13/05/2026
Muito antes de aparecer em resorts de ski, o champagne já era símbolo da realeza europeia.
A região de Reims, na França, foi palco da coroação de reis franceses por quase mil anos. Isso ajudou a construir a associação entre espumantes e poder.
No início do século XIX, Madame Clicquot levou isso ainda mais longe. Durante as guerras napoleônicas, arriscou carregamentos clandestinos para abastecer a corte russa e transformou sua marca em desejo da aristocracia europeia.
Décadas depois, destinos como St. Moritz, Gstaad, Courchevel e Aspen começaram a receber aristocratas, empresários e famílias milionárias durante o inverno europeu.
O ski deixou de ser apenas esporte e virou ambiente de networking, status e celebração.
Antes da refrigeração moderna, neve e regiões alpinas também ajudavam a manter o espumante na temperatura ideal. O que começou como funcional virou estética e depois símbolo de luxo.
No pós-guerra nasceu o famoso après-ski: festas após as pistas, hotéis exclusivos e garrafas abertas no gelo.
O resto virou um dos códigos visuais mais aspiracionais do luxo mundial.