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26/06/2021

“Louvada, amada, invocada, bendita eternamente sejais, ó Senhora do Perpétuo Socorro, minha esperança, meu amor, minha mãe, minha felicidade e vida minha. Assim seja.” (Sto. Afonso Maria de Ligório).

20 de maioBeata Colomba de RietiNo momento em que Angelina Guadanholi estava sendo batizada, desceu sobre sua cabeça uma...
20/05/2021

20 de maio
Beata Colomba de Rieti
No momento em que Angelina Guadanholi estava sendo batizada, desceu sobre sua cabeça uma pomba branca, talvez como um símbolo da infinidade de graças que o Espírito Santo colocou em sua alma. Por isso, ficou conhecida como Colomba, que significa "pomba". Colomba, desde a infância, consagrou seu coração e sua vida ao amor a Jesus Cristo, como fizeram são Domingos e santa Catarina, com quem conviveu e dos quais foi discípula.
Aos 10 anos, ela consagrou sua virgindade a Jesus, mesmo sabendo que seus pais tinham assumido um casamento para ela. Os pais de Colomba aceitaram a contragosto sua recusa em casar-se e permitiram que ela, tornou-se terceira dominicana
Colomba era, de fato, muito especial, pois, além da alta capacidade contemplativa, contava com dons extraordinários, como o da profecia, do conselho, da cura, e sabia perceber, como ninguém, os sentimentos da alma humana. Aos 19 anos, atendendo uma inspiração, foi para a cidade de Perugia, onde fundou um convento dominicano da Ordem Terceira, para a educação das jovens da nobreza.
Seu apostolado foi muito fecundo também fora do convento, onde se tornou uma verdadeira "pomba da paz e da concórdia" na luta que existia entre as poderosas famílias da nobreza, que disputavam a região. Colomba conseguiu impedir inúmeras lutas sangrentas que poderiam ter destruído, várias vezes, a cidade de Perugia.
Ela morreu aos trinta e três anos de idade, no dia 20 de maio de 1501, no convento que havia fundado em Perugia. Seu funeral mal havia começado quando uma pomba branca entrou voando na igreja pousou em sue caixão e lá permaneceu até a missa terminar. Em 1627, foi beatificada pelo papa Urbano VIII, que declarou Colomba de Rieti padroeira de Perugia.
*Fonte: Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas http://www.paulinas.org.br e o Livro das Santas

19 de maio.Beata Humiliana de CerchiHumiliana nasceu na Itália em 1219, antes dos 16 anos, por vontade de seus parentes,...
19/05/2021

19 de maio.
Beata Humiliana de Cerchi
Humiliana nasceu na Itália em 1219, antes dos 16 anos, por vontade de seus parentes, foi dada como esposa a um nobre muito mais velho do que ela, num matrimônio de interesse. Viveu no matrimônio cinco anos, e teve duas filhas. Espelhou-se no exemplo de sua cunhada Ravenna, que dava a todos um admirável exemplo de piedade cristã.
Aos 20 anos, ficou viúva, renunciou a parte de seus dotes para saldar as dívidas deixadas pelo marido e se dedicou com amor à educação de suas filhas. Decidiu viver em castidade e rechaçou as propostas de um novo casamento. Não foi aceita pelas clarissas mesmo após várias tentativas. Resignada a viver no mundo, progredindo na contemplação de Jesus crucificado, tornou-se membro da ordem terceira dos franciscanos, seguida por uma série de santas mulheres. Foram muitos os carismas com que foi favorecida por Deus: êxtases, espírito profético e virtudes taumatúrgicas. Foi abençoada com o dom do milagre, mas também era assediada por demônios. No leito de morte uma amiga queimou incenso e aspergiu água benta no corpo de Humiliana, os demônios fugiram e deixaram que ela morresse em paz. Tinha 27 anos e foi sepultada na igreja de Santa Cruz, logo após seu falecimento surgiu o clamor para canonizá-la.

Fonte: O livro das Santas e Santos franciscanos para cada dia edição Porziuncola

18 de maioBeata Blandina MertenEm sua biografia oficial, Blandina é mencionada como "uma noiva oculta de Jesus Cristo" e...
18/05/2021

18 de maio
Beata Blandina Merten
Em sua biografia oficial, Blandina é mencionada como "uma noiva oculta de Jesus Cristo" e ainda hoje é muito pouco conhecida fora da Alemanha.
Nona de dez irmãos, nasceu na Alemanha. Foi batizada com o nome de Maria Madalena. Na família predominava a educação religiosa. Eram práticas habituais o Terço, a Missa e os Sacramentos. Aos 12 anos, Maria Madalena, segundo o costume da época, fez a Primeira Comunhão e recebeu o Crisma pouco depois. A partir deste momento a devoção à Eucaristia influiria beneficamente em toda a sua vida.
Tendo logrado com alta classificação o diploma de professora, entrou a lecionar por diversas escolas entre 1902 e 1908. Tornou-se verdadeiramente um modelo de mestra católica pela bondade e saber, pela prudência e dedicação.
Entretanto, o "vem e segue-Me" do Divino Mestre ecoou em boa hora na sua alma bem disposta. E assim, aos 25 anos, deu entrada no Instituto das Ursulinas de Monte Calvario, com o nome de Irmã Blandina do Sagrado Coração.
De novo lançada nas tarefas do ensino, continuou dando provas de muita competência e de singulares virtudes. A sua piedade e modéstia, a sua delicadeza e pureza granjearam-lhe o apelido de "anjo" entre os seus semelhantes desde tenra idade.
Ela própria, na altura da profissão perpétua, em 1913, escreveu o seguinte: “Nesse dia consagrei-me ao Divino Redentor e tenho por certo que Ele aprovou o sacrifício”.
De fato, tão relevante espiritualidade há de atribuir-se antes de mais ao espírito de oração, à contemplação das verdades divinas, à devoção a Cristo Sacramentado e ao seu Divino Coração.
O caminho terrestre da Irmã Blandina não seria longo. No outono de 1916, a saúde agravou-se. Por motivo de doença pulmonar, incurável nesse tempo, teve de ser trasladada para o hospital das Irmãs doentes, A última fase da vida passou-a em permanente colóquio de amor com Deus, a quem toda se ofereceu. Nem a solidão nem as dores lhe puderam roubar o sorriso e a paz interior. “A dor - dizia ela – é a melhor escola do amor”.
Aos 35 anos de idade e 11 de vida religiosa, faleceu placidamente com o nome de Jesus nos lábios Foi beatificada em 1º de Novembros de 1987. O número de pessoas que vão rezar em seu tumulo tem aumentado sem parar desde seu falecimento. Muitos relatam graças alcançadas, outros ganharam forças para carregarem sua cruz.
Fonte: e O livro das santas.

