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Em uma tarde de fevereiro de 2004, o Wolfsburg enfrentava o TSV 1860 München em um confronto importante da temporada. An...
15/04/2025

Em uma tarde de fevereiro de 2004, o Wolfsburg enfrentava o TSV 1860 München em um confronto importante da temporada. Andres D’Alessandro, conhecido pela sua técnica refinada, teve um papel decisivo na partida. Aos 9 minutos, após uma cobrança de falta bem executada, a bola encontrou a cabeça de Marino Biliskov e abriu o placar, demonstrando a precisão de seu toque.

Aos 19 minutos, o meio-campista ampliou a vantagem ao acertar um chute de fora da área, mandando a bola para o ângulo do goleiro e colocando o Wolfsburg em uma posição confortável no placar. Cada lance ressaltava o potencial de um jogador que chegava com grandes expectativas, reafirmando o investimento realizado por seu clube.

No segundo tempo, aos 62 minutos, D’Alessandro orquestrou mais um momento decisivo, realizando um cruzamento certeiro que encontrou Marcin Klimowicz. O terceiro gol, fruto dessa jogada bem ensaiada, consolidou a vitória por 3 a 1 e demonstrou, de forma contida e eficiente, a importância do argentino para o time.

A partida ficou marcada pela eficácia e inteligência de jogadas que mudaram o rumo do jogo sem exageros. Durante a temporada 2003/2004, com 29 jogos disputados na Bundesliga e três gols registrados, o desempenho de D’Alessandro mostrou que a técnica, a visão de jogo e a disciplina em campo fazem toda a diferença nos momentos decisivos.

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Na noite de 13 de abril de 2025, o silêncio da Arena do Grêmio contrastava com o barulho vindo de um só jogador. Aos 3 m...
14/04/2025

Na noite de 13 de abril de 2025, o silêncio da Arena do Grêmio contrastava com o barulho vindo de um só jogador. Aos 3 minutos, a bola parecia perdida após um passe espremido de Michael, mas Edenilson escorregou no momento errado. Arrascaeta estava ali. Um toque para frente, o corpo inclinado como se calculasse cada passo do goleiro. Volpi saiu, tentou fechar o ângulo. O uruguaio o driblou com calma e empurrou para o gol vazio. O Flamengo começava o jogo na frente.

Durante o restante do primeiro tempo, ele orbitou o meio-campo com passos mais comedidos que de costume, mas ainda assim suficientes para manter a bola girando, frear o ímpeto do Grêmio e abrir espaços. Vinha de uma cirurgia recente no joelho, mas ninguém parecia notar.

No segundo tempo, o jogo se desenrolava em ritmo mais aberto. Aos 21 minutos, Everton Cebolinha arrancou pela esquerda, cortou a marcação e serviu Arrascaeta, que apareceu na entrada da área como quem já sabia onde a bola ia chegar. Um toque seco, rasteiro, no canto. Gol. O segundo dele. O segundo do Flamengo.

Do banco, Filipe Luís aplaudia em silêncio. Do outro lado, Quinteros abaixava a cabeça. A torcida do Grêmio já vaiava, sem mais paciência.

Arrascaeta caminhou até o círculo central. Suava, mas respirava com controle. O jogo seguia, mas ele já tinha feito o que precisava. Um erro aproveitado, uma jogada bem lida, o domínio do espaço entre as linhas. Nem parecia alguém voltando de lesão. Parecia alguém que nunca tinha saído.

Quando o juiz apitou o fim, ele saiu como entrou: sem alarde. Mas com dois gols na conta e a liderança nas costas.

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No dia 3 de julho de 1938, diante de mais de 100 mil pessoas no Olympiastadion de Berlim, o Hannover 96 conquistou, cont...
12/04/2025

No dia 3 de julho de 1938, diante de mais de 100 mil pessoas no Olympiastadion de Berlim, o Hannover 96 conquistou, contra todas as expectativas, seu primeiro título do campeonato alemão. O adversário era o temido Schalke 04, então hegemônico no futebol do país. O triunfo, por 4 a 3 após prorrogação, tornou-se um dos maiores feitos da história do clube.

A Alemanha vivia sob o regime nazista, e o futebol havia sido reorganizado em ligas regionais chamadas Gauligas. O Hannover competia na Gauliga Niedersachsen e chegou à final nacional após uma campanha sólida. O Schalke, favorito absoluto, era o atual bicampeão e contava com estrelas como Ernst Kuzorra e Fritz Szepan.

