o seu percurso, e o de muitos que o acompanharam, até 1974.»

À figura de Agostinho Neto Latitudes consagrou o nº especial 41-42 de Janeiro de 2012, e a sua grandeza exige ser integrada nesse período áureo das lutas de libertação nacional dos povos africanos, onde desempenhou o papel de principal líder angolano. Para levar todo um povo e um país de grande projecção à independência nacional, às qualidades individuais juntaram-se as de aglutinador de capacidades e de meios. O seu trajecto político, até 1975, pode dividir-se em duas fases: a portuguesa de 1949 a 1961 e a posterior no exílio, à frente do MPLA até à independência de Angola.

Em Portugal, Agostinho Neto soube integrar a sua postura de cidadão interveniente, na acção de colectivos (MUD Juvenil, P*P, e em diversos organismos de africanos (Clube Marítimo, Casa de Estudantes do Império -CEI, etc.) que tornaram menos destruidor o assédio constante da PIDE com as sucessivas prisões (1952, 1955, 1960 e 1961) e o desterro em Cabo Verde (1960-1961), durante um período de formação política e de organização dos jovens intelectuais angolanos. E foi numa intrépida fuga clandestina num pequeno barco de recreio de Lisboa até Marrocos, pilotado por arrojados militantes do partido comunista português, que o jovem médico e a esposa com as filhas nos braços, aportaram a Tanger, e se libertaram desses esbirros a mando do ditador Salazar, em 30 de Junho de 1962 (ver o vol. 2 da presente edição). A conquista da sua liberdade acha-se assim ligada a uma das mais marcantes e intrépidas acções empreendidas pela resistência ao totalitarismo salazarista.

Chegado a África com o título de presidente honorário do Movimento de Libertação de Angola novas e árduas tarefas o esperam para organizar a luta armada, entretanto desencadeada no interior do país, ao mesmo tempo que viaja e conquista mais apoio internacional à causa angolana. Os volumes 2 a 5 dão conta como as autoridades colonialistas portuguesas seguiram, dia a dia até serem derrubadas do poder, em 1974, toda a sua movimentação, procurando torpedeá-la, e opondo-se à sua acção, quer nos organismos internacionais, quer no terreno de guerra, quer ainda lançando a discórdia entre militantes e os diferentes sectores de opinião e os grupos de nacionalistas. O volume 4, por exemplo, insere documentação dos anos 1971 e 1972, e refere em 1971 que a UNITA atacou o MPLA no Leste !, que a URSS cessou a ajuda; a OUA deixou de reconhecer o GRAE, mas noticia também a ida de Agostinho Neto à China e à Coreia do Norte. À PIDE chegavam informações de agentes colocados em diversas cidades africanas sobre estas movimentações. Outros documentos são recolhidos pelo exército colonialista em campanhas no terreno, inclusivamente através de interrogatórios. A polícia secreta portuguesa executou vários dirigentes africanos, através de atentados, como o moçambicano Eduardo Mondlane e Amílcar Cabral; a Agostinho Neto procurou igualmente uma ocasião susceptível de eliminação física, como deixam entender as tentativas de antecipar as informações acerca das suas deslocações, que se acham minuciosamente registadas em vários documentos remetidos por espias.

Não se trata pois de um processo vulgar. Ao contrário, a documentação agora publicada emana em grande número de organismos dum Estado que se encontrava em perseguição dum líder temível dum movimento nacional que desencadeou a luta armada de libertação nacional, reconhecida internacionalmente. Daí que a documentação agora revelada apresente uma importância excepcional, no plano do esclarecimento histórico em geral, dos métodos aplicados pelos serviços secretos portugueses, e do condicionalismo a que o dirigente angolano e a direcção do MPLA estavam submetidos, para escapar à perseguição. Na fase africana, toma-se conhecimento dum vasto painel das actividades do MPLA, e de alguns dos seus dirigentes, dentro e fora de Angola, e das formas de luta desencadeada pelo povo angolano. Enquanto as assinaturas de autores de documentos oficiais ou não e de alguns informadores revelam, do ponto de vista individual, as opções tomadas.

As organizadoras desta notável edição, dirigentes da Fundação A. Agostinho Neto e ao mesmo tempo familiares do líder angolano, destacam a parceria que estabeleceram com os Arquivos Nacionais da Torre do Tombo de Lisboa para levar a efeito a reprodução destes documentos existentes no seu arquivo. Fruto duma inteligente e arrojada decisão, esta publicação dos arquivos do processo do Dr. Agostinho Neto, dando corpo documental público ao trajecto político do fundador da independência, que soube rodear-se de outros fiéis combatentes, a exemplo da sua alta personalidade, de homem tolerante, humanista e hábil político, não pode deixar de constituir uma forte arma de afirmação da identidade cultural de Angola.



* Agostinho Neto e a Libertação de Angola, 1949-1974, Arquivos da PIDE-DGS, coordenação de Maria Eugénia Neto e Irene Neto, Luanda, Fundação Dr. António Agostinho Neto, 5 vols., 2012. Em in-quarto, cada volume encerra cerca de 950 páginas, incluindo numerosas fotografias em cada volume.



Daniel Lacerda

20/04/2017

“O Papel da Literatura na Luta de Libertação Nacional” foi o tema da Maka à Quarta-feira desta semana na União dos Escritores Angolanos (UEA) em que foi orador o político e escritor Conceição Luís Cristóvão.

Durante a sua dissertação, o prelector fez uma incursão histórica lembrando que desde o século XIX que já eram visíveis elementos de conexão que concorriam para a transmissão de ideias que reflectiam ao imaginário, levar sonhos e mobilizar vontades de cidadãos angolanos.

No acto, em que estiveram presentes políticos, historiadores, estudantes e figuras ligadas ao mundo das artes, Conceição Cristóvão afirmou que o “livro exercia o poder de influenciador” por via do conteúdo e da mensagem, determinando a mudança de certos comportamentos. Segundo o político, foi através destas mensagens e conteúdos que mobilizam e influenciaram muitos patriotas angolanos na tomada de decisão de se juntar à luta contra o colonialismo português, que culminou com a conquista da independência nacional, em 1975. Dirigindo-se ao minúsculo auditório da União dos Escritores Angolanos (UEA), que já reclama um espaço maior, Conceição Cristóvão sublinhou que a literatura, para além exercer o poder, é também “um contrapoder” quando utilizada em beneficio do bem, contrapondo-se às situações e posições erradas.

Depois de destacar o contributo da literatura na luta para o colonialismo até à proclamação da independência nacional, o orador afirmou que ela (a literatura) juntou-se a outros elementos de cultura da época, como foi a música, a pintura, a dança e outras formas de manifestação artísticas para ajudar a materializar o desejo mais alto do povo angolano: a sua libertação do jugo colonial. Apesar do período conturbado em que se vivia, entre os angolanos, despontaram-se jovens escritores da época, como Mário Pinto de Andrade, Viriato da Cruz, Artur Pestana (Pepetela), Agostinho Neto, Jorge Macedo, António Jacinto, Alfredo Troni e tantos outros. Estes, segundo o escritor, “com o seu saber souberam transmitir ideias de patriotismo que vieram a culminar com o alcance da independência nacional, 14 anos depois do início da luta armada.

Endereço

11 De Novembro
Ondjiva

Telefone

+244925579965

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Da Naza Barber Shop publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar