Notre Dame do Korkovado

Notre Dame do Korkovado Page da melhor Escola de Magia do Brasil!!!

17/12/2014

Venho por meio deste post informar à todos os corcundas (e os outros intrusos também) que acabo de fechar uma parceria com a page Onde Você Lê. Para quem quer ficar informado sobre o mundo literário e cinematográfico aí está mais uma boa e recomendada (pela Pixie aqui) page! É só isso.

E que volte a Radio Wiz!

~Pixie

13/10/2014

Feliz dia das crianças atrasado!

03/10/2014

Nobres corcundas, como estão? Ressaca da festança de ontem? Não esqueçam que hoje é sexta-feira ainda hein!

Será que agora sai?!
09/09/2014

Será que agora sai?!

Vou fazer um jogo sobre o livro "A Arma Escarlate" da Renata Ventura :D --- | Onde me achar | --- Facebook: http://www.facebook.com/StephHoel Twitter: ...

08/09/2014

E aí corcundas! O que fazem nesta noite linda na Korkovado?

06/09/2014

Uma pequena história para vocês pensarem...

Controle.
Era tudo em que o homem conseguia pensar. Um homem de passo pesado, decidido; sereno, em suas menos-que-nobres intenções.
Caminhava por um corredor largo, luxuoso... um luxo rústico, de outros tempos. Móveis de madeira nobre, basos e estátuas de marfim, enfeites tribais.
E espelhos. Muitos espelhos, enormes, com bordas trabalhadas em palha. Neles se via tudo, menos o reflexo do homem, que passava arrancando olhares furtivos dos serventes africanos. Gostava de ver o respeito no olhar dos súditos de seu pupilo, que há muitos anos passara a considerar como seus.
Respeito ou medo?
Pouco importava. Desde que fizessem o que ele mandasse.
Ah... o domínio sobre os homens, sobre as almas. A busca pelo controle total.

Já estava mais do que na hora de acabar com aquele joguinho. Seu aprendiz ganhara confiança demais, concentrara poderes demais, começava a querer pensar por conta própria... aquilo era perigoso. Não podia ser tolerado.
Sereno, passou pelos guardas, que o cumprimentaram batendo suas lanças contra o piso de mármore, e entrou no salão. Um salão vasto e vazio, a não ser pelo trono de marfim e o rei que nele sentava, consultando-se, aflito, com seus chefes militares. Nem que rogassem a todos os òrìsà conseguiriam impedir a invasão do Reino. Não dessa vez. Não sem sua ajuda. O grande exército de Oyó, temido por todas as terras d'África, não mais conseguiria inutilizar miraculosamente as armas do inimigo.
Os chefes davam notícia do ataque surpresa. Descreviam como os cavalos, sempre tão corajosos, agora pareciam querer fugir dos invasores. O rei ouvia a tudo atentamente, apoiando o queixo sobre seu poderoso cajado de madeira maciça, tentando disfarçar o desespero.
Aquela era a hora. O homem aproximou-se a passos firmes. Ao vê-lo chegar, o rosto do rei se iluminou, como uma criança vendo doce. Seu mestre de tantos anos... Ele certamente saberia o que fazer.
Pobre coitado... ainda acreditava nas boas intenções do mentor. Todos já sabiam. Todos já temiam aquele homem. Menos o rei, que, inocentemente, punha toda sua confiança nele. Naquele que havia lhe ensinado tudo que ele hoje sabia.
Por que o fizera? Por que ensinara? Nem o mentor sabia ao certo. Para matar o tempo, talvez. Como diversão. Para ter o que fazer.
Mas o fato é que a brincadeira tinha ido longe demais.
Dispensando seus súditos, o rei ergueu-se do trono e caminhou com ânimo renovado em direção ao mestre, abrindo os braços para abraçar a única pessoa capaz de eliminar seus problemas.
O mestre, no entanto, não se moveu para abraçá-lo como sempre fizera. Em vez disso, apontou sua varinha negra na direção do rei, que parou espantado.
Percebendo que afastara-se imprudentemente do trono sem seu cajado, só lhe restou olhar perplexo para o mentor, incapaz de compreender o motivo da traição.
Sem sentir qualquer remorso, o mestre observou por mais alguns segundos seu pupilo indefeso, como quem examina pela última vez uma foto que pretende queimar, e então, sem mais delongas, pronunciou o feitiço que mudaria para sempre o destino dos dois.

