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Dispõe de um acervo de mais de 2 mil livros, além de loja virtual de produtos voltados aos apaixonados por livros. A LIVRERIA é a primeira locadora online de livros do Rio Grande do Sul, contendo o acervo de mais de 2.000 títulos, dos mais variados gêneros e autores nacionais e estrangeiros, e busca manter-se atualizada com relação aos últimos lançamentos.
É uma excelente opção não só para quem qu

er gastar menos, mas também para quem tem pouco espaço para armazenar livros e, principalmente, para quem quer novas experiências de leitura. Simples, prática e econômica, a proposta é de multiplicar as possibilidades de leitura com base na ideia de economia compartilhada. www.livreria.com.br
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Conheça, assine e desfrute do incrível acervo da Livreria, você só tem a ganhar!
05/12/2019

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PASSEIOS NA ILHA, de Carlos Drummond de Andrade"O progresso nos dá tanta coisa que não nos sobra nada nem para pedir, ne...
04/12/2019

PASSEIOS NA ILHA, de Carlos Drummond de Andrade
"O progresso nos dá tanta coisa que não nos sobra nada nem para pedir, nem para desejar, nem para jogar fora."
Terceiro livro de prosa de Carlos Drummond de Andrade, publicado originalmente em 1952, Passeios na ilhacombina textos históricos, crônicas, aforismos e crítica literária. A "ilha" de que fala o livro tem sentido obviamente metafórico e não está nem muito longe nem muito perto do litoral. Nas palavras do próprio escritor: “Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente”. É desse lugar que Drummond observa a vida literária, num tom que combina a compreensão e a ironia somente facultadas pela perspectiva histórica. Assim, o livro abre um caminho arriscado entre as posições da chamada arte participante, alardeadas pela militância do Partido Comunista fora e dentro do Brasil, e a atitude de cultivo estrito da forma estética defendida pelos poetas da geração de 1945.

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03/12/2019

Você conhece os serviços que a Livreria oferece? Além da locação de livros tem consultoria de leitura, compra de livros direcionada para clientes e feiras do livro para empresas. Benefícios como esses só se encontra na Livreria, entre em contato e saiba mais!

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02/12/2019

Não se prenda, tenha a chance de ler milhares livros por um valor justo! Com a Livreria você tem a liberdade e a economia de ler quantos livros quiser. Assine a Livreria!

⦁ O FASCISMO TERNO, de Umberto Eco Uma reflexão importante e necessária sobre o sentido da história e a importância da m...
29/11/2019

⦁ O FASCISMO TERNO, de Umberto Eco
Uma reflexão importante e necessária sobre o sentido da história e a importância da memória. Publicado pela primeira vez em 1997, como parte do livro Cinco escritos morais, O fascismo eterno chega aos leitores em nova edição no momento de ascensão mundial do flerte com o fascismo. Segundo Umberto Eco, entre as possíveis características do Ur-Fascismo, o “fascismo eterno” do título, estão o medo do diferente, a oposição à análise crítica, o machismo, a repressão e o controle da sexualidade, a exaltação de um “líder”, um constante estado de ameaça, entre outros. O fascismo, denuncia o autor, longe de ser apenas um momento histórico vivo na Itália, na Europa (e no Brasil) do século XX, é uma ameaça constante da nossa sociedade.

“A leitura é a arte de construir uma memória pessoal a partir de experiências e lembranças alheias.” - Ricardo Piglia
28/11/2019

“A leitura é a arte de construir uma memória pessoal a partir de experiências e lembranças alheias.” - Ricardo Piglia

⦁ O SÍMBOLO PERDIDO, de Dan Brown "Às vezes basta uma pequena mudança de perspectiva para vermos algo familiar a uma luz...
27/11/2019

⦁ O SÍMBOLO PERDIDO, de Dan Brown

"Às vezes basta uma pequena mudança de perspectiva para vermos algo familiar a uma luz completamente diferente."

