04/09/2026
Antes de começar o vestido, eu precisava descobrir uma coisa…
Os fios chegaram.
A paleta já foi escolhida por vocês.
Mas isso ainda não signif**ava que eu poderia simplesmente começar a crochetar.
Era hora de fazer a amostra e testar os pontos.
Porque, quando pensamos em uma peça de crochê para vestir, um pequeno detalhe pode mudar tudo: caimento, transparência, movimento, desenho das cores e até a forma como a peça se comporta no corpo.
E foi exatamente isso que comecei a observar nesses te**es.
Quanto mais aberta a trama, mais leve e transparente ela f**a — e mais cada faixa de cor parece respirar separadamente.
Quando fecho um pouco o ponto, as cores ganham presença, a superfície f**a mais contínua e começamos a chegar mais perto do efeito que imaginei para o vestido.
Mas apareceu uma descoberta que eu gostei ainda mais. 🤎
Como estamos trabalhando com cores sólidas, em vez de depender de um único fio multicolorido, eu posso decidir onde uma cor termina e a outra começa.
Posso controlar a largura das faixas.
Criar ritmo.
Equilibrar os tons.
Mudar a sequência.
E é justamente aí que uma referência começa a deixar de ser algo que apenas admiramos e passa a se transformar em uma interpretação nossa.
Ainda não bati o martelo.
Quero encontrar o equilíbrio entre leveza, movimento, transparência e presença das cores antes de começar a construção da peça.
E desta vez quero colocar vocês novamente dentro da decisão:
olhando para os te**es do vídeo, qual caminho vocês escolheriam para o vestido?
🧶 Uma trama mais aberta e leve?
ou
🧶 Um pouco mais fechada, valorizando as faixas de cor?
Me contem nos comentários — e, no próximo capítulo, eu mostro qual escolhi e por quê. 👀🤎
Porque uma peça não começa na primeira correntinha.
Ela começa nas escolhas que fazemos antes dela.
Da referência à peça pronta.
Um ponto de cada vez.
Entre fios e histórias 🤎 🌿.