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Livraria Campus A Livraria Campus tem à sua disposição todo material escolar, mochilas, jalecos, etc. Contamos com uma grande variedade de livros e presentes.

No limite. Assim se sentem os pacientes de Carole Matthieu. Médica de uma grande empresa de telefonia, ela atende funcio...
11/09/2014

No limite. Assim se sentem os pacientes de Carole Matthieu. Médica de uma grande empresa de telefonia, ela atende funcionários esgotados pelo dia a dia opressor do trabalho. Como Vicent Fournier, ex-figurão da companhia rebaixado a atendente de telemarketing. Deprimido e à beira de um colapso mental, ele já tentara estrangular
a chefe e se suicidar. Vicent estava morrendo aos poucos, e Carole decide apressar as coisas. Frustrada com a insensibilidade de seus superiores, ela desenvolve um senso bastante peculiar de justiça e uma obsessão mortal por desmascarar o sistema.

Inspirado pela onde de suicídios que tirou a vida de dezenas de funcionários da France Télécom e chocou o mundo entre 2008 e 2009, Marin Ledun presenteia os fãs do gênero policial com esta obra de ficção em que se destacam a trama audaciosa, de extrema tensão narrativa, e a escrita inteligente e arrojada.

Crianças Francesas Não Fazem Manha"Os segredos parisienses para educar os filhos"Exaustão com o choro e a manha das cria...
09/09/2014

Crianças Francesas Não Fazem Manha
"Os segredos parisienses para educar os filhos"

Exaustão com o choro e a manha das crianças pequenas, falta de tempo para suas próprias necessidades e para um convívio romântico em casal, sofrimento com insegurança, preocupação excessiva, dependência e culpa. Tudo issofaz realmente "parte do pacote" de ter filhos?
Pamela Druckerman começou a perceber que, na França, a resposta é um enfático não. Os pais que ela observou em Paris parecem ter encontrado o equilíbrio perfeito entre ouvir os filhos e deixar claro que são os adultos que mandam. Dentro de um limite conhecido como "cadre", essas crianças têm total liberdade e autonomia, mas fora dele quem exerce autoridade são os pais.

O que dizer então das mães francesas, impecavelmente vestidas, penteadas e maquiadas? Elas não irradiam aquela famosa combinação de cansaço, preocupação e exasperação que emana da maior parte das mães. Quais são, afinal, os segredos delas? As mães francesas são realmente perfeitas e felizes? Conforme Pamela investiga, tudo indica que sim.

Os franceses conseguem balancear admiravelmente suas necessidades e as das crianças, não se acorrentam a um falso conceito de pais perfeitos e, ainda assim, são atentos, carinhosos e criam filhos educados e felizes.
Pamela Druckerman nos convida a uma surpreendente jornada pela cultura francesa e a rever alguns conceitos da criação de filhos.

"Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante - o que lhe dá...
09/09/2014

"Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante - o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos -, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas."

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, "A Culpa é das Estrelas" é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

Para cada dia do ano, uma mensagem de encorajamento, de conforto, de esperança e de paz.Os desertos da vida costumam apa...
05/09/2014

Para cada dia do ano, uma mensagem de encorajamento, de conforto, de esperança e de paz.

Os desertos da vida costumam aparecer de repente: lutas, conflitos íntimos, enfermidades, a perda de alguém muito querido... Às vezes parece que nosso mundo desaba sobre nós. Perdemos a paz, a energia, a vontade de lutar. Sentimo-nos exaustos e solitários.

Nessas horas difíceis não é fácil evitar indagações do tipo "Por que comigo? Como? Pra quê? O que foi que eu fiz?" E o coração clama: "Deus, preciso de uma resposta! Preciso de alívio para a minha dor!"

Mananciais no Deserto oferece a você água pura, cristalina, refrescante, em doses diárias para saciar sua sede e fortalecer seu coração. Suas mensagens trazem alento, esperança, orientação prática e respostas que nos ajudam a ver o amor de Deus presente mesmo nas circunstâncias mais difíceis. São 366 meditações breves, sempre acompanhadas de uma passagem bíblica, para cada dia do ano.

Empresários, donas de casa, operários, atletas, estudantes, artistas, profissionais liberais e líderes religiosos têm sido unânimes em testemunhar do quanto Mananciais no Deserto foi útil em momentos marcantes de sua vida.

Daniel Grigori parece estranhamente familiar para Luce... Misterioso e reservado, ele chama a atenção de Lucinda no prim...
05/09/2014

Daniel Grigori parece estranhamente familiar para Luce... Misterioso e reservado, ele chama a atenção de Lucinda no primeiro dia de aula na Sword & Cross - um internato para adolescentes problemáticos em Savannah, na Geórgia. Em um lugar onde celulares são proibidos e câmeras de segurança vigiam cada canto, Daniel se torna a única alegria dos dias de Luce, quase uma obsessão.

