Prateleira-de-baixo

Prateleira-de-baixo Em www.prateleiradebaixo.com estão livros infantis escolhidos a dedo por Sara Amado. Desde 2009. Nasceu em Lisboa (há 45 anos), cidade onde vive.

Sara Amado é mãe (há 16 anos), arquiteta (há 22 anos) e dá aulas de desenho (há 14 anos).

E, como já tinha dito, tenho estado por fora (e a gostar de estar) do instagram. O peso entre o positivo e o negativo da...
30/01/2026

E, como já tinha dito, tenho estado por fora (e a gostar de estar) do instagram. O peso entre o positivo e o negativo da coisa pende claramente para o segundo.
O tempo é demasiado precioso e as pessoas são demasiado importantes — e precisam de tempo.
Os algoritmos são sempre chatos, às vezes úteis. Perseguem-nos, mas também nos deixamos perseguir.
Não quero este tudo-todo-a-toda-a-hora. Vou perder coisas, claro, mas sei que vou ganhar outras mais importantes.
Não quero esta rede, que tem muito peso a puxar para baixo e para fora do que interessa.
Quero os livros na mesma. O tempo de os buscar, de os receber, de os ler, de os pensar, de os associar a isto ou aquilo, de os partilhar.
O fim de janeiro parece-me uma boa altura para fechar esta janela e continuar a abrir livros.
Continuo no Blogger, como sempre, e no Substack, por agora.
Até lá

Para colorir, na  Muitas vezes, depois da perplexidade, somos assaltados pela fúria ou pela neura, pela raiva ou pelo té...
30/01/2026

Para colorir, na

Muitas vezes, depois da perplexidade, somos assaltados pela fúria ou pela neura, pela raiva ou pelo tédio, pela impaciência ou pela desistência. E há tanto com que ficar perplexo à nossa volta, que, com toda a certeza, havemos de cair numa ou noutra coisa.
De qualquer maneira, há que saber dar a volta ao assunto, pelo que o os livros que juntei hoje, são pequenas histórias de quase nada, mas que abordam precisamente, e com precisão, estas questões.

Texto completo na bio

Fora da ordem, na   de baixoHá livros que são assim, ser ser assim. Ou seja, livros que parecem ser um “tipo de livro”, ...
23/01/2026

Fora da ordem, na de baixo

Há livros que são assim, ser ser assim. Ou seja, livros que parecem ser um “tipo de livro”, e são-no, mas são também uma outra coisa. São mais. São fora da ordem.

Fora da ordem é onde estamos hoje no mundo, por isso, para hoje, arranjei também dois livros fora. Livros que reconfiguram a ordem. Haja esperança.

Link na bio

sim&não, na prateleira-de-baixoPara o dia de reflexão e domingo de eleição, junto hoje dois livros: do sim e do não.Porq...
16/01/2026

sim&não, na prateleira-de-baixo

Para o dia de reflexão e domingo de eleição, junto hoje dois livros: do sim e do não.
Porque quando dizemos sim a alguma coisa, estamos a dizer não a outra, e vice-versa. São como duas faces da mesma moeda e não dois polos distantes.

Uma eleição não é um referendo, mas, em certa medida, estamos também, com o voto, a dizer sim a muitas coisas e não a outras tantas.

O sim e o não fizeram e fazem revoluções. Dão força a ideias e mudam o mundo. Tal como o voto.

Ilustrado pelo mestre Serge Bloch, este A história do não é uma pesquisa e reflexão histórica exatamente sobre o não, a sua importância e o seu reverso.
(…)
Malko e o papá é também um livro sobre o o não (e o sim).

Uma crua carta de amor de um pai para um filho, este álbum é o escancarar franco de um coração humano, com todas as suas fragilidades e forças, sem um pingo de lamechice. De um pai que passa de um não, redondo e fechado para um sim, feliz e aberto.
(…)

link na bio

As perguntas são como cerejas, na    “Talvez influenciada pelo pequeno curso de ética que fiz recentemente, esta semana ...
12/06/2025

As perguntas são como cerejas, na
“Talvez influenciada pelo pequeno curso de ética que fiz recentemente, esta semana volto a trazer um par de livros que faz perguntas e procura respostas. O tema é nada mais nada menos do que a Humanidade.

Um, de abordagem científica, mas estruturado em diálogo do tipo filosófico; o outro, em modo compêndio sobre humanos, e elaborado por extraterrestres.”

Link na bio

Uma pergunta e uma exclamação, na   Como a Liberdade continua (sempre!) na ordem do dia, os livros que aqui ia pôr a pro...
20/05/2025

Uma pergunta e uma exclamação, na

Como a Liberdade continua (sempre!) na ordem do dia, os livros que aqui ia pôr a propósito do 25 de abril e que achei que assentavam bem para o fim de semana de eleições, chegam ainda mais atrasados, no rescaldo — mas mais pertinentes do que nunca.

