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24/01/2026
23/10/2025
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29/05/2025

Criação de um móvel TV em pladur, mais um cliente satisfeito.
Soluções para personalizar a sua casa.
Contacte-nos para mais informações: 969 896 768

Antes e depois: remodelação de uma escada de acesso.Efetuamos serviços de pinturas, remodelações, canalização, eletricid...
03/02/2025

Antes e depois: remodelação de uma escada de acesso.

Efetuamos serviços de pinturas, remodelações, canalização, eletricidade e ladrilhos. Remodelações gerais de casas, escritórios e espaços comerciais.

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22/07/2024

🔥 Sobre um dos muitos temas que vamos abordar nos nossos workshops ao longo desta próxima semana em Lisboa: as famosas "birras" e "teimosias". Deixo-te uma reflexão sobre isso. ❤

👉 Já pensaste porque é que reages com uma irritação tão profunda a uma birra da tua criança?

Numa "birra", a tua criança está a mostrar as emoções dela, e com isso, também a dizer abertamente (e de forma substancialmente aparatosa em muitas das vezes) aquilo que precisa (mas não diretamente). Sim, lembras-te que já te tinha contado que o comportamento é sempre, mas sempre, uma expressão de necessidades?

Muitas vezes isso pode chocar de frente com as necessidades que tu mesma/o tens nesse momento e que também precisas que sejam atendidas. E é aí mesmo que pode acontecer que tu. . . te passes.
Como se sentisses que a criança te está a desafiar, a faltar ao respeito, a marimbar-se para o que tu precisas.

Mas ela apenas está a mostrar o que sente e precisa também. E é aí que eu quero que tu prestes atenção: ela não está a fazer aquele escarcéu de propósito ou por egoísmo. Ela está apenas a mostrar da maneira que sabe por agora, que algo se passa do lado dela também e que precisa de ti para a ajudares a deslindar a situação.

A "birra" é uma demonstração de necessidades. Aquele escarcéu monumental é uma explosão de emoções que ela faz junto de ti pois conta com a tua segurança e amor para a acolheres e ajudares (pensares por esta prespetiva mudou as coisas, não mudou?).

🌸E talvez isso a ti não tenha sido permitido;

🌸Talvez não tenhas sido escutada quando precisavas;

🌸Talvez não tenham reconhecido os teus sentimentos como válidos, ou tenham feito tábua rasa do que tu dizias.

E talvez assim, essa dor te tenha ficado guardada no coração.
E ao reviveres na tua frente essa situação- uma criança tal como tu foste- se ative em ti toda essa dor. Se ative a necessidade de ter a tua voz e a tua necessidade respeitada. Pois na tua altura, foi isso que te foi recusado.

Isso tornar-se-á o filtro com que vais ver a "birra" dos teus seres pequeninos: "Vais obedecer-me já porque eu preciso que assim seja e ponto! E agora que já ninguém me passa por cima, tu também não o farás, e eu preciso disso! Comigo também foi assim e estou aqui!" É a voz da tua revolta a tentar justificar manter o padrão.

🌸 Acontece que aquele ser pequenino que está na tua frente não te quer desafiar- tal como tu também não quiseste;

🌸 Acontece que aquele ser pequenino que está na tua frente não te quer testar os limites- tal como tu também não quiseste;

🌸 Acontece que aquele ser pequenino que está na tua frente não quer estragar o teu dia- tal como tu também não quiseste;

🌸 Acontece que aquele ser pequenino que está na tua frente não quer sobrepor-se à tua autoridade- tal como tu também não quiseste.

🎯 . . . porque. . . 🎯

🌟 O teu ser pequenino só quer que entendas o que ele sente- tal como tu querias;

🌟 O teu ser pequenino só quer que lhe assegures que o amas de igual forma, seja em que situação seja- tal como tu querias;

🌟 O teu ser pequenino só quer que o ajudes a lidar com o que ainda não conhece de si, dos outros e do mundo- tal como tu querias.