A primeira final, disputada em 26 de junho, terminou empatada em 3 a 3 após prorrogação, forçando um segundo jogo. No replay, uma semana depois, Richard Meng abriu o placar para o Hannover, mas o Schalke virou com gols de Kuzorra e Szepan. Edmund Malecki empatou, e o Schalke voltou a liderar. Faltando três minutos, Hannes Jacobs converteu um pênalti e levou o jogo à prorrogação.

No tempo extra, com os times esgotados, brilhou a estrela de Erich Meng, irmão de Richard. Aos 117 minutos, ele marcou o gol da vitória. O Hannover 96, desacreditado, derrubava o gigante.

A escalação incluía Ludwig Pritzer no gol, Helmut Sievert na defesa e os irmãos Meng no ataque. Foi uma vitória construída na raça e na precisão.

A cidade de Hannover celebrou em peso. Mas o brilho foi ofuscado pela sombra da guerra. Em 1940, Erich Meng morreu em combate na França. Richard Meng também foi convocado, mas sobreviveu.

A conquista de 1938 segue viva como símbolo de superação. Até hoje, ecoa no grito do lema do clube: "Niemals allein" — Nunca sozinho.

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Na temporada 2019/20, Thiago Alcântara teve um papel importante no meio-campo do Bayern de Munique. Mais do que os númer...
11/04/2025

Na temporada 2019/20, Thiago Alcântara teve um papel importante no meio-campo do Bayern de Munique. Mais do que os números, sua contribuição foi marcada por uma consistência técnica que ajudou a equipe a alcançar seus objetivos.

Aos 28 anos, disputou 24 partidas na Bundesliga e marcou três gols. Um deles, contra o Mainz, foi decisivo para manter o Bayern na liderança. Ainda assim, seu impacto ia além das estatísticas: era um jogador de leitura apurada, com boa distribuição de jogo e controle do ritmo.

Na Liga dos Campeões, esteve presente em 10 das 11 vitórias da equipe, incluindo a final contra o PSG. Depois do título, afirmou estar vivendo um dos momentos mais felizes da carreira. Seu desempenho rendeu reconhecimento, como a inclusão no Time do Torneio da UEFA Champions League e o oitavo lugar no prêmio de Melhor Jogador Masculino da UEFA.

Filho de Mazinho, campeão mundial em 1994, Thiago encerrou sua passagem pelo Bayern com 16 títulos. Sua última temporada foi uma síntese de sua trajetória no clube: regular, técnico e confiável.

Para quem acompanhou, Thiago marcou época com um estilo de jogo eficiente e inteligente.

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Era 4 de novembro de 2023. Final da Libertadores. Maracanã lotado. Fluminense contra Boca Juniors. Clima pesado, olhos v...
10/04/2025

Era 4 de novembro de 2023. Final da Libertadores. Maracanã lotado. Fluminense contra Boca Juniors. Clima pesado, olhos vidrados no campo. Era o jogo mais importante da história do clube. E Nino estava lá, de faixa no braço, pronto para o que viesse.

O jogo começou tenso, disputado. Aos 36 minutos, Cano fez o que sabe: abriu o placar para o Fluminense. O Maracanã foi ao delírio, mas não durou para sempre. No segundo tempo, Advíncula empatou com um chute forte de fora da área. 1 a 1. O relógio andou até o fim do tempo normal, e ninguém mexeu no placar. A decisão foi para a prorrogação.

Aos 99 minutos, John Kennedy apareceu livre na entrada da área e bateu de primeira. Gol. Mas a alegria dele passou do ponto. Correu para a arquibancada, subiu no alambrado. O árbitro não perdoou. Vermelho direto. O Fluminense, com um a menos, precisaria resistir.

Logo depois, o jogo esquentou ainda mais. Nino, já no limite físico, estava no meio da confusão. Fabra, do Boca, perdeu a cabeça e acertou Nino com um tapa no rosto. Foi expulso. O jogo ficou 10 contra 10. E ali, no meio do caos, Nino ficou em pé. Não saiu.

Ele já tinha tomado um cartão amarelo no segundo tempo, mas manteve o controle. Seguiu comandando a defesa, falando com os companheiros, ganhando tempo quando dava. O Fluminense segurou o 2 a 1 até o fim da prorrogação.

Quando o árbitro apitou, a torcida explodiu. O Fluminense era campeão da América pela primeira vez. E Nino estava lá o tempo inteiro. Do início ao fim. Sem gol, sem assistência, mas com uma presença que não saiu de campo nem por um segundo. Não foi uma atuação espalhafatosa. Foi firme. Foi necessária.