Mas o rapaz não está nem aí para ela, e não se inibe em deixar isso bem claro. Por que ele a ignora? Luce acredita que passar o último ano no reformatório, depois que o primeiro namoradinho morreu em um misterioso incêndio, já é castigo suficiente. Talvez as estranhas sombras que sempre a atormentaram tenham alguma relação com a atitude de Daniel...

No entanto, ela não consegue ficar longe dele, e a atração entre os dois acaba se mostrando inevitável, mágica. Luce precisa descobrir qual o segredo que Daniel guarda tão desesperadamente - uma verdade que poderia matá-la. Algo que, em vidas passadas, Daniel não conseguiu evitar.

A última coisa que Mia se lembra é a música.Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo se...
05/09/2014

A última coisa que Mia se lembra é a música.

Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais - mas não sente nada.

Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar a sua vida enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar perto dela.

Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente - e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.

Se ela ficar...

"Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo": esse é o slogan que aparece no velho letreiro da Island Books. A. J. F...
01/09/2014

"Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo": esse é o slogan que aparece no velho letreiro da Island Books. A. J. Fikry, o dono da livraria, está prestes a descobrir o que isso significa de verdade.

A vida de A. J. não se desenrolou como planejado. Sua esposa morreu, as vendas de sua livraria estão em queda, e seu bem mais precioso, uma edição rara de um livro de poesia, foi roubada.
Todos em sua vida parecem irritantes. Seja o policial Lambiase, que parece estar presente nos momentos importantes da vida de A. J., ou Amelia, uma representante de vendas um tanto excêntrica que insiste em visitá-lo.
Até os livros parecem sem graça.

Certo dia um pacote misterioso aparece na livraria. É um pacote pequeno, mas bastante pesado. Essa entrega inesperada dará a A. J. Fikry a oportunidade de refazer sua vida, começar de novo. E, aos poucos, toda a cidade nota a diferença e os livros voltam a enfeitiçar a pequena Alice Island.

Um romance engraçado, delicado e comovente, que nos faz lembrar por que nos apaixonamos.

As Viagens de Gulliver é um clássico da literatura inglesa, escrito por Jonathan Swift em 1726. A narrativa e aventura c...
01/09/2014

As Viagens de Gulliver é um clássico da literatura inglesa, escrito por Jonathan Swift em 1726. A narrativa e aventura conta as viagens de Lemuel Gulliver por países um tanto excêntricos, onde conhece culturas e povos jamais imagináveis. O que parece uma leitura inocente é uma reflexão categórica e simbólica da Inglaterra e mesmo da sociedade europeia do século XVIII. A narrativa de Jonathan Swift é notável, pois é leve e envolvente, tornando-a uma literatura atemporal.

Jonathan Swift foi um escrito irlandês, nasceu em Dublin em 1667, foi teólogo e sempre esteve envolvido com a escrita, pois com essa atividade satirizava muito os políticos da Inglaterra, para onde acabou se mudando.
Sua vida foi dedicada à profissão de decano e ao seu amor por uma moça chamada Stella. Seus escritos são mais marcados por ensaios e pequenos textos de artigos, sendo As Viagens de Gulliver seu único romance famoso.
Swift morreu aos 67 anos na mesma cidade em que nasceu.

Livro de criança? Com certeza.Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.Como explicar a...
01/09/2014

Livro de criança? Com certeza.
Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.
Como explicar a adoção deste livro por povos tão variados, em tantos países de todos os continentes? Como explicar que ele seja lido sempre por tantos milhões e milhões de pessoas? Como explicar a atualidade deste livro traduzido em oitenta línguas diferentes?
Como compreender que uma história aparentemente tão ingenua seja comovente para tantas pessoas?
O Pequeno Príncipe desenvolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia a dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem menino.

"Há seis anos, sofri uma pane no deserto do Saara. Alguma coisa se quebrara no motor. E como não trazia comigo nem mecânico nem passageiros, preparei-me para executar sozinho aquele difícil deserto. Era, para mim, questão de vida ou morte. A água que eu tinha para beber só dava para 8 dias.
Na primeira noite adormeci sobre a areia, a quilômetros e quilômetros de qualquer terra habitada. Estava mais isolado que um náufrago num bote perdido no meio do oceano. Imaginem qual foi a surpresa quando, ao amanhecer, uma vozinha estranha me acordou. Dizia: - Por favor... Desenhe-me um carneiro.
Levantei-me num salto, como se tivesse sido atingido por um raio. Esfreguei bem os olhos. Olhei ao meu redor. e vi aquele homenzinho extraordinário que me observava seriamente. Olhava para aquela aparição com os olhos arregalados de espanto.
Não esqueçam de que eu me achava a quilômetros e quilômetros de qualquer terra habitada. Quando finalmente consegui falar, perguntei-lhe: - Mas... Que fazes aqui?
E ele repetiu, então, lentamente, como se estivesse dizendo algo muito sério: - Por favor... Desenha-me um carneiro.
E foi assim que conheci, um dia, o Pequeno Príncipe."