17 de MaioBeata Francisca Ulrica NischFrancisca Nisch nasceu na Alemanha, foi a primeira de onze filhos, de uma família ...
18/05/2021

17 de Maio
Beata Francisca Ulrica Nisch
Francisca Nisch nasceu na Alemanha, foi a primeira de onze filhos, de uma família extremamente pobre.
Após terminar os estudos primários, Francisca, já aos doze anos, trabalhou como doméstica na Alemanha e finalmente foi admitida como empregada na casa de uma família em na Suíça. Conquistava a admiração de todos com o seu procedimento correto e particularmente com o exemplo de uma singular piedade.
Tendo adoecido gravemente, precisou ser internada. No hospital, foi tratada com grande carinho e bondade pelas Irmãs de Caridade da Santa Cruz, decidiu entrar para esta Congregação, onde adotou o nome de Irmã Ulrica.
Ela havia começado a receber visitas fraquentes de anjos e santos, confidenciou isso ao pároco, que conseguiu sua admissão, foi designada aos serviços da cozinha, pois desejava um trabalho onde pudesse fazer sacrifícios
Plena de humildade e dedicando-se aos serviços os mais desagradáveis, os trabalhos não a impediam de ajudar as Irmãs e aos parentes com bons conselhos. Seguia rigorosamente o programa das Irmãs da Santa Cruz: Toda do Crucificado, porque toda do próximo, representantes do amor de Cristo. Ela soube impregnar de espírito sobrenatural o trabalho mais obscuro, elevando-o à dignidade de frutuoso apostolado.
Tudo para ela se transformava em oração. Alma toda entregue à vontade de Deus em constante oração, foi favorecida com particulares graças místicas, tinha "odor de santidade". Muitas vezes ela soube de acontecimentos futuros, inclusive a Primeira Guerra Mundial. Em 1912 adoeceu novamente devido à tuberculose, morrendo aos 31 anos "com abnegação como vivera".
Quando decidiram escrever sua biografia, algumas pessoas se espantaram, pois não viam onde residiria sua santidade. Aliás, os títulos das primeiras publicações são eloquentes: “A santa do nada”, “A santa das marmitas”, “A voz silenciosa”. Mas os fatos falam por si: calcula-se que seu túmulo, que está sempre florido, é visitado por cem mil pessoas anualmente; as pessoas ali vão rezar e inúmeros testemunhos dão provas de graças alcançadas por sua intercessão.
Fonte: Heroinas da Cristandade e O livro das Santas

SANTA MARGARIDA DE CORTONAMargarida nasceu em Alviano, Itália. Margarida ficou órfã de mãe, quando ainda era muito crian...
16/05/2021

SANTA MARGARIDA DE CORTONA

Margarida nasceu em Alviano, Itália. Margarida ficou órfã de mãe, quando ainda era muito criança. Sem apoio familiar, ela cresceu em meio a toda sorte de desordens, luxos e prazeres. Era muito bonita e fugiu feliz no início da adolescência e se tornou amante de um nobre muito rico e passou a desfrutar de sua fortuna e das diversões mundanas, teve um filho com ele.
Um dia, porém, o homem foi caçar e foi assassinado. Margarida só descobriu o corpo alguns dias depois, levada misteriosamente até ele pelos cães que acompanhavam o nobre na viagem. Aquele momento, acarretou na moça uma profunda conversão. Percebeu a inutilidade da vida que levava decidindo passar o resto da vida na penitência.
Foi apresentada aos franciscanos de Cortona que se tornaram seus orientadores espirituais e conseguindo ser aceita na Ordem Terceira, passou a trabalhar omo parteira e abriu um hospital.
Aos vinte e três anos Margarida de Cortona, como passou a ser chamada, foi premiada com várias experiências de religiosidade que foram presenciadas e comprovadas pelos seus orientadores espirituais franciscanos. Recebeu visitas do anjo da guarda, teve visões, revelações e mesmo aparições de Jesus, com quem conversava com frequência durante suas orações contemplativas.
Certa vez ouviu em oração: fiz de ti um espelho para os pecadores; em ti os mais inveterados pecadores verão o quanto sou propenso a ser misericordioso".
Margarida é a padroeira dos desabrigados, das mães solteiras e das parteiras, seu dia de festa é 22/02, mas em Cortona e os Franciscanos a homenageiam em 16 de maio.
Ela percebeu que o momento de sua morte se aproximava e foi ao encontro de Jesus serenamente, no dia 22 de fevereiro de 1297. Margarida de Cortona foi canonizada pelo Papa Bento XIII em 1728 e o dia de sua morte indicado para a sua veneração litúrgica.

fonte: santoantoniodopari.com.br

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