Para quem viu, ficou claro: Nino segurou o time quando a coisa apertou. E, naquele 4 de novembro, entrou para a história do clube – do jeito dele.

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Havia um vazio de títulos que atravessava décadas. A camisa da Argentina carregava o peso de finais perdidas, promessas ...
09/04/2025

Havia um vazio de títulos que atravessava décadas. A camisa da Argentina carregava o peso de finais perdidas, promessas interrompidas e vozes presas na garganta. Em 2021, algo começou a mudar. E entre os nomes que caminharam esse percurso, estava o de Giovani Lo Celso.​

Durante a Copa América no Brasil, Lo Celso ocupou o meio do campo como quem conhece os ritmos de um ofício antigo. Sabia quando parar, quando acelerar, quando ceder espaço. No jogo contra o Paraguai, foi Ángel Di María quem encontrou Papu Gómez com um passe limpo, direto, que terminou em gol. Lo Celso, atento, participou da construção das jogadas, mantendo o equilíbrio da equipe.​

Foi assim durante todo o torneio. Presente, sem ocupar o centro da cena. Encaixado no jogo, no plano, na ideia. Sem precisar decidir, ele sustentava. Sem buscar destaque, organizava. Era um nome que não pedia manchetes, mas que estava em quase todas as jogadas que levavam o time adiante.​

Na final contra o Brasil, no Maracanã, cumpriu sua parte como havia feito nos jogos anteriores. Saiu aos 63 minutos. A partida seguiu, o gol de Di María já havia acontecido, e a Argentina segurava o placar. Ao apito final, o grito veio — e com ele, o fim de um ciclo longo demais.​

Lo Celso ergueu a taça entre os companheiros. Não havia explosão. Havia um reconhecimento silencioso. Ele esteve. Fez parte. Participou daquilo que o tempo não apaga.​

Era junho de 1990, na Itália, e o ar denso com a expectativa envolvia o estádio Delle Alpi, em Turim. Mazinho, camisa 18...
08/04/2025

Era junho de 1990, na Itália, e o ar denso com a expectativa envolvia o estádio Delle Alpi, em Turim. Mazinho, camisa 18, estava no banco da Seleção Brasileira, com 24 anos, recém-saído do Vasco, onde já tinha feito história. Ele não entrou em campo nos quatro jogos da Copa. O Brasil passou pela fase de grupos, mas caiu nas oitavas contra a Argentina, com um gol solitário de Caniggia. Mazinho assistiu tudo de fora, carregando a experiência na bagagem, mas sem pisar no gramado.

Quatro anos depois, julho de 1994, o cenário mudou. No calor escaldante de Dallas, o Cotton Bowl recebia Brasil e Holanda pelas quartas de final. Mazinho, agora camisa 17, aos 28 anos, era peça importante no meio-campo. Jogou seis das sete partidas daquela Copa, sendo titular em quatro, incluindo esse dia. O jogo tava 2 a 2 quando Bebeto marcou aos 62 minutos, com assistência de Branco. A torcida explodiu, e Bebeto correu pra lateral, balançando os braços como quem embala um bebê, por causa do filho que tinha nascido. Mazinho e Romário foram junto, e ali nasceu o "trio do neném", um momento que todo mundo que viu não esquece. Branco ainda fez o 3 a 2 de falta, e o Brasil seguiu firme até a final contra a Itália, que Mazinho também jogou. Nos pênaltis, veio o tetra.

Ele saiu da base do Vasco, jogou 232 vezes pelo clube, marcou 17 gols e foi campeão brasileiro em 89. Em 90, era um reserva na Seleção. Em 94, virou titular e parte de um título mundial. Duas Copas, duas histórias.

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Náutico, clube queridoFaz hoje seu aniversárioCento e vinte e quatro anosDe um legado extraordinárioEm Recife, terra ama...
07/04/2025

Náutico, clube querido
Faz hoje seu aniversário
Cento e vinte e quatro anos
De um legado extraordinário
Em Recife, terra amada
Onde o futebol é diário

O hexacampeonato
É um feito memorável
Seis títulos consecutivos
Em seis anos notáveis
Um recorde em Pernambuco
Que é sempre celebrável

Era o ano de 68
Final do Pernambucano
Náutico e Sport se enfrentam
Num combate soberano
Com mais de trinta mil presentes
Torcida como um oceano

