Tino Artigos Religiosos

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24/05/2017

Para adquirir um exemplar do livro O segredo do Círio Pascal, entre em contato com a Tino artigos religiosos:
E-mail [email protected]
ou pelo telefone (41) 999209951
Conheça um pouco desta estória:
Normalmente, os símbolos explicam-se por si mesmo, mas quando nascem em culturas de diferentes é mister que alguém nos diga o significado mais profundo que possuem.
"O Segredo do Círio Pascal" é uma obra que ultrapassa a mera explicação dos elementos que compõem essa "vela grande" que é abençoada e preparada no Sábado Santo e ilumina não só a noite escura que precede a aurora da ressurreição, mas traz alegria e enche de júbilo toda igreja.
Este livro, escrito de forma muito didática e numa dinâmica que atrai o leitor, deixando-o sem vontade de interromper a leitura até a última página, enriquece o conhecimento e convida-o a fazer uma viagem ao interior de si mesmo, pois a Luz de Cristo brilha em sua vida desde o dia de seu batismo.
Li sem interromper e recomendo para catequese da crisma, para os adultos e, sobretudo, para a pastoral da liturgia e ministros extraordinários da comunhão e da esperança.
(Pe. Edivino Sicuro)

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17/05/2017

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Normalmente, os símbolos explicam-se por si mesmo, mas quando nascem em culturas de diferentes é mister que alguém nos diga o significado mais profundo que possuem.
"O Segredo do Círio Pascal" é uma obra que ultrapassa a mera explicação dos elementos que compõem essa "vela grande" que é abençoada e preparada no Sábado Santo e ilumina não só a noite escura que precede a aurora da ressurreição, mas traz alegria e enche de júbilo toda igreja.
Este livro, escrito de forma muito didática e numa dinâmica que atrai o leitor, deixando-o sem vontade de interromper a leitura até a última página, enriquece o conhecimento e convida-o a fazer uma viagem ao interior de si mesmo, pois a Luz de Cristo brilha em sua vida desde o dia de seu batismo.
Li sem interromper e recomendo para catequese da crisma, para os adultos e, sobretudo, para a pastoral da liturgia e ministros extraordinários da comunhão e da esperança.
(Pe. Edivino Sicuro)

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10/05/2017

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Este livro, escrito de forma muito didática e numa dinâmica que atrai o leitor, deixando-o sem vontade de interromper a leitura até a última página, enriquece o conhecimento e convida-o a fazer uma viagem ao interior de si mesmo, pois a Luz de Cristo brilha em sua vida desde o dia de seu batismo.
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(Pe. Edivino Sicuro)

10/05/2017

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"O Segredo do Círio Pascal" é uma obra que ultrapassa a mera explicação dos elementos que compõem essa "vela grande" que é abençoada e preparada no Sábado Santo e ilumina não só a noite escura que precede a aurora da ressurreição, mas traz alegria e enche de júbilo toda igreja.
Este livro, escrito de forma muito didática e numa dinâmica que atrai o leitor, deixando-o sem vontade de interromper a leitura até a última página, enriquece o conhecimento e convida-o a fazer uma viagem ao interior de si mesmo, pois a Luz de Cristo brilha em sua vida desde o dia de seu batismo.
Li sem interromper e recomendo para catequese da crisma, para os adultos e, sobretudo, para a pastoral da liturgia e ministros extraordinários da comunhão e da esperança.
(Pe. Edivino Sicuro)

No Evangelho deste domingo, Jesus fala do “bom pastor”. Seguindo os passos de Ezequiel, que profetizou contra os maus pa...
06/05/2017

No Evangelho deste domingo, Jesus fala do “bom pastor”. Seguindo os passos de Ezequiel, que profetizou contra os maus pastores de Israel, Ele se serve de uma parábola para mostrar a diferença entre o verdadeiro pastor das ovelhas e aqueles que vêm “para roubar, matar e destruir”. O discurso de Cristo é enigmático, conforme atesta o próprio evangelista: “Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer”.
Jesus começa falando de um “redil” e, mais adiante, diz ser “a porta das ovelhas”. Para entender essa afirmação, é preciso compreender que, no tempo de Cristo, os pastores de ovelhas viviam como nômades e só juntavam o seu rebanho no período do inverno. Nos redis mais simples, com portas pouco confiáveis, os pastores deitavam-se em frente à porta do aprisco, servindo eles próprios de porta para guardar as ovelhas. Por isso Jesus fala que é “a porta das ovelhas”.
É claro que, com esse discurso, Jesus queria dizer algo muito mais profundo. Ele falava de outro redil, que é a Igreja, cujo pastor, Ele próprio, é responsável por conduzir o rebanho a outras pastagens. Essas, por sua vez, indicam o Céu, a morada definitiva das ovelhas. Ao falar de si mesmo como “a porta das ovelhas”, Jesus aponta para o único caminho possível de entrada neste redil: a Cruz, a passagem por Sua morte e ressurreição, a Sua Páscoa.