A Divina Comédia é uma das obras poéticas fundamentais da literatura mundial. Seu impacto sobre os contemporâneos de Dan...
01/09/2014

A Divina Comédia é uma das obras poéticas fundamentais da literatura mundial. Seu impacto sobre os contemporâneos de Dante foi enorme e quase imediato. Já no século XIV criavam-se em toda Itália cátedras especiais para interpretar seu conteúdo alegórico. A posteridade só confirmou sua grandeza.

Dante começou a escrevê-la em 1308 e trabalhou nela até pouco antes de sua morte. Nela, o trágico não constitui elemento essencial, e a língua e o estilo empregados são simples e naturais. Acompanhado por Virgílio, o poeta percorre o Inferno, o Purgatório e o Paraíso.

Para Dante, Virgílio representa a Razão e a Sabedoria Humana. E Beatriz, a mulher amada, a Revelação e a Sabedoria Divina. Esse volume contém o texto integral da obra prima de Dante.

Em Pequim, um monge cai morto em sua cela. Uma marca terrível e desconhecida cobre-lhe as costas. Em Mumbai, um economis...
01/09/2014

Em Pequim, um monge cai morto em sua cela. Uma marca terrível e desconhecida cobre-lhe as costas. Em Mumbai, um economista adorado por ajudar os pobres morre de forma repentina. Seu cadáver ostenta a mesma marca. Em todo o mundo surgem relatos de mortes semelhantes - e todas as vítimas são humanitários.

Em Veneza, um policial dedicado lança pela Interpol um alerta para a polícia das principais capitais do planeta: encontrem as pessoas boas do seu país e digam-lhes o que está acontecendo. Em Copenhague, a tarefa é entregue ao detetive Niels Bentzon. Treinado para enxergar o pior da humanidade, a princípio ele não é bem-sucedido em sua busca. Quando já estava quase desistindo, conhece Hannah Lund, uma cientista brilhante que o ajuda a juntar as peças do intrincado quebra-cabeça.

Com o ritmo ágil e um final, de fato, surpreendente, O Último Homem Bom combina a ação do thriller ao mistério da metafísica em uma trama inquietante que remete a nomes como Dan Brown e Stieg Larsson.

Sob o pseudônimo de A. J. Kazinski, os dinamarqueses Anders Ronnow Klarlund e Jacob Weinreich criaram uma parceria literária que, com o apoio de pesquisas na Itália e na Dinamarca, deu origem a O Último Homem Bom. Lançado em 2010, o livro logo se transformou em Best-seller. Subvertendo a lógica tradicional das obras do gênero, os heróis deste thriller empreendem uma caçada eletrizante não exatamente aos bandidos, mas às últimas pessoas boas do mundo.

Clary Fray, 15 anos, decide passar a noite em uma boate de moda em Nova York, e o maior de seus problemas seria lidar co...
01/09/2014

Clary Fray, 15 anos, decide passar a noite em uma boate de moda em Nova York, e o maior de seus problemas seria lidar com o truculento segurança da porta, certo? Errado. Clary testemunha um crime, e não um crime qualquer: um assassinado cometido por três adolescentes cobertos por enigmáticas tatuagens, brandindo armas esquisitas. Para completar, o corpo da vítima desaparece no ar.

Clary quer ligar para a polícia; Quer gritar; Quer chamar seu amigo, Simon, que ficou na boate enquanto ela teve a infeliz ideia de perseguir o menino bonitinho de cabelo azul... Mas como explicar a eles que ninguém mais na rua enxerga os assassinos, apenas ela? Como provar que houve um crime se não há rastro algum do sangue do garoto morto - aliás, era mesmo um menino?

Mas ela nem tem tempo de tomar uma decisão; Logo os assassinos se apresentam para a estranha mundana que não deveria vê-los, mas vê. Jace, Alec e Isabelle são Caçadores de Sombras, guerreiros cuja missão é proteger o mundo que conhecemos de demônios e outras criaturas. Vampiros que saem da linha, lobisomens descontrolados, monstros cheios de veneno? É por aí mesmo. E depois desse primeiro contato com o Mundo de Sombras, e com Jace - um Caçador que tem a aparência de um anjo, mas a língua tão afiada quanto Lúcifer -, a vida de Clary nunca mais será a mesma. Mesmo.

Sombrio, engraçado e sexy, Cidade dos Ossos é o primeiro volume da série Os Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare, que frequentou a lista do New York Times por várias semanas.

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