14/05/2022
Após o processo de divórcio, a família que se tornou monoparental (um pai/mãe responsável) geralmente luta com questões de perda, sonhos e projetos frustrados, diminuição da disponibilidade financeira, mudanças nas relações com amigos e como administrar o envolvimento dos filhos com o ex-conjuge.
Importante nesse momento, que a criança/adolescente precise de adultos que comuniquem claramente com eles sobre os novos arranjos de vida e da família assim como o seu contato com o pai/mãe não residente.
Quando os pais são imprevisíveis, com contato irregular com o ex-conjuge, que não conseguem se acertar quanto às combinações sobre os cuidados da criança e quando há brigas, eles estão se colocando em risco e a criança também, com maior risco de problemas de saúde mental a longo prazo, tais como: transtorno de ansiedade, depressão, negação da realidade da parte da criança, defasagem escolar, insônia, etc...
Pense: Muitos casais pós divórcio com filhos tem dificuldade de manter uma relação respeitosa em prol da educação da criança. Os ex não são obrigados a manterem um relacionamento saudável, porém, precisam minimamente se fazerem esclarecidos para a criança. Pois a relação “ruim” é entre dois adultos e não entre “dois adultos e uma criança no meio para mediar ou ser contra um”. A criança nesse caso, não tem que fazer partido de nenhum dos dois, muitos menos ser levada a isso, a criança precisa ser orientada, esclarecida, cuidada, educada e protegida!