~Pixie
Curta Notre Dame do Korkovado e clique tem obter notificação para receber todas as publicações!

05/09/2014

Cada um tem as habilidades que lhes cabe.

~Mosquito

26/08/2014

Como estão diabinhos? Vou-lhes contar uma história. A história de um mininu. Uma história sufriiiida... Pra vosmecês pará di reclamá da vida boa que vosmecê tem.

Há muuuuuuito tempo atrás, mas muito mesmo... muitos séculos... pra lá das Europa Ocidental, lá nas época do Império Otomano... vivia um mininu, e esse mininu foi o único mininu qui conseguiu: que se tornou bruxo por vontade própria. Não por destino.
Ninguém sabe direito como é qui foi ou SE foi. Mas como esse mininu sofreu, viu? Sofreu muito! Mais do que todos nós junto.
Era uma vez um mininu mequetrefe, qui morava lá nas Europa, num país chamado Valáquia, lá pelas idade média do mundo. Quando ele era ainda bem jovenzinho, ele foi vendido como escravo... E o dono odiava demais dele... mas judiava tanto, qui eu num posso nem contá aqui as coisa que ele fazia com o mininu.
E esse dono, era um bruxo. Um bruxo poderoso i covarde, qui usava magia pra torturá o mininu qui nem magia tinha. E o mininu aguentava calado. Sempre calado. Sem soltá um pio. Em silêncio. Por anos e anos. Até qui chegô um dia, qui esse mininu num aguentô mais i explodiu de tanto ódio. Ele já tinha uns quinze ano de idade. E a magia explodiu dentro dele. E o mininu, que num era pra sê bruxo, virou bruxo.
A magia queria qui ele reagisse. A magia presenteou o mininu com ela mesma, pra dar um fim àquela injustiça. Mas o minino já tava estragado. Já sim. E assim que ele ganhou os poder, ele matou o dono. E fugiu pra se vingá dos outros que tinham participado das tortura.
E aos poucos, u jovem foi se tornando como eles, e morreu amargurado i arrependido. Uma morte sem enterro. Sem registro. Bêbado e sozinho.

Vingança nunca é coisa boa. Num faz bem pra alma.

~Griô

Notre Dame do Korkovado

08/07/2014

Bom dia Corcundas! Como estão? Estão acompanhando as notícias da Copa Mundial de Quadribol? Está acontecendo aqui do lado, na Argentina, e o nosso querido Brasil está na final contra a Bulgária. A final será sexta-feira (11), então vamos torcer para ganharmos a QWC!

~Pixie

16/05/2014

Benvindo foi traído. Traído por aquele em quem mais confiava. Sua cidade saqueada. Ele e todos os seus futuros decendentes amaldiçoados a nunca mais fazerem magia. E Benvindo, vendido como mero escravo, sem poderes, sem vontade própria, veio parar aqui no Brasil. Um destino mais baixo que o de seus súditos. Trabalhou duro em uma fazenda por vários anos, foi alforriado pelo dono, mas em pouco tempo enlouqueceu. Passou o resto da vida tentando recuperar seu poder. Por essa ambição desmedida, morreu sozinho e infeliz.

Início da história: https://www.facebook.com/NSKorkovado/posts/505624436210632

15/05/2014

Era uma vez na África um Rei muito poderoso, cujo verdadeiro nome se perdeu no tempo. Nós o chamaremos de Benvindo, como ficou conhecido aqui no Brasil. Seu cajado, de madeira maciça era fonte de inimaginável poder. O poder dos magos e feiticeiros dos tempos antigos, do reino d'África.
Com seu cajado, o Rei impunha sua lei aos súditos. Ao povo africano.
Benvindo era um Rei justo. Justo, mas intransigente. E, pouco a pouco, seu poder foi corrompendo-o. Tomou conta de sua alma e de seu espírito. E o Rei que todos amavam se transformou em um déspota... um ditador mimado e violento.

Endereço

Escadaria Do Corcovado
Rio De Janeiro, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Notre Dame do Korkovado posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria