ÁGUA LIMPA

ÁGUA LIMPA ASSESSORIA

06/12/2024

Manter seus contratos médicos atualizados vai além da burocracia — é uma medida de prevenção essencial. Contratos revisados oferecem proteção à sua prática profissional, fortalecem o vínculo com os pacientes e garantem sua tranquilidade no dia a dia. Não espere que os problemas apareçam para agir.
Atualizar seus contratos é crucial porque:
• As leis estão em constante mudança, e o que era adequado no passado pode não atender mais às exigências atuais.
• Novas cláusulas podem ser adicionadas para resguardá-lo de situações inesperadas e complexas.
• Contratos bem elaborados evitam conflitos, protegem sua reputação e proporcionam a segurança jurídica necessária para atuar com confiança.

02/12/2024

O Projeto de Lei 3132/24, do deputado Dr. Victor Linhalis (ES), obriga médicos a se identificarem como profissionais da saúde ao embarcar em voos nacionais ou internacionais com origem no Brasil, com o objetivo de atuar em situações de emergência médica. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Hoje, médicos não são obrigados a se identificar em voos. Porém, em caso de emergência, com um passageiro passando mal, por exemplo, os comissários costumam fazer um chamado em busca de algum médico a bordo.
“O projeto, ao estabelecer a obrigatoriedade de identificação prévia dos médicos, acelera o processo de socorro e traz maior tranquilidade para a tripulação, que pode imediatamente contar com o apoio de um profissional de saúde qualificado, sem precisar perder tempo em uma busca improvisada durante a emergência”, acredita Dr. Victor Linhalis.
A medida proposta, segundo o deputado, não tem o objetivo de criar um fardo adicional para os médicos que viajam. Pelo contrário, diz ele, reforça o compromisso ético desses profissionais, que poderão atuar de forma mais organizada e segura.
“O projeto respeita o direito de escolha do médico em atuar ou não durante uma emergência”, destaca o autor. “A identificação serve como um recurso preventivo, sem que isso signifique uma imposição.”

29/11/2024

O prontuário reúne todas as informações registradas sobre um paciente, sendo essencial para garantir a qualidade da assistência prestada.
Conforme o artigo 87 do Código de Ética Médica, a ausência de registros no prontuário configura uma infração ética. Além disso, em casos judiciais, o prontuário é a principal evidência que o médico pode apresentar para comprovar os fatos.
Sem registros que sustentem sua conduta, o médico pode ser prejudicado, já que alegações infundadas podem ganhar força na ausência de provas.
Por isso, nunca deixe de atualizar o prontuário!

25/11/2024

A autonomia do paciente é um dos princípios fundamentais da prática médica e deve ser respeitada em todas as etapas do cuidado, desde o diagnóstico até o tratamento e acompanhamento.
Todo paciente tem o direito de tomar decisões livres e informadas sobre o seu próprio corpo e tratamento, com base em informações claras e compreensíveis fornecidas pelo profissional de saúde.
Respeitar a autonomia do paciente não é apenas um dever ético, é uma obrigação legal. Quando o paciente tem voz ativa em suas escolhas, a relação médico-paciente é fortalecida, e o cuidado se torna mais humanizado e seguro.
Quando um médico age sem o devido consentimento ou sem ouvir a vontade do paciente, ele não só compromete a confiança, mas também pode incorrer em infração ética e abrir espaço para questionamentos jurídicos.
Um paciente bem informado e respeitado é um paciente mais seguro e engajado no próprio cuidado. Lembre-se: ouvir o paciente é tão importante quanto tratá-lo!

