27/01/2021
Antes de comprar um novo produto, escolha primeiro o tipo de colchão de sua preferência: de espuma, molas, látex ou de água. Depois, a densidade (no caso de colchões de espuma), que varia conforme o seu peso e altura. Estes são os únicos itens que devem ser observados.
Não caia nas promessas de colchões terapêuticos, cada vez mais comuns no mercado. Nesta linha, há modelos magnéticos, com infra vermelho e os que oferecem “tratamentos quânticos”. No entanto, não há estudo científico que comprove os seus benefícios.
Os colchões com molas de aço, por exemplo, têm elasticidade, firmeza e boa ventilação. Neste aspecto, eles ganham dos de espuma, pois são mais adequados para quem transpira muito ou vive em regiões quentes. Agora, se você tiver alergias ou asma, um colchão de espuma ou látex é a melhor opção.
Colchão
Os sistemas de molas bicônicas e de molas independentes (ensacadas) permitem definir zonas ergonômicas. Já com as molas sem-fim, isso não é possível. Nos modelos de molas ensacadas, não há transmissão de movimento entre molas. Isso os torna muito confortáveis, sobretudo se a pessoa que dorme com você se mexe muito.
Veja abaixo mais características de cada tipo de colchão:
Espuma – Tem bom isolamento térmico, o que é bom no inverno, mas não tanto no verão. Esse tipo se adapta tanto a estrados de madeira perfurada e de ripas (mais rígidos) quanto de molas (mais suaves). A elasticidade e a firmeza desse tipo dependem da densidade da espuma e do ar injetado nas suas células, em poliuretano ou poliéster.
Vale destacar que alguns fabricantes oferecem aos consumidores uma capa, que estabiliza a temperatura corporal e, com isso, garante maior durabilidade do colchão.
Molas – Tem melhor ventilação do que os de espuma e os de látex. Por isso, é mais indicado para quem transpira muito ou vive em regiões quentes. É importante lembrar que existe sempre o risco de as molas se partirem ou perderem elasticidade, provocando deformações. Além disso, é inevitável que percam altura com o tempo de uso.