11/05/2026
O avanço da medicina veterinária, aliada às mudanças nos cuidados, trouxeram um fato inédito no universo dos pets: cachorros e gatos nunca viveram tanto.
A expectativa de vida dos cães aumentou. No caso dos de pequeno porte, é ainda mais evidente. Hoje, os menores vivem o dobro de tempo em comparação aos anos 80. Como consequência, ter um cachorro idoso é cada vez mais comum.
Com o passar dos anos, a energia e o metabolismo do cachorro diminuem. Os músculos enfraquecem, dificultando ações simples da rotina, como subir e descer escadas, sofás e camas. Também é possível reparar alterações na memória, visão e audição.
Algumas condições que atingem os mais velhos e precisam estar no seu radar são:
artrite e artrose;
insuficiência renal crônica;
diabetes;
catarata;
problemas cardíacos, como endocardiose;
tumores e câncer;
“Alzheimer” canino (a Síndrome da Disfunção Cognitiva).
Com o envelhecimento, o metabolismo do cão desacelera e as necessidades nutricionais mudam. É fundamental oferecer uma alimentação equilibrada, que ajude a manter o peso ideal, além de garantir a saúde dos órgãos e músculos.
Para que o seu cachorro tenha tudo o que precisa, você deve consultar o médico-veterinário, que vai ajudar a montar a dieta completa para o seu pet.
As rações para idosos, por exemplo, possuem fórmulas com baixos níveis de gordura e caloria. A queda do metabolismo pode levar ao ganho de peso descontrolado, causando a obesidade canina.
A proteína também é super importante para os mais velhos, uma vez que está associada à saúde muscular. Vale lembrar que os idosos tendem a perder músculos, afetando a mobilidade e o bem-estar. Proteínas de alta qualidade têm fácil digestão e ajudam a mantê-los satisfeitos por mais tempo.
Em rações para idosos é possível observar mudanças no teor de fibra, sódio e até no tamanho dos croquetes, para auxiliar na saúde intestinal, renal e na mastigação.