Have a Nice Celebration

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25/08/2026

Uma conquista para as mulheres de Jundiaí. E a luta continua!

No ano passado, protocolamos uma indicação cobrando a cessão de uma psicóloga para a Delegacia da Mulher. Agora, temos uma psicóloga na DDM.

Isso é importante porque uma mulher que chega à delegacia depois de sofrer violência chega, muitas vezes, machucada, traumatizada e com medo. Ela precisa de escuta, acolhimento e cuidado. Não basta registrar a violência: é preciso garantir uma rede de proteção.

É uma vitória da luta coletiva, mas ainda temos muito a conquistar. A violência contra as mulheres cresce, enquanto o governo Tarcísio corta recursos das políticas de proteção às mulheres. Em Jundiaí, foram 548 violações relacionadas à violência doméstica até junho de 2026, 36% a mais que no mesmo período de 2025.

Desde o início do mandato, lutamos por uma DDM 24 horas, porque violência não acontece apenas em horário comercial.

Seguimos somando forças com nossa deputada estadual Deputada Ediane Maria e com a candidata a Deputada Federal Natalia Boulos , juntos oficiamos o Governo do Estado para que Jundiaí tenha uma DDM 24 horas, com equipe completa e preparada.

Conquistamos a psicóloga. Agora queremos a DDM 24 horas. A luta continua até que toda mulher tenha acolhimento, proteção e atendimento digno.

19/08/2026

19 de agosto - Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua

Hoje é dia de memória, mas também de reafirmar uma luta que precisa estar presente todos os dias.

Em 2004, uma chacina na Praça da Sé, em São Paulo, tirou a vida de pessoas em situação de rua.

Lembrar desse episódio é dizer, mais uma vez: essas vidas importam. Nunca mais violência, nunca mais invisibilidade.

E se existe uma coisa que a gente acredita é que não se faz política pública de dentro de um gabinete, sem ouvir quem está na ponta.

Por isso, nosso mandato está presente nos territórios, nas ruas e nos equipamentos, acompanhando de perto a realidade da população em situação de rua e de quem trabalha diariamente para garantir seus direitos.

Estamos junto dos usuários, ouvindo suas demandas, acompanhando as equipes, o Centro POP, o SEAS e as Operações Noites Frias, fiscalizando, cobrando melhorias e levando essas demandas para dentro da Câmara.

Há um ano e meio, estamos trabalhando para fortalecer as políticas de Assistência Social e Saúde em Jundiaí.

E já são R$ 1,7 milhão em recursos articulados para iniciativas como o Consultório na Rua, Projeto Abayomi, Banho e Tosa Social e ampliação das equipes de abordagem do SEAS.

A gente comemora cada conquista porque sabe que política pública transforma vidas. Mas também sabe que ainda existe muito a ser feito.

Nossa luta é por uma cidade que não trate a pobreza como caso de polícia, que enfrente a aporofobia e que reconheça a população em situação de rua como sujeita de direitos.

Estar na rua é também fazer política. É ouvir, acompanhar, cobrar e construir junto.

Seguimos presentes. Porque ninguém deve ser invisível para o poder público.

17/08/2026

Toda nossa solidariedade a Marina Silva , que sofreu uma tentativa de agressão hoje.

Repudiamos toda forma de violência, intimidação e ódio na política. Mulheres não podem ser silenciadas ou ameaçadas por ocuparem espaços de poder e defenderem suas ideias.

A política precisa ser lugar de debate, democracia e respeito — não de violência.

Estamos com Marina. Violência política não!

13/08/2026

Tarcísio é inimigo das mulheres.

Enquanto a violência contra nós cresce, o governo Tarcísio corta e deixa de executar recursos que deveriam garantir proteção e políticas públicas para as mulheres.

Em 2024, dos R$ 26 milhões previstos para ações de combate à violência contra as mulheres, apenas R$ 900 mil foram executados. Menos de 4%.

E não é falta de dinheiro. É escolha política.

Mulher vítima de violência precisa de acolhimento, Delegacia da Mulher funcionando, atendimento psicológico, rede de proteção, prevenção e políticas públicas de verdade.

Não precisamos de um governador que nos abandone.

Precisamos de um governo que olhe para as mulheres, invista na nossa proteção e trate nossas vidas como prioridade.

Tarcísio não pode continuar governando São Paulo.

Mulheres vivas, mulheres protegidas e com direitos: é isso que queremos.

10/08/2026

Depois de 1 ano e meio de vistorias, ofícios e cobranças as obras no Parque do Engordadouro finalmente começaram.

Já encontramos alguns pontos sendo recuperados: pontes de madeira receberam manutenção, a pista de caminhada começando a ser cuidada e os quiosque também passando por intervenções.

Mas obra pública precisa começar, principalmente, pelos pontos mais críticos. E hoje quero destacar dois:

A quadra de areia, que está com o alambrado caindo e oferece sério risco aos munícipes.