SINOPSE: "O símbolo perdido é denso, exótico, cheio de códigos e pistas, imagens impressionantes e a dinâmica incessante que torna impossível deixá-lo de lado. Esplêndido. Outra história arrebatadora de Robert Langdon." - The New York Times Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência, noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos. **** O que está perdido... ...será encontrado. Concebida e projetada por grandes mestres maçons – George Washington, Benjamin Franklin e Pierre L’Enfant –, a capital dos Estados Unidos, assim como Roma, está crivada de passagens secretas e túneis subterrâneos. Sua arquitetura, sua arte e seu simbolismo estão entre os mais interessantes do mundo. Porém há quem acredite que a cidade guarda algo mais... Atraído para Washington sob o pretexto de dar uma palestra para um seleto grupo de convidados do Instituto Smithsonian, o famoso simbologista Robert Langdon se vê novamente desafiado a desvendar um mistério secular. Ao chegar ao Capitólio, local do suposto evento, Langdon descobre que seu amigo Peter Solomon, maçom do mais alto grau, está desaparecido. De repente, um grito chama atenção para um sinistro objeto deixado no chão, no centro da Rotunda: a mão direita de Peter, cortada, reproduzindo um antigo convite para a iniciação no conhecimento secreto de todos os tempos. Para salvar Solomon, Langdon não tem alternativa a não ser atender às exigências de seu sequestrador, Mal’akh, um homem extremamente forte, ambicioso, inteligente... e tatuado da cabeça aos pés. Ele afirma que Robert é a única pessoa no mundo capaz de destrancar um portal místico que lhe daria acesso irrestrito aos Antigos Mistérios. Em sua corrida contra o tempo, Robert vai contar com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada pesquisadora que acredita na relação entre misticismo e ciência moderna. Juntos, eles percorrerão os principais pontos da cidade e suas galerias subterrâneas, decifrando símbolos maçônicos e encontrando pistas disfarçadas à vista de todos na arquitetura de Washington. "Eletrizante e divertido, como uma viagem de montanha-russa." – Los Angeles Times "Robert Langdon ainda é um herói fenomenal, um intelectual que consegue manter a calma mas crises e correr quando é preciso. Os códigos são intrigantes, os cenários projetam nova luz sobre locais conhecidos e as páginas vão sendo viradas uma após a outra." – Entertainment Weekly

É assim que a leitura se torna criativa e produtiva, pela descoberta dos sentidos do texto e a atribuição de outros. Do ...
27/11/2019

É assim que a leitura se torna criativa e produtiva, pela descoberta dos sentidos do texto e a atribuição de outros. Do contrário, ela se torna apenas assistir a um desfile de letras, palavras e frases vazias, diante de olhos tão passivos, quanto sonolentos. O mundo simbólico se amplia diariamente. A maior parte dos fenômenos, sejam de natureza política, econômica, social ou cultural, fazem parte de um registro contínuo do homem. Também a reinvenção da realidade por meio dos textos literários, que constroem uma nova linguagem, nos dá a dimensão das emoções, sentimentos, críticas e vivências do homem, na sua busca de sentido para a existência. Nos contos, crônicas, romances, poemas, nos mais variados textos criados, há sempre um universo interior e exterior de pessoas que vivem ou viveram num determinado tempo e espaço. Ler os textos escritos e as diversas linguagens inerentes ao ser humano é ampliar o nosso próprio mundo simbólico, é desenvolver nossa capacidade de comunicar e criticar, enfim, é um ato contínuo de recriação e invenção.

Assine e tenha acesso a todo universo literário da Livreria! Entre em contato e saiba mais sobre outros serviços que a L...
25/11/2019

Assine e tenha acesso a todo universo literário da Livreria! Entre em contato e saiba mais sobre outros serviços que a Livreria pode te oferecer.

⦁ A HISTÓRIA SECRETA DA CRITATIVIDADE, de Kevin AshtonSINOPSE: Quando pensamos nos grandes inventores e gênios criativos...
22/11/2019

⦁ A HISTÓRIA SECRETA DA CRITATIVIDADE, de Kevin Ashton
SINOPSE: Quando pensamos nos grandes inventores e gênios criativos, muitas vezes temos a impressão de que seus feitos são resultado de um momento de inspiração. Imaginamos que Mozart ouvia suas composições inteiras na mente antes de escrevê-las, que Einstein desenvolveu a Teoria da Relatividade durante uma conversa informal e que Kandinsky pintava suas obras numa única tarde. Mas, na verdade, a criação está longe de depender da sorte, da simples inspiração ou de algum dom especial. Em A história secreta da criatividade, o professor do MIT Kevin Ashton mostra que o processo criativo é lento, complexo, espinhoso e repleto de falhas, frustrações e recomeços. Por meio de histórias reais e inspiradoras como a do menino de 12 anos que fez a produção mundial de baunilha crescer no século XIX, da mulher que realizou as primeiras descobertas sobre o DNA e dos irmãos Wright dominando a arte de voar , Ashton explora algumas das grandes invenções da humanidade para revelar a surpreendente verdade por trás de sua concepção. Ao analisar a trajetória de grandes nomes das ciências, das artes e dos negócios, o autor mostra que a capacidade criativa é inerente ao ser humano. O que faz com que alguns deles se destaquem, no entanto, é um misto de perseverança, trabalho duro e dedicação. De Arquimedes à Apple, dos Muppets à latinha de Coca-Cola, este livro é uma apaixonante investigação sobre o surgimento das ideias e mostra que todos nós somos capazes de colocá-las em prática.