25/11/2024

Já pensou no impacto financeiro e pessoal de ser processado por algo que poderia ter sido evitado? Um único processo pode gerar grandes prejuízos, prejudicar sua reputação e até colocar em risco sua licença profissional. A realidade é que a prevenção sai muito mais em conta do que lidar com as consequências depois que o problema acontece.
➡️Contar com uma assessoria jurídica especializada não é um luxo, mas sim uma medida de proteção para a sua carreira. Com o suporte adequado, você pode antecipar e evitar complicações legais, resguardando seu patrimônio, sua prática e o seu futuro. Pense nisso como um seguro: um valor acessível para se proteger de um grande prejuízo.
➡️Imagine a tranquilidade de saber que sua prática está devidamente amparada do ponto de vista jurídico. Com o respaldo de um profissional jurídico, você pode se concentrar no que realmente importa: oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes, com a confiança de ter apoio caso precise se defender.
➡️Embora muitos profissionais da saúde se preocupem com os custos de uma assessoria jurídica, a verdade é que o preço de não contar com essa proteção pode ser muito maior. Evitar um processo pode salvar você de custos elevados e oferecer a paz de espírito necessária para desempenhar sua profissão com segurança.
Investir em assessoria jurídica pode ser a melhor maneira de proteger sua carreira e garantir um futuro sem imprevistos.

25/11/2024

A Condecoração de Honra ao Mérito aconteceu hoje em terras bezerrenses
Ao qual em forma de medalha e certificado pude agradecer a cada um que de maneira direita ou indireta contribuíram para a minha trajetória literária.
Sou imensamente agradecida a:
1° Cícero Reinaldo da Silva Syros Silva
(Poeta, Contista, Apresentador & Produtor Audiovisual)
2° Eliane Pereira do Nascimento Eliane Pereira
(Professora & Psicopedagoga)
3° Expedito Eugênio Expedito Eugênio
(Ativista dos Direitos Humanos, Palestrante & Ex. Conselheiro Tutelar
4° Gerson de Andrade Gérson de Andrade
(Professor & Escritor)
5° Iram Fábio Rodrigues Nunes Iram F. R. Bradock
(Poeta, Escritor, Contista & Professor)
6° Karina Souza .souza
(Poetisa & Professora)
7° Lunas de Carvalho Costa Lunas Costa
(Escritor, Produtor Cultural, Jornalista & Técnico de Prótese Dentária)
Ao qual foi representado por Biu Lourenço (poeta, Cordelista & Violeiro)
8° Olegário Fernandes Filho Caruaru Museu Do Cordel Olegário Fernandes
(Cordelista & Professor)
9° Raphael Ferreira Urbano Raphael
(Poeta, Compositor, Cantor & Escritor)
10° Ronaldo Cisneiros
(Poeta & Compositor)
11° Sérgio Leão Sérgio Leão
(Radialista & Escritor)
12° José Irandir Laurentino Irandir Laurentino
(Agente de Viagens & Empreendedor de Bezerros)
Que dia inesquecível...
Que maravilha receber cada abraço e ouvir cada palavra que anima e me faz enxergar que não estou sozinha e que desistir não deve ser nunca mais por mim será pensada.
Vocês pavimentaram a estrada para que eu hoje pudesse ser quem hoje sou e cá estou eu muito emocionada e bastante agradecida a cada um de vocês.

19/11/2024

Via | A Justiça do Trabalho determinou o pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 15 mil, à trabalhadora que teve impedido o direito à licença-maternidade. Segundo a profissional, ela teve que retornar ao trabalho uma semana após o nascimento do filho, sem g***r da licença-maternidade, devido à ausência de registro na CTPS. Por isso, propôs ação trabalhista pedindo a indenização e o reconhecimento do vínculo de emprego com a empresa de gestão de negócios para a qual prestava serviço na função de correspondente financeira.
Na defesa, a empregadora negou que a trabalhadora tivesse direito à licença-maternidade, “uma vez que prestava serviços como autônoma”. Mas, ao decidir o caso, o juiz da 10ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, Marco Antônio Ribeiro Muniz Rodrigues, deu razão à correspondente financeira.

