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Geton Francês em liga de bronze, clássico do comércio de Paris a cidade badalada da Bela época e moda.
18/07/2026

Geton Francês em liga de bronze, clássico do comércio de Paris a cidade badalada da Bela época e moda.

O Brasão com duas versões aí, o abridor de cunho usando características, um pouco de cada versão do Brasão, de um 960 Re...
20/06/2026

O Brasão com duas versões aí, o abridor de cunho usando características, um pouco de cada versão do Brasão, de um 960 Reis de 1826, do Reino de Pedro I com a heráldica cunhada com uso de características pé podem ser encontradas nestas retratações. Com uma coroa diferente da outra e ou zodíaco, e mesmo o laço mais largo dos ramos de tabaco a esquerda ou café a direita arqueados.

09/06/2026

O conhecimento de linha do tempo tem importância, e de caminhos de migrações, e outros marcadores como o Genético, temos etnias e caminhos, de ocupação diferente do modelo que se supunha.

07/06/2026

Uma bisneta de D. Pedro II morreu numa câmara de gás nazista. O sangue imperial brasileiro foi apagado pela máquina de eugenia de Hi**er. Essa é a história quase esquecida de Maria Karoline de Saxe-Coburgo-Gota.

Em 6 de junho de 1941, a princesa Maria Karoline, bisneta de D. Pedro II, era assassinada numa câmara de gás nazista no Centro de Extermínio de Hartheim, em Alkoven, Áustria. A tragédia de Maria Karoline de Saxe-Coburgo-Gota-Koháry é quase desconhecida pelo público brasileiro. Filha de D. Augusto Leopoldo, o “príncipe marinheiro”, ela teve a vida ceifada aos 42 anos. Nasceu em 10 de janeiro de 1899, em P**a, na atual Croácia, então parte do Império Austro-Húngaro. Era fruto da união de seu pai com a prima, a arquiduquesa Karoline Marie da Áustria.

A criança foi registrada como uma princesa brasileira no exílio. Seus avós paternos eram a princesa D. Leopoldina do Brasil e o príncipe D. Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Koháry. Logo nos primeiros anos, constatou-se que a pequena Maria Karoline tinha deficiência intelectual, possivelmente devido ao grau de consanguinidade de seus pais. Como o casamento não era considerado uma opção para ela devido à sua condição, foi mantida sempre próxima à mãe.

Seu pai, o príncipe D. Augusto Leopoldo, nasceu no Rio de Janeiro em 6 de dezembro de 1867 e foi neto de D. Pedro II. Ele sempre manteve a esperança de retornar ao Brasil com a esposa e os filhos, mas o Decreto do Banimento de 1889 impedia isso. Faleceu em 11 de outubro de 1922, em Schladming, Áustria, aos 54 anos, no ano seguinte à revogação da Lei do Banimento, permitindo assim aos Orleans e Bragança voltarem ao país. Ele morreu doente e não conseguiu realizar o sonho de rever o Brasil.

A princesa tinha 23 anos quando o pai morreu e seu quadro psicológico foi piorando com o tempo. Após a Primeira Guerra Mundial e com o fim dos impérios alemão e austro-húngaro, a família sobreviveu da herança Koháry e se mudou para Schladming, nos Alpes austríacos.

Até 1938, Maria Karoline permaneceu com a mãe e a irmã Leopoldine no Haus Coburgo. Após o Anschluss(a anexação da Áustria pela Alemanha nazista), a mãe e Leopoldine fugiram para Budapeste, a pedido do irmão Philipp Josias. Por causa da saúde frágil, Maria Karoline ficou para trás e foi enviada para o Hospital de Salzburg, em Lehnen, especializado em “doenças neurológicas” e dirigido por freiras.

O diretor médico era Dr. Leo Wolfer, e seu filho Dr. Heinrich Wolfer chefiava a ala masculina e a divisão de doenças hereditárias. Heinrich era membro da SS e chefe do escritório local de higiene racial, conhecido por esterilizar pacientes com deficiência para “impedir a transmissão hereditária”.

Em 1939 foi aprovado o programa Aktion T4, a “eutanásia” nazista, que autorizava o extermínio em massa de pessoas consideradas “incuráveis” e “indignas de viver”. Em 21 de maio de 1941, Maria Karoline foi uma das 86 pacientes transferidas do Hospital de Salzburg para o Hospital Niedernhart, em Linz. De lá, em 6 de junho de 1941, foi levada para o Schloss Hartheim. Nesse mesmo dia, foi morta com monóxido de carbono na câmara de gás, junto com outros pacientes. Os nazistas chamavam isso de “misericórdia”.