Santo do dia - Santo Ângelo - 05 de maioSanto Ângelo se abriu à vontade de Deus através da vida de oração e penitênciaNa...
05/05/2017

Santo do dia - Santo Ângelo - 05 de maio
Santo Ângelo se abriu à vontade de Deus através da vida de oração e penitência
Nasceu em Jerusalém em 1185, numa família de tradição judaica.
Através de um sonho se converteu ao Cristianismo. Neste sonho, Nossa Senhora o visitou, dizendo que sua família receberia uma grande graça: o nascimento de uma nova criança, mesmo seus pais sendo de idade avançada.
E assim aconteceu. Ângelo percebeu o chamado de Deus, e recebeu junto com seu irmão recém-nascido, a graça do santo Batismo.
Santo Ângelo se abriu à vontade de Deus através da vida de oração e penitência. Quanto ao seu lugar na Igreja, fez experiência religiosa em vários mosteiros da Palestina e Ásia Menor, até que, ao passar o tempo num Carmelo, entrou na ordem consagrada a Nossa Senhora, a família Carmelita.
Da Itália foi para a Sicília, e já sacerdote, fez um belo trabalho apostólico.
Um homem dócil e corajoso. Certa vez, ao pregar, deparou-se com a graça da conversão de uma mulher que vivia no adultério com um senhor de muitas posses. Ela se abriu ao Evangelho, mas ele não. E este, mandou assassinar Santo Ângelo, que foi morto após uma pregação com apenas 34 anos.
Santo Ângelo, rogai por nós!

01/05/2017

José, o justo.
Em que consiste a justiça de José? Nada nos é explicado sobre a sublime justiça pela qual José acreditou na intervenção divina; ao contrário da Virgem, ele não tem nenhum papel na concepção virginal. A justiça se cumpre quando permite a Deus superar as dificuldades que se criam para um nascimento sem pai, difamante para os homens. Em compensação, José tem um papel capital no nascimento legal. Como Maria obedeceu na qualidade de serva do Senhor para conceber o Filho do Altíssimo, assim também ele deve obedecer para tornar-se o pai. A dúvida que o entrega às suas forças não é relatada por interessar-se em suas angústias pessoais, ou às virtudes morais, mas por revelar como se realiza o plano divino. Somente Deus conduz o desenrolar-se dos acontecimentos, mas nem por isso despreza a participação dos homens. É em nome da estirpe de Davi, em nome de Israel, como representante do Povo Eleito que, por ordem divina, o justo José aceita o mistério da Nova Aliança. Se Lucas, evangelista de Maria, nos conta a concepção e o nascimento do Filho da Virgem, Mateus refere o nascimento do Messias, o Filho de Davi.
José se mostra justo não enquanto observa a Lei que autoriza o divórcio em caso de adultério, nem porque se demonstra bom, nem porque ele deva prestar justiça a uma inocente, mas pelo fato de que ele não queira passar-se por pai do menino, Filho de Deus. Se ele teme tomar Maria como sua esposa, não é por uma razão profana; é porque ele descobre uma «economia» superior àquela do matrimônio que pretendia contrair. O Senhor modificou o seu desígnio sobre ele; que ele aceite de assegurar o futuro de sua eleita. José se retira, tendo o cuidado, na delicadeza da sua justiça para com Deus, de não «divulgar» o mistério divino de Maria. (...)
José não é somente um modelo de virtude, mas o homem que exerceu uma função indispensável na economia da Salvação. O justo José pode ser comparado a João, Precursor.
João anuncia e indica o Messias; José acolhe o Salvador de Israel. João é a voz que se faz eco da tradição profética; José é o Filho de Davi que adota o Filho de Deus. Por motivo de sua proclamação oficial, João é Elias, o grande profeta; por motivo do humilde acolhimento que ele faz ao Emanuel na sua estirpe, José é o Justo por excelência. Como todos os justos, ele espera o Messias, mas somente ele recebe a ordem de estender uma ponte entre os dois Testamentos; muito mais que Simeão que toma Jesus em seus braços, ele acolhe Jesus na sua própria estirpe. José reage como os justos da Bíblia diante de Deus que intervem na sua história: como Moisés que descalça as sandálias, como Isaías aterrorizado com a aparição do Deus três vezes Santo, como Isabel que se pergunta como a Mãe de seu Senhor venha até ela, como o centurião do evangelho, como Pedro que diz: «Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um pecador» (Lc 5,8).
X.-L. Dufour, Studi sul vangelo, 103-108
Fonte: http://livroquadrado.blogspot.com.br/search?q=s%C3%A3o+jos%C3%A9