É mais um par da coleção Missão Democracia, da Assembleia da República: o Tu és livre?, que é uma pergunta e o Sempre!, que é uma exclamação. Quase como se um fizesse a pergunta e o outro a respondesse.

Ana Pessoa e Rita Taborda Duarte, conduzem-nos por uma linha de pensamento, num, e por uma memória, noutro. São ambos livros construídos de dentro para fora.

Mariana Malhão e Madalena Matoso, com linguagens gráficas muito diferentes, aproximam-se (para lá das quatro inicias partilhadas) na explosão de cores com que pintam estes pensamentos e estas memórias. Por vezes os fundos escurecem, como no mundo fora das páginas dos livros e como os pensamentos e as memórias.

Na Páscoa estive mais tempo com os meus sobrinhos pequenos e lembrei-me de que como, em crianças, temos a liberdade tão condicionada diretamente pelo mando de outros — ao mesmo tempo que a época mais livre da nossa vida. E o Tu és livre? trata bem a Liberdade (com letra maiúscula) através de situações que os miúdos conhecem bem da sua experiência com a liberdade (com letra minúscula).
É um convite à reflexão, mas também à ação.

O Sempre! responde à famosa pergunta “Onde é que estavas no 25 de abril?” através da biografia da autora citando diferentes canções. A música está na génese da nossa conquista da liberdade e ficou intricada na sua história. Foi, e é, ao mesmo tempo uma linguagem e um código, uma arma e uma bandeira.

Porque há demasiadas pessoas para quem a Liberdade parece estar fora de moda, talvez devamos hoje sair à rua a cantar o refrão: “Tu és livre? Sempre!”. Só para que não reste mesmo dúvida nenhuma sobre o país (lugar&tempo) em que queremos viver.

“Os dois livros que hoje associo, encontram-se no Palácio de São Bento e complementam-se: um faz o retrato do lugar, do ...
22/04/2025

“Os dois livros que hoje associo, encontram-se no Palácio de São Bento e complementam-se: um faz o retrato do lugar, do espaço, da arquitetura, da história; o outro, pensa sobre quem o habita, quem o faz mexer, quem lhe dá vida e voz.

A casa e os seus habitantes.
Os dois são sobre a Assembleia da República e pertencem à coleção Missão Democracia.

‘A casa da democracia’ é uma visita guiada ao lugar onde tanta coisa importante se decide, onde tantas ideias chocam de um lado e do outro, onde (idealmente) se procuram consensos.

No ‘Deputados do futuro, olá!’, somos também guiados, mas ao recreio de uma escola, onde, com paralelismos simples e a partir da premissa de que em cada deputado ainda mora uma criança, refletimos sobre o papel de cada um no recreio, na sociedade e no hemiciclo.”
Mais dois candidatos ao . Subscrições até dia 25!
Texto completo no link da bio.

Criei mais um pacote™ especial para dar uma ajuda com este bicho estranho (mas o melhor que temos) que é Democracia: um ...
18/04/2025

Criei mais um pacote™ especial para dar uma ajuda com este bicho estranho (mas o melhor que temos) que é Democracia: um conjunto de livros que abordam temas como a Constituição, as eleições, a ditadura, a democracia, as diferenças de pontos de vista, a Assembleia, a sede de poder e os deputados.
E exatamente porque vivemos em democracia e em liberdade, é o subscritor quem vai escolher 2 dos candidatos que estão nesta corrida. É que uma boa oposição é crucial para um sistema justo e para garantir o necessário contraponto. Assim, cada pessoa escolhe a sua dupla, consoante a criança que tem em mente.
Fiquem atentos ao tempo de antena!
Toda a info na bio.

“(…) O par de histórias que hoje junto, tem como protagonista também dois pares: mãe e filha e pai e filho. E os dois li...
15/04/2025

“(…) O par de histórias que hoje junto, tem como protagonista também dois pares: mãe e filha e pai e filho. E os dois livros lembram dois assuntos do momento, ou antes, duas pessoas do momento: as que ficam sem casa e as que ficam sem nada.

A pobreza e a habitação são também notícia, ou deviam ser pelo escândalo que são, mas, tal como nas outras guerras, os números dizem pouco em relação ao real problema. E às crianças não dizem mesmo nada.
Mas os miúdos vêm a pessoa que pede nas escadas no metro ou à porta da pastelaria. Como vê a menina deste Sem desvios, todos os dias, a caminho da escola, com a mãe.
E os miúdos conhecem — ou são, como o Leo e o seu pai, — quem tem de mudar de casa, porque as rendas subiram ou porque vão fazer uma construção mais rentável do que A casa azul. (…)”
Texto completo no link da bio.

