Selma Boff Artesanatos

Selma Boff Artesanatos Toalhas e centros para mesa, jogo americano, porta-galão entre outros lindos artesanatos!

02/04/2026
02/04/2026

Beleza e fofurice na mesa de domingo de Páscoa!

Bolo de cenoura fofinho e com recheio de brigadeiro ao leite beeeem cremoso. Peça pelo WhatsApp 19 98129-6024 e deixe sua Páscoa mais doce! 🍫🥕🐰

01/04/2026

—Podemos dormir no estábulo, senhora? Está muito frio… —perguntou o homem.

E aquelas palavras da jovem tocaram seu coração até as lágrimas.

A neblina subia da terra como se o campo exalasse almas antigas.

Era uma noite fria do final do século XIX, nos arredores de Minas Gerais, quando as estradas de terra pareciam não ter fim e cada fazenda vivia isolada em seu próprio silêncio. Naquela hora, ninguém passava por ali — muito menos em direção à propriedade de Helena Ribeiro, uma mulher solteira que insistia em manter as terras herdadas dos pais.

Helena ergueu a lamparina a óleo ao ouvir passos se aproximando pela trilha.

Seu coração se contraiu.

Uma mulher sozinha, vivendo afastada, aprendia cedo a desconfiar de qualquer sombra na noite. Aguçou os sentidos. Não era o passo apressado de um ladrão nem o trote de um cavalo. Era o caminhar cansado de alguém que já não tinha forças para continuar.

Quando a figura saiu da névoa, Helena viu primeiro o chapéu gasto, depois os ombros largos curvados pelo cansaço… e então o que ele carregava nos braços.

Dois pequenos embrulhos.

Quando a luz iluminou seu rosto, ela entendeu.

Eram bebês.

Dois rostinhos avermelhados pelo frio, encostados ao peito de um homem que parecia ter atravessado metade do país carregando dor.

—Boa noite, senhora —disse ele, tirando o chapéu com respeito—. Desculpe incomodar a essa hora. Caminhei o dia inteiro, e as crianças não aguentam mais o frio. Será que poderia nos dar um canto no celeiro para passar a noite? Ao amanhecer eu vou embora. Não vou causar problemas.

Helena o observou em silêncio.

Os bebês tremiam. O homem também, embora tentasse esconder. Tinha o rosto marcado, a barba por fazer e olhos escuros onde não havia ameaça — apenas exaustão.

Mas o medo falou primeiro.

—O celeiro f**a atrás da casa —respondeu ela, mantendo distância—. Há feno limpo e alguns cobertores velhos num canto. Podem f**ar lá até amanhecer.

O homem abaixou a cabeça.

—Que Deus lhe pague.

Ele desapareceu na névoa com os filhos apertados contra o peito, e Helena fechou a porta tentando se convencer de que aquilo era suficiente.

Serviu o resto de café morno que havia na panela e sentou-se à mesa de madeira onde tantas vezes vira seus pais conversarem sobre colheitas, chuvas e dívidas. A casa estava silenciosa demais — como sempre desde que eles morreram.

Olhou pela janela, na direção do celeiro.

O vento assobiava entre as tábuas.

Pensou nos bebês.

Pensou em suas mãos pequenas, nas bochechas geladas, na forma como o homem os protegia com o próprio corpo.

Tentou dormir. Não conseguiu.

Revirava-se imaginando-os deitados no feno úmido enquanto a noite f**ava cada vez mais fria. Por fim, com um suspiro de irritação consigo mesma, colocou o xale, pegou a lamparina e saiu.

O celeiro cheirava a feno e terra.

O homem estava sentado no chão, com os gêmeos no colo, cobrindo-os com seu casaco gasto. Ao vê-la, levantou-se imediatamente.

—Senhora…

—Levante-se —disse Helena, com firmeza que mal escondia a compaixão—. Traga as crianças para dentro. Está frio demais aqui. Não vou dormir sabendo que dois bebês estão congelando no meu celeiro.

Os olhos do homem se encheram de lágrimas. Ele tentou falar, mas apenas assentiu.

Minutos depois, o calor do fogão os envolvia. Helena improvisou uma cama na sala, com cobertores limpos e travesseiros antigos. O homem deitou os bebês com cuidado reverente, como se o mundo inteiro dependesse daquele gesto.

Antes de fechar a porta do quarto, Helena olhou novamente.

Os três estavam finalmente em paz.

E naquela noite, pela primeira vez em muito tempo, ela também conseguiu dormir sem sentir a casa tão vazia.

Na manhã seguinte, o aroma do café despertou o forasteiro.

Os gêmeos ainda dormiam, encolhidos sob os cobertores. Ele se levantou com cuidado e entrou na cozinha, onde Helena mexia um mingau no fogão. A luz da manhã dourava o contorno de seu rosto severo e suas mãos calejadas.