José, o justo.Em que consiste a justiça de José? Nada nos é explicado sobre a sublime justiça pela qual José acreditou n...
01/05/2017

José, o justo.
Em que consiste a justiça de José? Nada nos é explicado sobre a sublime justiça pela qual José acreditou na intervenção divina; ao contrário da Virgem, ele não tem nenhum papel na concepção virginal. A justiça se cumpre quando permite a Deus superar as dificuldades que se criam para um nascimento sem pai, difamante para os homens. Em compensação, José tem um papel capital no nascimento legal. Como Maria obedeceu na qualidade de serva do Senhor para conceber o Filho do Altíssimo, assim também ele deve obedecer para tornar-se o pai. A dúvida que o entrega às suas forças não é relatada por interessar-se em suas angústias pessoais, ou às virtudes morais, mas por revelar como se realiza o plano divino. Somente Deus conduz o desenrolar-se dos acontecimentos, mas nem por isso despreza a participação dos homens. É em nome da estirpe de Davi, em nome de Israel, como representante do Povo Eleito que, por ordem divina, o justo José aceita o mistério da Nova Aliança. Se Lucas, evangelista de Maria, nos conta a concepção e o nascimento do Filho da Virgem, Mateus refere o nascimento do Messias, o Filho de Davi.
José se mostra justo não enquanto observa a Lei que autoriza o divórcio em caso de adultério, nem porque se demonstra bom, nem porque ele deva prestar justiça a uma inocente, mas pelo fato de que ele não queira passar-se por pai do menino, Filho de Deus. Se ele teme tomar Maria como sua esposa, não é por uma razão profana; é porque ele descobre uma «economia» superior àquela do matrimônio que pretendia contrair. O Senhor modificou o seu desígnio sobre ele; que ele aceite de assegurar o futuro de sua eleita. José se retira, tendo o cuidado, na delicadeza da sua justiça para com Deus, de não «divulgar» o mistério divino de Maria. (...)
José não é somente um modelo de virtude, mas o homem que exerceu uma função indispensável na economia da Salvação. O justo José pode ser comparado a João, Precursor.
João anuncia e indica o Messias; José acolhe o Salvador de Israel. João é a voz que se faz eco da tradição profética; José é o Filho de Davi que adota o Filho de Deus. Por motivo de sua proclamação oficial, João é Elias, o grande profeta; por motivo do humilde acolhimento que ele faz ao Emanuel na sua estirpe, José é o Justo por excelência. Como todos os justos, ele espera o Messias, mas somente ele recebe a ordem de estender uma ponte entre os dois Testamentos; muito mais que Simeão que toma Jesus em seus braços, ele acolhe Jesus na sua própria estirpe. José reage como os justos da Bíblia diante de Deus que intervem na sua história: como Moisés que descalça as sandálias, como Isaías aterrorizado com a aparição do Deus três vezes Santo, como Isabel que se pergunta como a Mãe de seu Senhor venha até ela, como o centurião do evangelho, como Pedro que diz: «Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um pecador» (Lc 5,8).
X.-L. Dufour, Studi sul vangelo, 103-108
Fonte: http://livroquadrado.blogspot.com.br/search?q=s%C3%A3o+jos%C3%A9

29/04/2017

. Naquela hora de desespero, alguém se aproxima e começa a caminhar com eles. Uma simples pergunta do novo companheiro os faz parar: De que estais falando? Não ...

26/04/2017
26/04/2017

Visão de Ezequiel, iluminura,  Wi******er Cathedral, Hampshire, UK , séc. XII Desde tempo imemoriais, passando por muitas culturas...

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Ponta Grossa, PR
84050010

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