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15/05/2026

A VIDA É UMA PLENITUDE AGORA MESMOEu não preciso corrigir tudo o que está a meu redor. Um exercício de meditação em oito minutos, com Carlos Cardoso Aveline....

15/05/2026
15/05/2026

JOHN GARRIGUES:
OS LIMITES DA RESPONSABILIDADE
.. Aqueles que entram em contato na época atual com a antiga Religião-Sabedoria têm uma responsabilidade peculiar, seja ela reconhecida ou não. Ninguém pode fazer um estoque de Verdade para seu uso pessoal. Assim como a energia de um metal altamente radiativo como o rádio escapa através de metais mais comuns, assim também a Verdade escorrega para longe do egoísmo. Cada verdade compreendida envolve uma confiança sagrada, e não pode ser mantida à parte mas precisa ser transmitida com cuidado. Não podemos degradar a verdade forçando-a sobre mentes que não a desejam, mas cabe aproveitar cada oportunidade para mostrar ao buscador que a Verdade existe e está disponível.

Uma vontade ansiosa de que esta ou aquela pessoa venha para uma associação teosófica e, tendo vindo, permaneça, é um sinal infalível de que estamos saindo do rumo certo e indo além dos limites da nossa responsabilidade, pelo menos em pensamento e em desejo. A vontade de que alguém possa aproveitar a oportunidade do estudo não é compatível com a atitude impessoal que devemos ter se quisermos ser realmente úteis. Na medida em que nossos sentimentos ficarem envolvidos, nesta mesma medida o nosso poder de ajudar ficará reduzido.

Nossa tarefa é fazer o melhor que podemos para manter as verdades da Teosofia vivas e intactas, e torná-las tão amplamente disponíveis quanto possível. Aqueles que estão prontos para o ensinamento virão! Quanto a aqueles que não estão prontos, só podemos transmitir a eles aquilo que aceitarem, e nada mais; cabe esperar com paciência pelo crescimento deles ao longo do tempo.

Assim, serenos e com desapego, reconhecendo que estamos circunscritos no alcance da nossa ação pelos limites do nosso dever, podemos dedicar os melhores esforços ao completo exercício da nossa responsabilidade, dentro dos limites. À medida que o poder de trabalhar com altruísmo aumenta graças ao cumprimento fiel do dever, os limites do possível se ampliam, porque a responsabilidade aumenta com o crescimento da força.

(John Garrigues)

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Do artigo “Os Limites da Responsabilidade” de O Teosofista, Janeiro de 2016, publicado neste link: https://www.filosofiaesoterica.com/o-teosofista-janeiro-de-2016/ .

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[Imagem: retrato de John Garrigues]

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14/05/2026

THE VICTORY OF TRUTH TAKES PLACE IN THE MIDDLE OF ILLUSIONA seven-minute conversation with Carlos Cardoso Aveline.000 ...

14/05/2026

A ESCURIDÃO É LUZ ABSOLUTA:
ESTUDANDO A DOUTRINA SECRETA

A raiz da vida estava em cada gota do oceano da imortalidade (Amrita) [1], e o oceano era luz radiante, que era fogo, e calor, e movimento. A escuridão se desfez e não existiu mais [2]; ela desapareceu na sua própria essência, o corpo de fogo e água, ou pai e mãe. (a)

(a) Como a essência da escuridão é luz absoluta, a Escuridão é encarada como a representação alegórica adequada para a condição do Universo durante o Pralaya, o período de absoluto descanso, de não-ser, do ponto de vista das nossas mentes finitas. O “fogo”, o “calor”, e o “movimento” de que se fala aqui não são, naturalmente, o fogo, o calor e o movimento da ciência física, mas as abstrações subjacentes, os númenos, ou a alma, da essência destas manifestações materiais - as “coisas em si”, que, como a ciência moderna confessa, escapam completamente aos instrumentos do laboratório, e que mesmo a mente não consegue captar, embora tampouco possa evitar a conclusão de que essas essências subjacentes devem existir. O Fogo e a Água, ou Pai [3] e Mãe podem ser vistos aqui como significando o Raio divino e o Caos. “O Caos, obtendo uma capacidade de sentir a partir desta união com o Espírito, brilhou com prazer, e assim foi produzido o Protogonos (a luz primogênita)”, segundo afirma um fragmento de Hérmias. Damáscio [4] o chama de “Dis” em sua “Teogonia” - “o que ordena todas as coisas”. (Veja “Ancient Fragments”, de Cory, p. 314.)

De acordo com os ensinamentos rosacruzes tal como transmitidos e explicados pelos profanos - e esta vez corretamente, ainda que apenas em parte - “a Luz e a Escuridão são idênticas em si mesmas, sendo divisíveis apenas na mente humana”. Segundo Robert Fludd, “a escuridão adotou a luz para tornar-se visível”. (On Rosenkranz.) O Ocultismo Oriental afirma que a ESCURIDÃO é a única realidade verdadeira. Ela é a base e a origem da luz, sem a qual esta última jamais poderia manifestar-se, nem mesmo existir. A luz é matéria, e a ESCURIDÃO é o Espírito puro. Na sua base metafísica radical, a Escuridão é luz absoluta e subjetiva; enquanto que a luz, apesar de todo o seu brilho e sua glória aparentes, constitui apenas uma massa de sombras, porque nunca pode ser eterna e é simplesmente uma ilusão ou Maya.

Mesmo no Gênesis, que nega a ciência e confunde a mente, a luz é criada a partir da escuridão [5], “e havia escuridão sobre a face do abismo” (capítulo 1, versículo 2), e não vice-versa. “A vida estava nele (na escuridão) e a vida era a luz dos homens.” (João, I, 4) Pode acontecer que um dia os olhos dos homens se abram e eles compreendam melhor do que hoje aquele versículo do Evangelho de João que diz: “A luz resplandece na escuridão, e a escuridão não a compreende”. [6] A humanidade verá então que a palavra “escuridão” não se aplica à visão espiritual do ser humano, mas à “Escuridão” absoluta, que não compreende a luz transitória, não pode ter uma visão cognitiva dela, por mais transcendente que ela seja para a visão dos humanos. Demon est Deus inversus. O demônio é agora chamado de Escuridão pela Igreja, enquanto que na Bíblia ele é chamado de “Filho de Deus” (veja o livro de Jó), a clara estrela da madrugada, Lúcifer (leia Isaías). Há toda uma filosofia dogmática atrás do fato de que o primeiro Arcanjo, surgido das profundezas do Caos, foi chamado de Lux (Lúcifer), o “Filho Luminoso da Manhã”, isto é, da aurora manvantárica. Ele foi transformado pela igreja em Lúcifer ou Satã, porque ele era mais elevado e mais velho que Jeová, e tinha que ser sacrificado no surgimento do novo dogma. (Veja o Volume II.)

(Helena P. Blavatsky)

NOTAS:

[1] Amrita é “imortalidade”. (Nota de H. P. Blavatsky)

[2] Veja o primeiro comentário a esta Estância. (Nota de H. P. Blavatsky)

[3] O verdadeiro nome não pode ser dado. Veja o texto “Kwan-Shi-Yin”, na Parte II deste volume I. (Nota de H. P. Blavatsky)

[4] Damáscio - Filósofo neoplatônico nascido em torno de 458 da era cristã. Ensinou em Atenas. (Nota do Tradutor)

[5] Gênesis, 1:3-4, afirma: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa; e fez a separação entre a luz e as trevas.” (Nota do Tradutor)

[6] João, I, 5. (Nota do Tradutor)

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Fragmento reproduzido da obra “A Doutrina Secreta”, de Helena P. Blavatsky. O trecho está na Parte I do Volume I, pp. 103-105. Tradução passo a passo da Edição Original de 1888, feita por Carlos Cardoso Aveline. Link direto: https://www.filosofiaesoterica.com/a-doutrina-secreta/ .

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13/05/2026

A DOUTRINA SECRETA:
O OCEANO PRIMORDIAL
.. Estou conversando com as ondas em uma praia jovem, que não tem mais de cinco ou seis mil anos de idade. O mar, no entanto, é tão velho quanto a Terra que conhecemos: é nele que surgiu a vida, há cerca de quatro bilhões de anos, segundo diz a ciência atual. Além do oceano físico deste planeta, há também um oceano primordial – segundo a sabedoria dos antigos – que é origem do próprio universo conhecido. Como dizem as Estâncias de Dzyan, um documento de antiguidade imemorial, a semente do universo cresceu nos abismos do Oceano da Vida. “A escuridão irradia a luz, e a luz lança um raio solitário na profundeza da mãe”, afirma a obra, publicada por Helena Blavatsky no século 19.[1] Os Vedas contêm um poema em que a origem do mundo é relacionada com as águas primordiais:

“Não havia coisa alguma; o céu claro e distante
Não existia, nem havia o amplo telhado celestial, espalhado ao alto.
O que é que encobria tudo? O que o abrigava? O que o ocultava?
Seria o insondável abismo das águas?
Não havia a morte – porém nada havia de imortal.
Não existia diferença entre o dia e a noite;
Só Aquilo que é Uno respirava sem respirar, sozinho,
E desde então nada jamais existiu fora Daquilo.
Havia escuridão, e no início tudo estava velado
Em trevas profundas -; um oceano sem luz.
O germe ainda coberto pela casca
Despertou, como natureza una, – devido ao intenso calor.
……………………………………………………………………………..
Quem sabe o segredo? Quem o proclamou aqui?
De onde veio, de onde veio – esta criação múltipla?
Os próprios Deuses só passaram a existir mais tarde.
Quem sabe de onde surgiu, esta grande criação?
Aquilo, de onde veio esta grande criação,
O Mais Elevado Vidente que está no mais alto céu,
Só Ele sabe a resposta -; ou talvez nem Ele saiba.” [2]

(Carlos Cardoso Aveline)

NOTAS:

[1] “A Doutrina Secreta”, de Helena P. Blavatsky, edição original, tradução da Loja Independente de Teosofistas, Parte I do Volume I, página 68.

[2] Poema transcrito em “A Doutrina Secreta”, obra citada, Parte I do Volume I, p. 65.

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Do artigo “O Oceano Primordial”, disponível neste link: https://www.filosofiaesoterica.com/o-oceano-primordial/ .

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12/05/2026

A CHOICE: TRANSGRESSION AND TRANSCENDENCE The power of humbleness. A five-minute meditation with Carlos Cardoso Aveline.000 ...

12/05/2026

HELENA BLAVATSKY:
O QUE É UM TEOSOFISTA?

….. Todos os pensadores e investigadores originais do lado oculto da natureza, sejam materialistas – aqueles que veem na matéria “a promessa e a potencialidade de toda força terrestre” – ou sejam espiritualistas (aqueles que descobrem no espírito a fonte de toda energia e também de toda matéria) foram e são, propriamente falando, teosofistas. Porque, para ser teosofista, não é necessário reconhecer a existência de qualquer Deus ou divindade especial.

Basta adorar o espírito da natureza viva, e tentar identificar-se com ele. Trata-se de reverenciar esta Presença, a Causa invisível, que no entanto está sempre se manifestando em seus resultados incessantes; o Proteus intangível, onipotente, e onipresente: indivisível na sua Essência e na sua forma indefinida, e no entanto aparecendo sob todas as formas e sob cada uma delas; e que está aqui e lá, em todo lugar e em lugar algum; que é TUDO e NADA; ubíquo e no entanto uno; a Essência que preenche, reúne, amarra e contém todas as coisas, e que está presente em tudo.

Pode-se ver agora, cremos, que, quer sejam classificados como teístas, panteístas ou ateus, tais homens estão próximos de todos os outros.

Seja como for, uma vez que um estudante abandona o velho e desgastado caminho da rotina e entra no caminho solitário do pensamento independente – em direção à divindade – ele é um teosofista. É um pensador original, um buscador da verdade eterna e que possui “uma inspiração própria” para resolver os problemas universais.

(Helena P. Blavatsky)

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Reproduzido do texto “O Que é um Teosofista?”, que está publicado neste link: https://www.filosofiaesoterica.com/o-que-e-um-teosofista/ .

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09/05/2026

HELENA BLAVATSKY
NÃO ESTÁ TÃO DISTANTE

Quando H.P. Blavatsky e W. Q. Judge pareceram morrer – assim como os reis morrem, os mendigos morrem e as flores morrem – os estudantes de teosofia repetiram pela milésima vez as palavras tão pronunciadas do segundo capítulo do “Bhagavad Gita”.

Mas há um ditado que diz: a menos que o verdadeiro significado de um ensinamento seja compreendido, por mais que ele seja eternamente verdadeiro, ele será, para os seus repetidores, apenas “uma canção de pouco significado embora as palavras sejam fortes”.

Quem viu de fato a “morte” da professora assim como os Sábios veem a morte? Sim, estava lá o corpo, morto como qualquer outro. “Siga adiante para a sua recompensa, ó Lanu [2], nós nos veremos de novo”, disseram alguns. De fato, a Mestra estava morta, para eles.

No entanto, inúmeras vezes o corpo de H. P. B. tinha ficado inerte durante o sono. Onde estava a verdadeira H. P. B. enquanto seu corpo dormia?

“Eu, isto é, meu corpo, estará quieto e adormecido em minha cama …. a luz divina estará ausente dele, voando até você; e depois voará de volta e então outra vez o templo será iluminado pela presença da Divindade” [3] – escreveu Ela desde os Estados Unidos para uma pessoa da sua família, referindo-se a uma visita inteiramente consciente feita à distante Rússia, enquanto a Sra. Blavatsky estava calmamente dormindo. Em outra ocasião, Ela disse:

“Minhas noites são os meus manvântaras”.[4]

Nós não superamos a morte nem o sono; mas este obstáculo não existe para os Sábios.

No dia oito de maio [de 1891] o corpo estava novamente imóvel; porém agora pela última vez. Onde estava H. P. B.? Onde estava a Sabedoria Imensa, a vasta inteligência, a personificação da Doutrina Secreta? Onde estava o amor ilimitado pela humanidade toda?

Estaria ela extinta, ou inconsciente, ou confortavelmente instalada em algum céu à prova de som, onde não chegam os gritos e os choros deste inferno que chamamos de terra? Estaria em algum loka distante [5], para ser encontrada outra vez só depois que milhares de anos tenham passado? Para aqueles que estão sempre se esforçando para liderar isso ou aquilo, e que não sentem, nem tentam sentir o Coração, a resposta pode ser essa mesma.

Entre os muitos indícios deixados pela Fonte de todos os nossos conhecimentos e de toda a nossa força para este trabalho coletivo, vemos o seguinte:

“Se alguém obteve poderes (da Raja Ioga) devido a este estudo, não é possível permanecer muito tempo no mundo sem perder a maior parte dos seus poderes – e a parte mais elevada e mais nobre deles, na verdade. De modo que, se qualquer pessoa com tais características é vista trabalhando em público durante muitos anos consecutivos, sem buscar dinheiro ou fama, é preciso saber que tal pessoa está se sacrificando pelo bem dos seus semelhantes. Algum dia tais indivíduos morrem de modo inesperado, e os seus supostos restos mortais são descartados; mas, apesar disso, talvez eles não estejam mortos. ‘As aparências enganam’, diz o provérbio.” [6]

Milhares de pessoas podem viver de modo confortável, e até muito satisfeitas, tendo a teosofia como sua propriedade mental. Mas a aplicação diária e a cada momento da teosofia, a sua divulgação segundo as Linhas Estabelecidas por Aqueles que a criaram, preservaram e regeneraram, significa avançar por um caminho no qual ninguém conseguiria ingressar ou perseverar, se não fosse por esses Amigos e Professores de tempos antigos e de tempos futuros.

O estudante deve aprender a sentir e saber que estes Grandes Seres não estão mortos, e nem tampouco em algum retiro distante, mas estão sempre próximos, e ativos como a magia de um poder irresistível, como um rio que avança poderosamente. À medida que o estudante confia inteiramente Neles e prossegue no trabalho, estudando, aplicando e divulgando os Ensinamentos que Eles escreveram para ele, nesta medida ele, inevitavelmente, compreenderá por completo.

(John Garrigues)

NOTAS:

[1] “Bhagavad Gita – a Mensagem do Mestre”, trad. de Francisco Valdomiro Lorenz, Ed. Pensamento, SP, 178 pp., ver pp. 27-28.

[2] Lanu: discípulo.

[3] Esta é uma citação de “Letters of H. P. Blavatsky”, edited by W.Q. Judge, Chapter II, “The Path” magazine, January 1895, p. 299. As cartas autênticas de H. P. B., tal como editadas por W. Q. Judge, estão disponíveis em língua inglesa nos nossos websites associados.

[4] Manvântaras: Períodos de manifestação do universo, intercalados pelos Pralayas, ou períodos de descanso. A frase significa que, enquanto seu corpo descansava, HPB estava em plena atividade.

[5] Loka – um local, plano ou dimensão sutil.

[6] Neste ponto, uma nota de pé de página de J. Garrigues diz que a citação é tirada do volume “A Modern Panarion”. O trecho faz parte do artigo de Helena Blavatsky intitulado “Questions Answered About Yoga Vidya”, que faz parte de “A Modern Panarion”, HPB, Theosophy Co., Los Angeles, 1981. O volume e uma edição em fac-símile da edição de 1895, com 504 pp. Ver p. 360. O artigo foi publicado inicialmente em “The Theosophist”, dezembro de 1880, p. 47.

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O texto “Helena Blavatsky - A Que Distância?” está disponível neste link: https://www.filosofiaesoterica.com/helena-blavatsky-distancia/ .

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