DUKE PET CWB

DUKE PET CWB Sejam muito bem vindos a DUKE PET !!!

16/08/2014
05/08/2014

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31/07/2014

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30/07/2014

Cat Park..!

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29/07/2014

FICO ASSIM, TRISTE SEM VOCÊ...

Ele late sem parar, destrói objetos, urina e defeca por toda a casa. Para um cachorro que sofre com a síndrome de ansiedade de separação, ficar longe do dono é a pior coisa do mundo.

Os vizinhos reclamam da sinfonia de latidos regida por seu cachorro quando você não está em casa? O cão destrói seus objetos pessoais ao ficar sozinho? Esse tipo de comportamento denuncia a síndrome de ansiedade de separação em animais, a Sasa. Um recente estudo publicado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, a UFRRJ, aponta que mais da metade do público canino sofre com o distúrbio, que é marcado por estripulias inadequadas, sobretudo nos momentos em que o dono se ausenta.

As manifestações mais frequentes são latidos, choros e uivos incessantes. Essa turma do barulho totaliza 53,8% dos casos. Os amigos de quatro patas que detonam o que veem pela frente respondem por 46,1% das ocorrências. Por fim, 34,6% desses cães são considerados depressivos pra valer. O bicho, diga-se, pode apresentar esses quadros simultaneamente, além de defecar e urinar em todos os cantos. O analista comportamental de cães Dennis Martin, de São Paulo, explica que essa é a forma que o animal encontra para explicitar que não está bem. "A síndrome surge de diversas maneiras", diz Martin.

Quem demonstra para o pet que, por algum motivo, vai sair de casa contribui adoidado para o desenvolvimento da Sasa. "Isso deixa o cachorro nervoso e inseguro", complementa Martin. O veterinário Mauro Lantzman, também especialista em comportamento animal na capital paulista, chama a atenção para o temor do desconhecido: "Alguns cães têm medo de ficar sem a proteção do dono".
Aprenda, abaixo, como lidar com a síndrome:

OITO ATITUDES QUE AJUDAM A EVITAR O PROBLEMA

1 - O cachorro deve ser ensinado, desde pequeno, a ficar sozinho por períodos prolongados. Isso o ajuda a se tornar independente.

2 - Também eduque-o desde filhote para ser sociável com todos que frequentam seu ambiente.

3 - Tenha atitudes naturais ao entrar e sair de casa. Não tente consolar o animal ao deixá-lo sozinho nem faça aquela festa ao retornar.

4 - Interagir constantemente com seu cão reduz o risco de ele ter a Sasa. Escove os pelos dele, brinque e leve-o para passear.

5 - Se a sua rotina vai sofrer mudanças previsíveis, como alterações nos horários, habitue o animal à nova situação de forma gradual.

6 - Caso o cachorro não pare de pular e latir, não lhe dê atenção, porque isso estimula comportamentos errados.

7- Se você acha que o bicho já manifestou algum dos comportamentos descritos acima, deve levá-lo a um especialista. Ansiolíticos de uso veterinário podem ser indicados no tratamento.

8 - Por fim, se ele já tiver desenvolvido a síndrome, tente mudar seu jeito de interagir. Aos poucos, procure acostumá-lo a ficar sozinho.

MANOEL GOMES

Fonte : Revista Saúde

23/07/2014
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19/07/2014

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18/07/2014

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Quem não conhece este antigo super herói com seu lobo Diabo (Devil em inglês e Capeto no Brasil)
29/06/2014

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