O teu ser pequenino não quer fazer birra- tal como tu também só querias ser compreendida.

Bora honrar a ambos e quebrar o ciclo, meus amores? Pode ser difícil sim, mas vale tanto!
Tem coragem.

17/01/2023

Em dias que não tenhas propriamente muitos recursos (por recursos refiro-me a todas as capacidades pessoais das quais podes fazer uso na tua relação com os teus seres pequeninos, sejam: paciência, compreensão, flexibilidade, segurança, atenção, equilíbrio, motivação, concentração, etc), acolhe-te, como acolherias a tua criança se ela se tivesse aleijado e te viesse pedir ajuda.

▫️Há dias em que já deste tudo o que podias, e está tudo certo.
▫️Deste tudo porque te dedicaste a algo que te era também necessário e importante.
▫️Fizeste uso do teu bom senso para reconheceres que "isto hoje já não dá para mais". E respeitaste-te a esse ponto, para saberes parar.

E o não teres recursos para mais pode significar que o teu cérebro não vai saber lidar com o que quer que normalmente exige que disponhas desses recursos e isso pode criar choques em casa, visto que as tuas necessidades no momento (parar, acima de tudo, do tipo "façam o favor de esquecerem que eu existo por umas horinhas, que eu vou ali desmaiar e já volto") e as que se mantêm ao teu redor, pedem a tua presença.

Aí, com todo o amor, mostra como te sentes e diz de forma clara o que precisas, a quem te rodeia, sejam os teus seres pequeninos (que acredita, querem mais do que tudo poder ajudar-te, é-lhes natural. E vão sentir-se super valorizados e crescidos por lhes reconheceres capacidade de te ajudarem) ou ao teu/tua companheiro/a (porque o mesmo se aplica em relações amorosas).

Muitos mal entendidos surgem porque não fazemos isto: assumir como nos estamos a sentir, e pedir claramente aquilo que estamos a precisar.
Esperamos que seja tão óbvio que os outros adivinham. Mas meus amores, isso não vai suceder. E depois ficamos cheteadissimos porque "nunca fazem/ vêem/ querem saber de nada!". Verdade?

Repara, na verdade, sabes que apenas tu tens noção de como estás, e do que necessitas. Então, cabe-te a ti comunicar, para permitires tanto a ação do outro para contigo, como permitires assim a satisfação da tua necessidade. É a tua responsabilidade pessoal e o teu auto-respeito a funcionar.

Põe em prática ainda hoje.
E prepara-te para ficares embasbacada/o com os resultados.

28/12/2022

Hoje senti-me angustiada e momentaneamente perdida, porque me dei conta que estava a ir contra algo que eu acredito e ensino (meus amores, tenho que vos pedir hoje uma coisa: eu sei que este texto é grande, mas é de autêntica utilidade pública ler até ao fim. Vão por mim).

Precisava de escolher uma coisa para a minha pequena, e que como era para ela usar, teria logicamente de ser, acima de tudo, ao gosto dela.

Das 5 opções disponíveis (3 escolhidas por ela, 2 sugeridas por mim), 1 ficou fora logo que foi experimentada, e depois pedi-lhe que selecionasse entre um par delas, e depois o outro, para no fim apenas restarem os que mais gostou dos dois pares, e aí ela decidiria.
Chegadas a esses dois últimos para decisão final (um dos que ela tinha gostado, e outro um dos que tinha sido eu a sugerir e que ela aprovou quando fez a seleção), ela escolheu a opção dela.

Mas a opção dela, embora giros, tinham dois inconvenientes práticos, e que eu como adulta, sabia que iriam condicionar o uso que ela precisava fazer daquilo.

Fiz “pressão” para que ela escolhesse a opção que eu achava mais aconselhável, mas ela efetivamente mostrou que queria a outra… E eu fiquei com o coração do tamanho de uma ervilha, ao perceber que estava a querer deliberadamente condicionar a escolha dela, em algo que era mesmo relevante ser uma escolha sua.