Só em Hartheim, entre maio de 1940 e agosto de 1941, 18.269 pessoas foram mortas na primeira fase da Aktion T4. No total, estima-se 30 mil vítimas no local, incluindo deficientes, doentes e prisioneiros de campos de concentração. O corpo de Maria Karoline foi cremado e as cinzas jogadas no Danúbio. A mãe recebeu apenas uma carta afirmando “causas naturais”. Seu nome só apareceu depois nas listas de cremados de Hartheim como “Maria Saxe-Coburgo”. Sem túmulo, a arquiduquesa mandou gravar o nome da filha numa placa no mausoléu da família, na Igreja de Santo Agostinho, em Coburgo.

Maria Karoline nasceu princesa, bisneta de um imperador, neta de uma princesa do Brasil. Morreu como número, reduzida a “vida indigna de ser vivida”. O sangue de D. Pedro II, que governou o maior império das Américas, terminou dissolvido nas águas do Danúbio, sem lápide, sem luto, sem justiça. Maria Karoline não teve funeral. Teve apenas a fumaça da câmara de gás e o silêncio que a história brasileira teimou em manter por décadas. Uma princesa brasileira, morta pelo mesmo veneno ideológico que dizimou milhões. E até hoje, poucos sabem seu nome.

Texto: Renato Drummond Tapioca Neto
Imagem: Princesa Maria de Saxe-Coburgo e Gotha. Ateliê Helene Zimmerauer, Viena, VI., Rua Gumpendorfer 23. Colorizado por Rainhas Trágicas.

Curiosidade, já que moedas deste monarca fazem parte das bases, e várias medalhas do mesmo formam coleções fantásticas, ...
16/05/2026

Curiosidade, já que moedas deste monarca fazem parte das bases, e várias medalhas do mesmo formam coleções fantásticas, o que tem passado com o suposto órgão preservado do Imperador Francês, como se dominava.

Pouca gente sabe, mas uma das histórias mais estranhas envolvendo figuras históricas famosas gira em torno de uma suposta relíquia retirada do corpo de Napoleon Bonaparte após sua morte.

Napoleão morreu em 1821, exilado na Ilha de Santa Helena, depois de perder o poder e ser derrotado definitivamente na Europa. Durante a autópsia realizada logo após sua morte, relatos históricos afirmam que uma parte íntima de seu corpo teria sido removida por um médico ou integrante da equipe responsável pelo procedimento.

A história ganhou força ao longo das décadas porque o suposto órgão passou de mão em mão entre colecionadores, religiosos e comerciantes europeus, criando uma espécie de lenda histórica extremamente incomum.

Segundo diversos relatos publicados ao longo do século XX, o objeto teria sido levado primeiro para a Córsega, terra natal de Napoleão, antes de circular pela Europa até chegar aos Estados Unidos. Em 1927, a peça chegou a ser exibida em Nova York, causando enorme curiosidade pública.

Décadas depois, o objeto acabou comprado por John J. Lattimer, um conhecido professor americano de urologia e colecionador de itens históricos. Ele manteve a relíquia guardada de forma extremamente reservada até sua morte.

A história ficou ainda mais famosa por causa das descrições feitas por pessoas que alegavam ter visto o objeto. Alguns jornais americanos chegaram a descrevê-lo de maneira quase caricata, o que transformou o caso em uma mistura de curiosidade histórica, folclore e sensacionalismo.

No entanto, apesar da fama mundial da história, existe um detalhe importante: nunca houve confirmação científica definitiva de que o objeto realmente pertencia a Napoleão. Especialistas afirmam que a autenticidade absoluta da relíquia jamais foi comprovada publicamente através de te**es modernos conclusivos.

Outro ponto frequentemente repetido envolve o suposto tamanho do órgão. Muitas reportagens mencionam medidas extremamente pequenas, mas historiadores alertam que isso provavelmente ocorreu porque o objeto teria sofrido mumificação, deterioração e deformações naturais ao longo de quase dois séculos.

Mesmo assim, a história continua sendo uma das curiosidades mais bizarras já associadas a uma figura histórica tão poderosa quanto Napoleão Bonaparte.

23/11/2025
Hoje comemoro 10 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉
23/11/2025

Hoje comemoro 10 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

Como foi forja da a luta entre fogo e sangue, o processo de independência, do Brasil, sobre a força e astúcia do comando...
14/03/2025

Como foi forja da a luta entre fogo e sangue, o processo de independência, do Brasil, sobre a força e astúcia do comando Fidié, o veterano luso🇵🇹 da guerra peninsular e terror no novo exército brasileiro.
Mas não só do exército Brasileiro mas do povo que pegou em armas contra a força da metrópole.
O Tenente General João José da Cunha Fidié um militar português, comendador da Ordem Militar de Avis, da Ordem Militar da Torre e Espada e Diretor do Real Colégio Militar.