Os banheiros, onde as obras já começaram, mas precisam ser prioridade. Ainda não há portas e a estrutura continua sem condições adequadas de uso.

A gente cobra, acompanha e volta para conferir. Porque fiscalizar é também garantir que as obras sejam feitas com segurança, qualidade e respeito à população.

Seguiremos acompanhando e cobrando!

07/08/2026

Voltamos ao Centro Comunitário do Jardim Tamoio e a quadra do bairro para acompanhar de perto a realidade e cobrar soluções.

É assim que fazemos fiscalização: não basta uma visita.

Nós voltamos aos lugares, conversamos novamente com a população, ouvimos quem vive o território e verif**amos se as demandas foram atendidas.

Fiscalizar é acompanhar, cobrar e voltar quantas vezes forem necessárias.

Há um ano estivemos aqui, ouvimos moradores, trabalhadores e crianças.

Fizemos as cobranças. Agora voltamos para verif**ar o que mudou.

A resposta é dura: praticamente nada.

O Centro Comunitário, onde funciona o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, continua sem os reparos necessários.

A quadra, um dos únicos espaços de lazer e convivência das crianças e adolescentes do bairro, segue abandonada.

Política pública não pode existir só no discurso.

Os equipamentos públicos precisam de cuidado, manutenção e investimento para garantir direitos e oferecer espaços dignos para a população.

Nosso mandato seguirá fazendo fiscalização da forma que acreditamos: estando presente, voltando aos territórios, ouvindo as pessoas e cobrando providências.

Seguimos fiscalizando coletivamente, junto com a comunidade, porque quem vive o território conhece suas necessidades e deve participar da construção das soluções.

Não vamos naturalizar o descaso. Vamos seguir acompanhando, fiscalizando e dando voz à comunidade.

06/08/2026

*ATÉ JUNHO, Jundiaí registrou 548 violações. A violência contra as mulheres cresceu 36% em comparação ao mesmo período de 2025*

Enquanto você lê esta legenda, uma mulher pode estar sofrendo violência.

E a violência não escolhe dia nem horário. Por isso, a proteção também não pode ter hora para funcionar.

Jundiaí precisa de uma Delegacia de Defesa da Mulher 24 horas e de uma psicóloga na DDM para garantir acolhimento, reduzir a revitimização e fortalecer a rede de proteção.

Nosso mandato já fez essa cobrança e seguirá pressionando. Porque combater a violência contra as mulheres exige decisão política, investimento público e prioridade.

E f**a um recado importante para as eleições: não basta fazer discurso. É preciso apresentar propostas, votar a favor dos direitos das mulheres e defender políticas públicas que salvam vidas.

Nós escolhemos estar ao lado das mulheres. Sempre.

03/08/2026

Participamos da Festa Julina da Casa de Passagem de Jundiaí e reafirmamos uma convicção: ninguém deve ser invisível.

Defender a assistência social é defender dignidade.

É reconhecer que a proteção social é um direito garantido pela Constituição e que cabe ao poder público assegurar acolhimento, alimentação, cultura, convivência e oportunidades para que pessoas em situação de vulnerabilidade possam reconstruir suas trajetórias com autonomia e respeito.

A assistência social não é favor, nem caridade.

É uma política pública essencial, construída para enfrentar desigualdades, proteger quem mais precisa e garantir direitos.

A pobreza não é uma escolha individual, mas consequência de desigualdades históricas e estruturais.

Por isso, enfrentar a pobreza exige políticas públicas fortes, investimento contínuo e um Estado comprometido com a justiça social.

Enquanto muitos escolhem o preconceito e a criminalização da pobreza, nós escolhemos fortalecer as políticas públicas, ampliar investimentos na rede socioassistencial e defender os direitos humanos.

É esse compromisso que guia o nosso mandato: estar presente, ouvir trabalhadores e usuários dos serviços e lutar para que Jundiaí cuide das pessoas, sem deixar ninguém para trás.

31/07/2026

*A Serra do Japi nos convoca novamente!*
Participe da *Audiência Pública no dia 13/08*

Há 48 anos, milhares de jundiaienses saíram às ruas para defendê-la dos novos loteamentos que surgiam.
Cinco anos depois, veio a conquista: o definitivo tombamento da Serra do Japi, em 1983.

Hoje, a nossa serra continua ameaçada.
Galpões logísticos, especulação imobiliária, data centers.
O pé da Serra continua em risco sem a revisão definitiva da LEI 417, que organiza sua proteção.

Hoje, não basta apenas CONGELAR, mas é preciso REVISAR a lei.

Faça parte do Movimento Nossa Serra
participe da *Audiência Pública no dia 13/08*
e venha cobrar um prazo para a revisão da Lei 417

Endereço

Jundiaí, SP

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