É verdade que hoje eu estava mais emocional por motivos que nada tinham que ver com aquilo. E também a acusar algum stress por motivos de trabalho. E isso ajudou a sentir-me mais fragilizada ao me aperceber deste dilema. (Mais alguém se reconhece no comum do dia a dia?)

Lá acabei por respirar fundo, e centrar-me em qual era a minha intenção- e isso fez toda a diferença, e como tal, possibilitou conseguir ficar mais tranquila.

Quais os aspetos em que pensei? Foram estes:
💠 Identifiquei claramente qual o motivo do meu incómodo: senti-me uma fraude ao estar a agir de uma forma que ia contra aquilo que defendia na parentalidade. Senti-me péssima por estar a “manipular” a escolha para que ela se decidisse pela minha;

💠 Identifiquei mais obstáculos que me estavam a agitar: eu estava pressionada para tratar daquele assunto essa tarde mesmo, e para ajudar à festa, tinha a funcionária a olhar para mim à espera (e que justiça seja feita, foi um absoluto amor com a minha pequena, fiquei-lhe grata do fundo do coração);

💠 Tomei consciência do que era ali a prioridade: o bem-estar e conforto na utilização prática- e viável diariamente

E tomar consciência disto tudo, desta forma, permitiu-me ser honesta e transparente com a minha pequena: disse-lhe que queria mesmo honrar a escolha dela, mas que via os inconvenientes x e y na escolha dela.

Aí, ela olhou para mim e pediu-me que fosse eu a escolher. Eu reforcei que a escolha correta era aquela, mas que não me sentia bem de a obrigar a ela, mas que de facto, sabia que a médio-longo prazo, seria aquilo que ia resultar para o que ela precisava. E perguntei o que ela achava.

E ela concordou com a minha escolha, porque a compreendeu. Teve metade de escolha inicial dela, e no desempate, teve a parte lógica ajudada por mim.

Podia não ter sido assim, ela podia ter ficado na mesma escolha que tinha tido inicialmente. E era isso que me estava a deixar ansiosa, enquanto ela me olhava para tomar a sua decisão.

Mas foi nesse momento, que após ter feito este raciocínio e me ter acolhido a mim mesma na ansiedade que senti, que tive a minha resposta: era verdade que há que honrar as escolhas deles, e respeitá-las como tal (da mesma forma que queremos ver as nossas respeitadas, e pelos mesmos motivos). Mas é igualmente verdade que há coisas que são da responsabilidade dos adultos, pois envolvem considerações que os mais pequenos ainda não têm capacidade de avaliar por si mesmos.

Aí, há que lhes mostrar isso mesmo, com um amor firme na opção escolhida. E sempre com abertura total. E sem sentimentos de culpa- pois não fazem qualquer sentido. Sempre que estes quiserem aparecer, ou indecisões te vierem dizer olá também, usa isto como bússula: a tua intenção, e a demostração do teu amor aos teus seres pequeninos.

Porque na Transparência aliada ao Amor, nunca ficam quaisquer equívocos.

Para tardes confortáveis que mantêm o frio lá fora, acompanhadas de um chá bem quentinho 🥰 Quem alinha?
07/12/2022

Para tardes confortáveis que mantêm o frio lá fora, acompanhadas de um chá bem quentinho 🥰
Quem alinha?







Diz-me o que procuras, digo-te onde encontrar 😉🔎 Quadros? 🔎 Bibelots?🔎 Conjuntos de café e de chá? 🔎 Jarras?🔎 Pratos de ...
05/12/2022

Diz-me o que procuras, digo-te onde encontrar 😉
🔎 Quadros?
🔎 Bibelots?
🔎 Conjuntos de café e de chá?
🔎 Jarras?
🔎 Pratos de parede?
🔎 Conjuntos de copos?
🔎 Serviços de loiça?

Acham na Faruk Store, ora pois claro!!
Todas as prendas, num só lugar!
Venha visitar-nos!
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