Tomou parte na Guerra Peninsular, assistindo às batalhas e vitórias contra os franceses 🇫🇷 no Buçaco, Albuera, Vitória, Pirinéus, Nivelle, Nive, Orthez e Tolouse, assim como aos sítios de Olivença e Badajoz, e a diversos combates e acções que se feriram até ao fim da campanha. Ofereceu-se para embarcar na Divisão de Voluntários Reais que seguiu para Montevideu🇺🇾, na então Província Cisplatina, no Brasil.

Em 13 de novembro de 1822, meses após o Grito do Ipiranga, o major João José da Cunha Fidié, Governador das Armas, com tropas de 1ª e 2ª Linha e o Batalhão de Infantaria da guarnição da capital partiu de Oeiras em marcha acelerada para sufocar o movimento de Independência proclamado na Vila São João da Parnaíba. No dia 18 de dezembro de 1822 entrou com sua tropa na Vila São João da Parnaíba, encontrando as ruas desertas tendo em vista que o povo se trancara em suas casas e ninguém ousou em sair para recebê-lo. Arrastando a artilharia e demais apetrechos de guerra percorreu as ruas desertas e mandou a tropa ficar perfilada em formação no Largo da Matriz com frente à Casa da Câmara para onde logo se dirigiu e dela exigiu a imediata renovação do juramente de fidelidade a D. João VI.

Tomando conhecimento da adesão de Oeiras ao movimento brasileiro e a proclamação em Campo Maior por Leonardo de Carvalho Castelo Branco, resolveu o major Fidié deixar a Vila São João da Parnaíba no dia 1º de março de 1823 e marchar sobre a capital piauiense. Antes de sair expulsou todo o povo da vila

A historiografia sobre o processo de independência no Piauí fez referência ao projeto português de salvaguardar o norte de seu império em caso da separação de fato ocorrer. Isso se daria muito por conta da proximidade das elites comerciais e políticas das provinciais do Maranhão e do Grã Pará. a ideia de incluir o Piauí nesse projeto derivava da concepção de que a região era detentora de um grande rebanho de gado, e que historicamente no passado o Piauí já havia feito parte do Maranhão.

No dia 13 de março de 1823 o major João José da Cunha Fidié enfrentou as tropas brasileiras às margens do riacho Jenipapo, de onde saiu vitorioso. Atendendo a pedido do Senado da Câmara de Caxias, entra nessa vila a 17 de abril de 1823. De lá poderia refazer sua força militar e marchar sobre Oeiras. Em Caxias enfrenta tropas brasileiras, saindo-se novamente vitorioso, e lá permaneceu, fortificando-se no Monte Tabocas aguardando auxílio da capital maranhense e de Portugal.

Cercada novamente Caxias por tropas brasileiras, a população decide pela capitulação depois de uma reunião com o Senado da Câmara. Desgostoso com essa atitude Fidié demitiu-se do cargo e passou o comando ao tenente-coronel Luís Manoel de Mesquita. No dia 1º de agosto de 1823 o major João José da Cunha Fidié rendeu-se.

Preso foi enviado oito meses depois entre uma escolta para Oeiras, sendo depois transferido para a Bahia e de lá passando ao Rio de Janeiro onde ficou encarcerado encarcerado na Fortaleza de São Francisco Xavier da Ilha de Villegagnon até que o Imperador Pedro I lhe concedeu a liberdade, permitindo que regressasse a Portugal

Em 1825 foi nomeado primeiro comandante do Real Colégio Militar e, por vezes, durante a ausência do director, ficou encarregado da direcção daquele estabelecimento até que, saindo de Lisboa, e apresentando-se em 1832 no Porto ao 16.º Duque de Bragança, foi por ele nomeado subdirector do arsenal daquela cidade.

O major, que galgou ao posto máximo de tenente-general, aposentando o uniforme em 1854 deixou um livro de memórias. “Vária Fortuna d'um Soldado Portuguez”, lançado em 1850, quando já era brigadeiro, onde ele menciona a batalha em solo piauiense. O algoz do Jenipapo minimiza o enfrentamento. Relatando-o como um combate sangrento, mencionou os 200 brasileiros mortos e os 542 que seguiram prisioneiros com o exército para o Estanhado, que corresponde ao município de União. E, depois, a Caxias, no Maranhão

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