07/01/2026
René Guénon morreu em 7 de janeiro de 1951.
Seu trabalho continua sendo uma das críticas mais lúcidas e implacáveis da modernidade, suas ilusões progressivas e desprezo espiritual.
Contra a corrente do seu tempo e ainda mais do nosso, ele reafirmou a existência de uma verdade metafísica imutável, estranha a ideologias, compromissos e modas.
Celebrar a sua memória hoje é recusar-se a confundir agitação com conhecimento, espiritualidade com sentimentalismo, tradição com folclore.
Através de seus escritos, Guénon nunca procurou seduzir, mas lembrar, com rigor, que qualquer verdade primordial supera o homem e as circunstâncias.
Hoje, seu trabalho continua acompanhando aqueles que buscam clareza ao invés de conforto.