—Bom dia —disse ele, constrangido—. Desculpe por tudo.

—Sente-se —respondeu ela, servindo-lhe um prato de mingau e pão—. Deve estar com fome.

O homem comeu como quem não prova comida quente há dias. Helena o observou em silêncio até perguntar:

—Qual é o seu nome?

—Tomás Ferreira. E eles são Mateus e Gabriel. Fizeram seis meses há pouco tempo.

Helena assentiu.

—E a mãe?

Tomás baixou o olhar.

—Morreu há três meses… no parto.

A cozinha ficou em silêncio.

—Sinto muito —murmurou Helena.

Tomás engoliu seco.

—Morávamos mais ao sul. Depois que ela se foi… eu não consegui f**ar. Tudo me lembrava dela. Peguei meus filhos e saí em busca de trabalho. Qualquer coisa. Em qualquer lugar.

Helena o encarou por um longo tempo. Ela conhecia aquele olhar — de quem continua vivendo apenas por obrigação.

Olhou pela janela: cercas quebradas, a horta quase seca, o curral precisando de reparos. Desde que seu pai morreu e sua mãe o seguiu meses depois, tentava manter tudo sozinha. Mas era demais.

—Você sabe trabalhar na roça? —perguntou— Construir cercas, cuidar de animais, plantar?

Tomás levantou os olhos.

—Desde criança.

Helena respirou fundo.

—Posso lhe fazer uma proposta. Você me ajuda na fazenda, e eu dou moradia e comida para você e seus filhos. Não prometo luxo… mas aqui ninguém passa fome.

Tomás ficou imóvel.

—Está falando sério?

—Sim. Mas não quero preguiçosos. Eu também trabalho. Aqui ninguém vive de pena.

Os olhos dele se encheram de lágrimas novamente.

—Eu não vou decepcionar a senhora.

Naquela mesma tarde, ele se instalou na antiga casa do capataz. Era simples, mas sólida. Helena levou cobertores, um berço antigo e leite de cabra para os bebês.

E, desde então… tudo começou a mudar.

Tomás trabalhava como se quisesse pagar cada pedaço de pão com suor. Antes do amanhecer já estava de pé: consertava cercas, limpava valas, reconstruía galinheiros, cuidava da horta e do gado.

E Helena… pela primeira vez, não estava sozinha.

Enquanto ele devolvia vida à terra, ela descobria algo inesperado:

Os bebês se acalmavam em seus braços.

Dormiam ao som das cantigas que sua mãe lhe ensinara.

E Tomás… observava tudo isso em silêncio.

Sentindo algo novo nascer dentro dele.

Esperança.

01/04/2026

Quando Vincent van Gogh morreu, ninguém queria suas pinturas. Então a viúva de 28 anos de seu irmão fez algo que mudaria a história da arte para sempre — e ninguém sabe seu nome.

29 de julho de 1890.
Vincent van Gogh morreu em um pequeno quarto sobre um café francês. Tinha 37 anos. Havia vendido exatamente uma pintura durante sua vida.

Seu irmão, Theo van Gogh, era a única pessoa que acreditava nele.
Seis meses depois, Theo também estava morto.

A história deveria ter terminado ali.

Tudo o que restava eram centenas de cartas entre dois irmãos e um apartamento em Paris cheio de pinturas que ninguém queria.

A herança caiu nas mãos de Jo van Gogh-Bonger — uma jovem de 28 anos, lidando com duas perdas, sozinha com um filho pequeno.

Ninguém pediu que ela assumisse responsabilidade por aquelas pinturas.
Ninguém acreditava que valiam alguma coisa.

A maioria das pessoas teria vendido tudo por qualquer preço e seguido em frente.

Jo viu um gênio.

Johanna Bonger nasceu em 1862, em uma modesta família holandesa. Brilhante e ambiciosa, tornou-se professora de inglês — uma carreira respeitável para uma mulher naquela época.

Em 1885, aos 23 anos, conheceu Theo van Gogh, um comerciante de arte que trabalhava em Paris. Casaram-se em 1889. Jo se mudou para Paris, para um apartamento cheio de pinturas não vendidas de Vincent.

Theo as havia guardado, esperando que um dia fossem valorizadas. Nunca foram.

Na primavera de 1890, Vincent visitou Paris. Jo já havia ouvido rumores: o artista instável, o episódio da orelha, suas crises. Esperava alguém assustador.

Em vez disso, escreveu em seu diário:

“Diante de mim estava um homem robusto, de ombros largos, pele rosada e um olhar alegre nos olhos.”

Ele parecia muito mais forte que Theo.

Três meses depois, Vincent estava morto.

Seis meses depois disso, também estava Theo, devastado pela dor.

Janeiro de 1891.