“O par que arranjei para hoje serve para festejar o Dia do Livro Infantil.São dois livros sobre ler, sobre livros e sobr...
01/04/2025

“O par que arranjei para hoje serve para festejar o Dia do Livro Infantil.
São dois livros sobre ler, sobre livros e sobre o que podemos fazer com eles, através deles, por causa deles — por eles! “
Texto no link da bio

mãos-livres — com giveaway!, na   E eis que, num abrir e fechar de olhos, estamos a chegar aos sweet sixteen da pratelei...
20/03/2025

mãos-livres — com giveaway!, na
E eis que, num abrir e fechar de olhos, estamos a chegar aos sweet sixteen da prateleira-de-baixo!
Com algumas interrupções maiores ou menores pelo caminho, faz sábado16 anos que, semanalmente, pego num livro para contar uma história, uma outra história contada mais por dentro ou mais por fora: a minha ou a do mundo como o vejo, narrada através dos livros que escolho.

Para assinalar o aniversário, tenho um livro para oferecer* — pela mão da Fábula!
Um livro que convida a sair dos ecrãs, a usar os dedos para lá do digital e a usar as mãos para lá do scroll.
Noto já uma inversão nas escolhas da educação digital — quer nas escolas, quer nas famílias. Começamos a perceber o peso dos malefícios em relação aos benefícios. E reformulamos. Mas é de facto uma luta contra um monstro poderoso, com muito interesse e potencialidade — e por isso um monstro claramente a ter de ser domesticado.
(…)
Ora, se escolhermos domar o monstro, ficamos com as mãos livres.

Este Manual de Habilidades Esquecidas - saberes do passado para crianças de hoje, agrega um conjunto de ideias para recuperarmos alguns saberes e fazeres que vão desde dar nós, a consertar o pneu de uma bicicleta, a fazer uma manta de retalhos ou uma omelete, peixinhos com pedras no rio ou no mar ou a fazer truques com moedas.

Para miúdos sonhadores ou irrequietos, curiosos ou aventureiros, mas também para os adultos que se esqueceram de que digital vem de dedos, que os dedos estão nas mãos e que as mãos livres podem fazer coisas incríveis — para além de folhearem um livro!
PARA SE CANDIDATAREM A RECEBER ESTE LIVRO EM VOSSA CASA:
1. Seguir esta página
2. Tag dois amigos
3. Os dois amigos seguirem esta página
Até dia 22. Sorteado revelado no domingo, dia 23!

Com três letras apenas se escreve pai, lua e mão, na  Este par vem a propósito do dia do pai, claro.Também os une a edit...
13/03/2025

Com três letras apenas se escreve pai, lua e mão, na
Este par vem a propósito do dia do pai, claro.

Também os une a editora, mas um acabou de chegar e o outro é daqueles que, estranhamente, nunca aqui veio parar, já bem velhinho.
Foi dos mais lidos cá de casa, daqueles que tem fita-cola, folhas a sair e a colarem-se umas às outras, com certeza resultado de mãos mal lavadas, como estão sempre as mãos das crianças.

Nunca dissemos “papá”, nem “mamã” (aliás figuram na nossa listagem familiar de , por isso sempre aldrabámos a leitura — porque este é do tempo em que os animais falavam e os miúdos cá de casa só liam imagens e sabiam as histórias todas de cor.

Esta não é a história da “Mónica e o desejo”, mas é também de uma menina Mónica com um desejo, que pede ajuda ao pai para que este lhe dê a lua.
Sabemos que os pais moverão montanhas para nos darem a lua, ainda que figurativamente, mas aqui a coisa é bastante literal. Apesar dos seus esforços, o pai não consegue chegar à lua, mas consegue chegar à fala com ela. Imaginamos também pais com pouca vontade de pedir favores, a fazerem das tripas coração, ultrapassando a sua timidez, ou só falta de jeito, para dar a lua à miúda.

E, surpreendentemente ou não, a lua faz do impossível o possível e o pai consegue dá-la à filha, por entre páginas que se desenrolam e abrem, se esticam para um lado e para o outro, como os desejos e os sonhos das crianças felizes.

Em Minha Guia, Meu Capitão, a realidade é outra e o objetivo é talvez mais prosaico do que ter a lua: simplesmente chegar incólume à escola — pois o pai não vê e a filha vê mal e o caminho é complexo.
[…]
E também na vida, com sorte, um pai é uma figura que anda por perto de nós por muito tempo. Desde o tempo em que lhe pedimos a lua, e ele faz o pino para isso, até ao tempo de sermos nós a dar-lhe a mão e a guiá-lo por onde desejar ir. Mas, desenganem-se: mesmo nessa altura, o capitão será sempre ele.

Endereço

Lisbon

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Prateleira-de-baixo publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Prateleira-de-baixo:

Compartilhar

Categoria