06/11/2024

Se você, como profissional de saúde, se vê no meio de uma investigação ou acusação de violação ética, é fundamental agir com cautela e estratégia para salvaguardar sua carreira e reputação.
Aqui estão os passos importantes a serem seguidos:
1. Mantenha a calma e uma postura profissional: Receber uma acusação pode ser alarmante, mas é essencial permanecer sereno. Evite reações impulsivas e mantenha uma atitude profissional para lidar com a situação.
2. Procure assistência jurídica imediatamente: O primeiro passo deve ser consultar um advogado com experiência em Direito Médico e da Saúde. Esse especialista pode orientá-lo sobre seus direitos e as melhores estratégias de defesa, assegurando que suas ações estejam dentro da legalidade.
3. Documente tudo: Reúna e organize toda a documentação pertinente, como prontuários médicos, notas de consulta e qualquer material que possa servir como prova. Uma documentação bem estruturada é uma das suas melhores defesas.
4. Evite discutir o caso: Não converse sobre o assunto com colegas, pacientes ou nas redes sociais. Qualquer comentário público pode ser utilizado contra você. Limite as discussões ao seu advogado e siga suas orientações cuidadosamente.
5. Colabore com as investigações: Demonstre disponibilidade e cooperação ao longo do processo investigativo. Responda a solicitações de informações de forma clara e participe de audiências ou depoimentos, sempre com o acompanhamento do seu advogado.
Enfrentar uma acusação de infração ética é uma situação delicada que exige uma abordagem cuidadosa e bem planejada. Com o suporte adequado, é possível superar esse desafio e proteger tanto sua carreira quanto a confiança dos seus pacientes.
Não hesite em buscar ajuda especializada para proteger o que você conquistou com tanto empenho.

21/10/2024

Casarão 91

O frio cortava a quase madrugada de Garanhuns, quando Onírico, vagando sem
destino — autômato solitário, avenida acima — parou para descansar, ou para melhor beber toda
a magia do momento, num banco quadrado da bem cuidada praça, frente à prefeitura. Atrás de si,
um velho toco de árvore, há muito cortada, servia de vaso a relutantes flores, que teimavam em
arrancar veios de vida àquele ressecado tronco.

O olhar de Onírico deslizava, acompanhando um ou outro veículo que passava, ávido
por chegar em algum lugar algum. Ao sumir, na curva da igreja, subindo pela rua do Colégio
Santa Sofia, deixava de existir aos caeirianos olhos de nosso noctívago. Foi num relance que
estes se depositaram por inteiro no casarão 91. Hipnotizado, o restante do mundo colocou-se
entre parênteses e, naquele instante, apenas Onírico e o casarão existiam.

O azul esmaecido na arquitetura antiga, destacando as esfuziantes — por isso mesmo
estranhas — colunas prateadas da entrada, seguravam olhos e atenção de Onírico, que, aos
poucos, foram descobrindo detalhes curiosos — ainda que dotados de comedida simplicidade —
daquela interessante construção.

As formas quadradas, os relevos da fachada, as grades do pequeno muro que
resguardavam o singelo jardim, onde reinava, soberana, carregada e única roseira, a respingar de
vermelho vivo a entrada. Duas varandas davam para robustas portas de madeira, reforçadas com
portinholas protegidas por barras de ferro. A varanda superior apenas diferia da outra por uma
pequena grade de ferro retorcido em quadrículas envernizadas de branco, em toda a extensão
frontal. Nesta varanda, uma velha cadeira de balanço rangia aos leves impulsos gerados pela
inércia de um corpo, que se deixava abandonar naquele doce embalo. Ali estava uma mulher,
presumidos setenta anos, cabeça levemente inclinada para o lado — diria Onírico que pensava,
sonhava... talvez dormia.

E o grilo, único barulho que harmonizava com o ranger da cadeira, um renitente grilo
— como tão bem o sabem ser esses insistentes e melancólicos insetos — cantava sua monótona
cantiga, envolvendo, num único quadro, o casarão azul e sua solitária moradora, e Onírico,
sentado em frente ao portão do jardim, outro lado da rua.

A canção do grilo foi se fazendo cada vez mais forte, entranhando-se mais e mais na
alma daqueles dois desconhecidos personagens de tão estranha história que começava a se
delinear, e que, por alguma inexplicável razão, estavam frente a frente naquele momento. A noite
foi se fazendo pequena ante o barulho estridente daquele grilo, agora acompanhado por outros
tantos, a criarem uma enebriante sinfonia. Os agudos mais agudos arrancavam nesgas do céu e
pareciam rejuvenescer o velho prédio, envolto num surpreendente e denso nevoeiro, criando
propícios clima e cenário para uma louca corrida inversa do tempo.