O hábito de ler é sem dúvida um dos maiores presentes que uma criança pode receber. A leitura abre inúmeras portas para ...
21/11/2019

O hábito de ler é sem dúvida um dos maiores presentes que uma criança pode receber. A leitura abre inúmeras portas para o desenvolvimento do indivíduo e seus benefícios intelectuais e de apoio ao aprendizado escolar são proporcionais ao prazer de desbravar novos mundos pela imaginação.
Crianças que desde cedo são estimuladas a folhear livros, frequentando livrarias e bibliotecas e desenvolvendo a leitura como parte de sua rotina, naturalmente desenvolvem o prazer pelos livros.
A criança que lê, possui mais conhecimento do mundo, requisito básico para o desenvolvimento de uma melhor interpretação textual, habilidade fundamental no contexto escolar. Sem a leitura, o desempenho nas demais disciplinas estudadas na escola é comprometido.
Quanto mais cedo uma criança escuta palavras de variados campos semânticos e fonéticos, mais repertório ela terá, tanto em suas conversações, quanto nas atividades escolares. Consequentemente, essa criança também terá boas habilidades ortográficas e desenvolverá sua escrita de forma mais completa, uma vez que terá abundância de visualização das palavras e familiaridade com formações textuais adequadas ao padrão normativo da língua.
Bons livros estimulam a imaginação, aguçam a atenção aos detalhes das narrativas e ao som rítmico das palavras. Tudo isso gera riqueza de ideias e, portanto, um melhor aproveitamento das atividades escolares.
Fonte: Instituto Noa

A MAÇÃ NO ESCURO, de Clarice Lispector."O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós."SINOPSE: Seri...
20/11/2019

A MAÇÃ NO ESCURO, de Clarice Lispector.

"O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós."
SINOPSE: Seriam os atos do homem, às vezes os mais cruéis, necessários para elevá-lo à condição de imagem e razão? Em A maçã no escuro, Clarice Lispector faz crer que sim, transformando o atordoado Martim em um novo homem após ter supostamente assassinado a mulher. Fugindo do crime, Martim acaba descobrindo-se como homem, desprezando os antigos valores estabelecidos em sua vida. Na corrida por uma nova existência, ele se revela numa outra condição. Sua fuga, em vez de isolá-lo, remonta à criação do homem, de um novo ser surgido do nada. A narrativa, próxima da criação bíblica, em vez de julgar os personagens culpados ou inocentes, faz deles aprendizes do mundo, onde cada etapa funciona como uma gênese de um ser recém-criado. Clarice Lispector coloca-se na narrativa como um espectador capaz de alterar os destinos dos personagens. Agindo como um Deus, a autora muitas vezes abandona as características próprias de cada um deles para fazer uma descrição própria de seus papéis na história maior contada no livro: a vida, a criação, a dor e o prazer de ser. E se por um lado o leitor fiel de Clarice pode estranhar que a figura principal deste livro seja um homem – é Martim, o herói-vilão, estopim de mudanças em si e nos outros ―, ao mesmo tempo acabará identificando nele uma característica comum aos protagonistas da autora: um profundo mergulho em seus próprios valores, a visão ensimesmada da existência, que os aproxima e os iguala em grau, sofrimento e gozo a qualquer pessoa. Os três capítulos que formam A maçã no escuro, escrito de 1951 a 1961, quando foi publicado, mostram de forma gradativa o pecado, ato impensado, e a redenção, o surgimento de um outro, como elementos primordiais de evolução do ser. A análise profunda que Clarice impõe nada mais é que o exercício do pensamento: o diferencial do homem, que mata, morre e ressuscita, ressurgido a cada momento.

Endereço

Pelotas, RS
96010-280

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