O jogo foi disputado
Terminou em zero a zero
Prorrogação se fez necessária
Para definir o campeão sincero
Tensão no ar, corações
Batendo forte, em desespero

Na prorrogação, aos dois minutos
Ramos, o herói do dia
Recebe o passe de Ede
E marca, que alegria
A bola no fundo da rede
Náutico em euforia

Com esse gol histórico
Náutico conquista o hexa
Seis títulos seguidos
Uma marca que se anexa
Na história do Náutico
Que até hoje é celebrada

Hoje, em seu aniversário
Recordamos com emoção
Essa conquista épica
Que enche de orgulho a nação
Viva o Timbu alvirrubro
E sua eterna paixão

🔴⚪ Torcedor do Náutico, atenção!
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📖 A noite em que Thomas Müller salvou o BayernEra 16 de março de 2016, Allianz Arena lotada. O Bayern precisava vencer a...
05/04/2025

📖 A noite em que Thomas Müller salvou o Bayern

Era 16 de março de 2016, Allianz Arena lotada. O Bayern precisava vencer a Juventus para seguir na Champions. Na ida, empate em 2x2. Em casa, a obrigação era clara: vencer ou morrer tentando.

Mas a Juve começou com tudo. Pogba aproveitou vacilo da zaga e abriu o placar. Depois, Morata arrancou do campo de defesa, driblou meio time e rolou para Cuadrado ampliar. 2 a 0 para os italianos. O Bayern estava nas cordas.

A pressão era gigante. Só que o Bayern não entregou. Lewandowski descontou de cabeça e reacendeu a esperança. O tempo passava. Aos 91, Coman cruzou e Müller, como um raio, apareceu na área para empatar. Grito preso na garganta explodiu. Prorrogação!

No tempo extra, a virada veio. Thiago Alcântara marcou o terceiro. Coman fechou o caixão. 4 a 2. Classificação garantida. Mas foi Müller quem virou lenda naquela noite.

Em 2024, o camisa 25 alcançou 500 vitórias com o Bayern e passou dos 700 jogos. Um símbolo de constância, entrega e amor ao clube.

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O ÍCONE ARGENTINO NA ITÁLIA! 🇦🇷⚽🔥 Claudio Caniggia – Atalanta (1991/92) 🔥Se tem um jogador que deixou sua marca na Serie...
04/04/2025

O ÍCONE ARGENTINO NA ITÁLIA! 🇦🇷⚽
🔥 Claudio Caniggia – Atalanta (1991/92) 🔥

Se tem um jogador que deixou sua marca na Serie A, esse foi Claudio Caniggia! Rápido como um raio, driblador nato e dono de gols inesquecíveis, o argentino brilhou com a camisa da Atalanta na temporada 91/92.

⚡ Curiosidade: Durante essa época, Caniggia já era um ídolo na Argentina, após sua atuação histórica na Copa de 1990. Foi dele o gol contra o Brasil nas oitavas, eliminando a seleção de Lazaroni e levando Maradona à glória.

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Branco e a polêmica "água batizada" na Copa de 90!A Copa do Mundo de 1990 ficou marcada para o Brasil por uma eliminação...
04/04/2025

Branco e a polêmica "água batizada" na Copa de 90!

A Copa do Mundo de 1990 ficou marcada para o Brasil por uma eliminação amarga diante da Argentina, nas oitavas de final. O Brasil dominou o jogo, teve diversas chances, mas acabou caindo diante da genialidade de Maradona e do gol de Caniggia. Mas um detalhe polêmico daquele confronto ficou para sempre na história: a misteriosa "água batizada".

⚠️ O QUE ACONTECEU?
Durante o jogo, Branco aceitou um copo de água oferecido pelo banco de reservas da Argentina. Minutos depois, começou a sentir tontura e uma grande queda no rendimento. O Brasil acabou derrotado por 1x0, e a eliminação foi um duro golpe para a Seleção, que vinha embalada.

💬 CONFISSÃO ARGENTINA!
Anos depois, Sérgio Goycochea, goleiro da Argentina na época, confirmou que a garrafa continha um tranquilizante, usado para diminuir a performance dos brasileiros. Diego Maradona também admitiu em entrevistas que aquilo fazia parte das "malandragens" do futebol da época.

🔥 VINGANÇA NA COPA DE 94!
Quatro anos depois, Branco teve sua revanche. Ele foi decisivo na Copa de 1994, marcando um golaço de falta contra a Holanda e ajudando o Brasil a avançar rumo ao tetracampeonato!

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