Então, num clarão fantástico, foi-se dando a grande transmutação. O intenso cricrilar,
à medida que aumentava de volume, fazia surgir, ao redor de Onírico e em meio à neblina, uma
estranha realidade, também estranho cenário, desconhecido para ele.

Desaparecera-lhe o desenho moderno da praça e agora Onírico estava sentado sobre
uma pedra perfeitamente quadrada, embaixo de frondosa árvore, que lhe oferecia agradável
sombra, flores agarradas ao seu tronco, numa generosa permuta de seiva por beleza e perfume.
Pela avenida, dividida por um apenas canteiro, não mais veículos automotores, senão
charretes e cavalos que faziam retinir rodas e ferraduras no calçamento de pedras quadradas, uma
que outra retangular.

De familiar, apenas a igreja matriz, com seus detalhes algo árabes na fachada, e, no
alto, a imagem de Santo Antônio a dominar a paisagem. A sua frente, em cada um dos lados da
avenida, casarões reluzentes respiravam juventude.

Especialmente o 91 estava esfuziante. Recém-construído, achava-se invadido por
intenso gargalhar e gritos de crianças que não cansavam de correr, como para se certificar da
concreta existência da casa pintada de um azul forte, sustentada em suas varandas por brilhantes
colunas lisas e prateadas.

As janelas laterais, abertas, pareciam sorrir para o sol que, através delas, penetrava
fagueiro naquela residência, partilhando da alegria de seus donos; deixavam passar, através das
venezianas, a brisa que arejava de pureza aquele lar.

Extasiado diante de tamanha animação, Onírico estremeceu quando uma linda e
familiar garotinha, pouco mais de sete anos, chegou à varanda superior. Estava exausta e
vermelha da intensa correria. Desabou, feliz, sobre a cadeira de balanço, depositada no canto. Ao
impacto do infante corpo e sob a pressão da inércia, a cadeira começou a balançar, num rangido
alto de coisa nova — mas que lhe parecia também familiar.

Um grilo começou a entoar seu canto, a espaços de tempo, depois gradativamente
com mais freqüência e maior intensidade. A criança, ainda estampando um riso contente nos
lábios, reclinou levemente a cabeça para o lado e deixou-se levar pela harmonia dos rangidos da
cadeira, cada vez mais fracos, em dueto com o canto do grilo, cada vez mais forte, e agora
acompanhado por outros grilos e outros e outros... provocando um barulho ensurdecedor.
Tentando proteger os tímpanos de tão forte algazarra, Onírico experimentou
vertiginosa sensação de nova e mais rápida mudança. Singular névoa encobriu por completo o
sol que dominava até então, e o dia fez-se noite, em tão elevada velocidade, que parecia arrancar
penosos uivos daquele casarão. Onírico fechou com força os olhos e sentiu-se viajar a incrível
rapidez.

De repente, tudo parou. Como por encanto, dissipou-se a densa neblina de antes.
Nenhum barulho de grilo, som algum a denunciar qualquer presença de vida. Abrindo, a medo,
os olhos, Onírico encontrou-se no que julgaria outra praça, não fosse a velha igreja, centro da
avenida, a deteriorada imagem de Santo Antônio no alto. Sofisticados bancos quadrados, sob

uma fosforescente iluminação para ele desconhecida. Sentia falta de árvores, pelo menos
resquícios delas. Enormes edifícios encobriam a lua daquela madrugada fria. No térreo de um
deles, uma farmácia aberta era a única denúncia de vida.

Os olhos de Onírico concentraram-se no casarão 91. Ou no que lhe restou. Todo
descorado, parecia abandonado, na solidão medonha e enervante das casas vazias, o enferrujado
portão, meio inclinado por lhe faltar o apoio de uma das dobradiças, mostrava uma mirrada
roseira, seca e sem folhas.

Buscando a cadeira da varanda superior, Onírico encontrou-a também vazia, mas

ainda rangendo, ao leve balanço da brisa gélida da quase aurora.

Pouco ou nada entendendo do que se passara, Onírico levantou-se com lentidão,
lançou um último olhar às ruínas do casarão 91 e, caminhando seu passo incerto de alguém sem
destino, afastou-se, descendo a avenida, buscando com avidez pontos de referência que lhe
devolvessem a familiaridade da paisagem de há pouco.

