31/03/2026
Na última sexta-feira, 27 de março, às 19h, tive a honra de participar de uma solenidade que ficará marcada de forma muito especial na minha trajetória. A Câmara Legislativa de São Paulo foi o cenário de um momento de grande significado, onde a Jethro Internacional promoveu a diplomação de novos representantes da diplomacia civil humanitária.
Ao lado do chanceler Carlos Minoru, tive o privilégio como Diplomata, de conduzir esse ato tão importante: a diplomação de homens e mulheres que assumem, a partir de agora, um compromisso ainda maior com a sociedade, com a paz e com a dignidade humana.
Confesso que, entre todos os momentos vividos naquela noite, um deles tocou meu coração de forma muito profunda: a diplomação do meu amigo, que considero como um irmão, Roberto Mucciolo. Ver sua trajetória sendo reconhecida, diante de autoridades nacionais e internacionais, e na presença de sua família, foi algo que me trouxe alegria, gratidão e um sentimento de missão cumprida.
A presença de sua família tornou tudo ainda mais especial, pois sabemos que nenhuma conquista é construída sozinha. Cada passo dado até ali carrega apoio, renúncias e muito amor. E naquele momento, tudo isso estava representado ali, diante dos nossos olhos.
A solenidade foi marcada por uma atmosfera de celebração verdadeira. Não apenas pelos títulos concedidos, mas pelas histórias que estavam sendo honradas. Cada novo diplomata carrega consigo uma missão, e eu tenho plena convicção de que todos ali estão preparados para exercer esse chamado com responsabilidade, sensibilidade e propósito.
Para mim, viver esse momento não foi apenas um ato institucional, mas algo pessoal. Foi a confirmação de que estamos no caminho certo, levantando pessoas comprometidas em fazer a diferença no mundo. E poder fazer parte da diplomação do Roberto Mucciolo, alguém tão importante na minha caminhada, tornou tudo ainda mais significativo.
Saio dessa noite com o coração cheio de gratidão e com a certeza de que grandes coisas ainda estão por vir. Porque quando homens e mulheres se levantam com propósito, não apenas recebem títulos — eles assumem missões capazes de transformar realidades.