Jo tinha 28 anos, era viúva, sem dinheiro, com um bebê — e um apartamento cheio de pinturas sem valor comercial. O mais fácil teria sido vendê-las barato e seguir em frente.

Ela fez o oposto.

Jo viu o gênio de Vincent. Começou pelas cartas — centenas delas, íntimas, trocadas entre Vincent e Theo. Ela as traduziu para o francês e o inglês.

Essas cartas revelaram a alma de Vincent: não a loucura, mas um artista profundo e revolucionário.

O mundo começou a enxergá-lo de outra forma.

Então, Jo passou à ação com as pinturas. Organizou exposições, escreveu a críticos e apresentou Vincent como um gênio incompreendido.

Recusou-se a vender as obras por preços baixos, mesmo quando precisava de dinheiro.

Durante 35 anos, Jo lutou pelo legado de Vincent. Não por sentimento — por convicção.

Quando morreu, em 1925, Vincent já era uma lenda. Suas pinturas estavam em museus.

O Museu Van Gogh existe porque Jo manteve a coleção intacta.

Tudo o que sabemos hoje sobre Vincent — suas cartas, sua história — foi moldado por ela.

Jo van Gogh-Bonger nunca pintou um único quadro, mas reinventou Vincent van Gogh.

Sem ela, ele teria permanecido apenas como um nome esquecido.

E ainda assim… quase ninguém sabe o nome dela.

01/04/2026

FOBIAS: ENTENDA OS MEDOS MAIS COMUNS 🧠

Fobias são medos intensos e desproporcionais que podem causar desconforto real e até limitar a rotina. Veja algumas das mais conhecidas e o que signif**am 👇

🌊 Ablutofobia
Medo de tomar banho ou se lavar. Pode estar ligado a traumas ou sensações de vulnerabilidade.

🏔️ Acrofobia
Medo de altura. Pode causar tontura, insegurança e sensação de queda mesmo em locais seguros.

🤝 Afefofobia
Medo de contato físico. A pessoa evita ser tocada, mesmo em situações comuns do dia a dia.

👥 Agorafobia
Medo de lugares cheios ou espaços abertos. Muitas vezes relacionado à sensação de não conseguir escapar ou pedir ajuda.

💉 Aicmofobia
Medo de agulhas ou objetos pontiagudos. Muito comum em ambientes médicos.

🐔 Alektorofobia
Medo de galinhas ou aves. Pode parecer incomum, mas é real para quem sente.

🐜 Entomofobia
Medo de insetos em geral. Pode gerar reações intensas mesmo com animais inofensivos.

🐶 Cinofobia
Medo de cães. Pode surgir após experiências negativas ou sem motivo aparente.

🪳 Catsaridafobia
Medo de baratas. Uma das fobias mais comuns e intensas.

🏢 Claustrofobia
Medo de ambientes fechados, como elevadores ou salas pequenas.

🎭 Coulrofobia
Medo de palhaços. Pode estar ligado à aparência ou imprevisibilidade.

🕷️ Aracnofobia
Medo de aranhas. Bastante comum, mesmo quando não há perigo real.

🌙 Nictofobia
Medo do escuro. Mais frequente na infância, mas pode persistir na vida adulta.

🐸 Batracofobia
Medo de anfíbios, como sapos e rãs.

📚 Ergasiofobia
Medo de trabalhar ou de ambientes profissionais. Pode estar ligado à ansiedade e pressão.

🏆 Cacorfobia
Medo de falhar ou não atingir expectativas. Muito comum em pessoas exigentes consigo mesmas.

👉 Fobias não são “frescura”
👉 Podem causar sintomas físicos reais
👉 Podem ser tratadas com acompanhamento adequado

31/03/2026

Já pensou na sua sobremesa de Páscoa? A gente sim!!!!

Torta Duo de chocolate para deixar sua Páscoa mais gostosa e bonita.

Base fininha de massa de chocolate, mousse de chocolate ao leite, mousse de chocolate branco e cobertura de ganache meio amargo com bombons de chocolate sortidos em formato de coelhos.

Encomendas pelo WhatsApp 19 98129-6024 🐰🍫🥕

Kit fraldas com 5 peças: 3 fraldinhas de boca (35 x 35 cm); 1 fralda de ombro (70 x 70 cm); 1 fralda de banho (1,20 x 70...
28/02/2026

Kit fraldas com 5 peças: 3 fraldinhas de boca (35 x 35 cm); 1 fralda de ombro (70 x 70 cm); 1 fralda de banho (1,20 x 70 cm). 🥰

20/02/2026

Dias quentes pede uma salada saborosa e colorida 🥗

19/02/2026

Um bom dia tradicionalíssimo por aqui! Com a nossa duplinha de tradicionais, brigadeiro e beijinho.

03/02/2026

Endereço

Itu, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Selma Boff Artesanatos posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Selma Boff Artesanatos:

Compartilhar