Voltou-se de repente. Parecera ouvir um estridente choro de criança, ecoando no

velho casarão...
(TAVARES, Edson)

14/10/2024

A alta médica hospitalar é prerrogativa do médico, que deve assegurar que o paciente tenha acompanhamento adequado durante a internação. Pacientes podem solicitar alta a pedido, mas é crucial diferenciar essas solicitações em situações de risco iminente à vida, onde o médico pode recusar a alta. A recusa deve ser documentada, garantindo a autonomia do paciente, mas também a proteção do médico e do hospital contra responsabilidades legais em caso de complicações.
Para altas de crianças e adolescentes, é necessário um “Termo de Responsabilidade” assinado pelos responsáveis. Se houver desacordo sobre a alta, a Vara da Infância e da Juventude deve ser acionada. Mesmo após uma alta, o paciente pode solicitar nova internação. Em casos de fuga, a responsabilidade pode recair sobre a instituição ou o responsável, dependendo da capacidade de discernimento do paciente.
A alta com garantia de leito permite que o paciente retorne para casa temporariamente, sem prejuízo ao tratamento, mantendo a responsabilidade do médico apenas durante a internação. Em todas as situações, a decisão do médico deve ser orientada por princípios éticos e legais, respeitando a autonomia do paciente, mas priorizando sua saúde e segurança.

04/10/2024

O instigante conceito de “antifragilidade” de Nassim Taleb

O INSTIGANTE CONCEITO DE “ANTIFRAGILIDADE”

Antifrágil: Coisas que se Beneficiam com o Caos” é um livro de Nassim Nicholas Taleb que explora a ideia de que algumas coisas não apenas resistem ao estresse e à incerteza, mas realmente se beneficiam deles.

Em seu novo livro, Taleb, autor do best-seller “Cisne Negro”, introduz o conceito de “antifragilidade”, que se opõe à fragilidade e à robustez. Enquanto algo frágil quebra sob pressão, algo robusto resiste, e algo antifrágil se fortalece.

O autor utiliza uma variedade de exemplos de diferentes áreas, como economia, saúde, e natureza, para ilustrar como a volatilidade, a desordem e o choque podem ser benéficos. Ele argumenta que sistemas antifrágeis são mais adaptáveis, e que devemos buscar criar estruturas que se beneficiem das adversidades.

Taleb ainda mostra que a diferença entre antifragilidade e resiliência é sutil, mas significativa. Ambos os conceitos se referem à capacidade de lidar com desafios e estresses, mas eles têm enfoques diferentes.

Resiliência: Refere-se à capacidade de um sistema, indivíduo ou organização de resistir a choques e se recuperar de dificuldades. Uma pessoa resiliente pode passar por situações adversas e voltar ao seu estado original ou a um estado funcional após a crise. Em outras palavras, a resiliência é sobre suportar a pressão e retornar ao ponto de partida.

Antifragilidade: Vai além da resiliência. Antifragilidade é a capacidade de um sistema, indivíduo ou organização não apenas de resistir a choques, mas de se beneficiar deles. Em vez de simplesmente voltar ao normal, algo antifrágil se fortalece e melhora quando exposto ao estresse, à volatilidade ou à incerteza. Isso significa que, em vez de ser apenas resiliente, o elemento antifrágil evolui e se adapta, tornando-se mais robusto.

Em seu instigante livro, Taleb critica a sociedade moderna por sua aversão ao risco e sua busca por previsibilidade, sugerindo que essa mentalidade pode ser prejudicial. Em vez disso, ele defende a importância de aceitar a incerteza e de se preparar para o inesperado, utilizando estratégias que permitam prosperar em ambientes caóticos.

O livro está dividido em várias seções, onde Taleb apresenta suas ideias de forma provocativa e acessível, intercalando reflexões filosóficas e exemplos práticos.

“Antifrágil” incentiva os leitores a reconsiderar suas abordagens em relação ao risco, à incerteza e ao fracasso, promovendo uma mentalidade que valoriza o aprendizado e a adaptação. Vale muito ler.
(MARINS FILHO, Luiz Almeida)

Endereço

Bezerros, PE
55660000

Telefone

81997663298

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