11/08/2026
TM-30: por que essa metodologia oferece uma análise mais precisa da qualidade da luz do que o IRC?
O TM-30 amplia a avaliação da reprodução de cores utilizando 99 amostras reais, enquanto o IRC (CRI) analisa apenas 8 tons pastéis.
O resultado é uma leitura muito mais completa sobre como uma luminária reproduz cores, texturas e tons de pele em diferentes aplicações.
Durante décadas, o IRC foi o principal indicador de qualidade da luz. Porém, com a evolução da tecnologia LED, tornou-se necessário um método capaz de avaliar o comportamento espectral das luminárias com muito mais precisão.
O TM-30 responde a essa necessidade através de três métricas principais:
• Rf (Fidelity Index): mede a fidelidade das cores em relação à luz de referência, em uma escala de 0 a 100.
• Rg (Gamut Index): indica se a fonte luminosa intensifica ou reduz a saturação das cores. Valores acima de 100 tornam as cores mais vibrantes; abaixo de 100, mais suaves.
• CVG (Color Vector Graphic): apresenta um gráfico que mostra exatamente quais grupos de cores sofrem alterações, permitindo uma análise muito mais detalhada do desempenho da luminária.
Essa metodologia permite especificar a iluminação de acordo com o objetivo do projeto.
Em hospitais e clínicas, por exemplo, busca-se alta fidelidade cromática (Rf > 90 e Rg próximo de 100) para garantir precisão na percepção da pele e dos tecidos.
Já em hotéis, restaurantes e varejo, um Rg ligeiramente acima de 100 pode valorizar alimentos, tecidos e produtos, tornando a experiência visual mais atrativa sem comprometer a qualidade da iluminação.
Na LuceLED, acreditamos que especificar iluminação vai muito além de potência e fluxo luminoso. Avaliar métricas como o TM-30 significa desenvolver projetos com mais conforto visual, desempenho e fidelidade cromática para cada aplicação.
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