16/08/2026
Intuição não substitui dados. Mas, em muitos momentos, ela chega antes deles.
Na liderança, aprendi que nem toda decisão estratégica vem acompanhada de todas as respostas. Algumas exigem leitura de cenário, experiência, percepção de pessoas e coragem para agir antes que a oportunidade passe.
Isso vale para contratar, formar alianças, escolher parceiros e, principalmente, fazer negócios.
Os dados reduzem riscos. A análise dá consistência. Mas o repertório construído ao longo da carreira também cria algo difícil de colocar em uma planilha: a capacidade de perceber sinais antes que eles se tornem evidentes.
Para mim, liderança estratégica também passa por isso: saber quando aprofundar a análise e quando confiar no próprio julgamento.
Porque, muitas vezes, os melhores negócios não acontecem quando todas as certezas chegam.
Acontecem quando alguém percebe antes.