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Maniò Buscamos, por meio da arte, nos reconectarmos às nossas raízes culturais, promovendo integração e enriquecimento da cultura.

Cada artigo vendido pela Maniò vem das mãos de um artesão indígena e é carregado de significados sociais e culturais.

22/10/2026

A onça saiu da mata e voltou como cerâmica, moldada pelas mãos de uma artesã indígena.

Antes de chegar à sua estante, ela foi barro tirado da beira do rio. Foi modelada peça por peça, secou ao sol e endureceu no fogo de um forno rústico. As pintas foram desenhadas uma a uma, à mão, do focinho até a ponta do rabo.

Por isso duas onças nunca saem iguais. Cada cerâmica da Maniò tem o traço de quem fez e o desenho do povo que ensinou, e existe uma só de cada.

Agora, quem leva 3 cerâmicas tem frete grátis para todo o Brasil. A condição vale por tempo limitado ou até durarem os estoques.

Escolha as suas três no link da bio.

Teste rápido antes de rolar o feed: semente ou miçanga? Arrasta, faz os seus palpites e conta o placar nos comentários.A...
21/10/2026

Teste rápido antes de rolar o feed: semente ou miçanga? Arrasta, faz os seus palpites e conta o placar nos comentários.

A rodada 2 engana muita gente, porque o tucumã lixado brilha como vidro. E a miçanga, que tanta gente acha que “não é coisa de indígena”, chegou ao Brasil há séculos e foi transformada por cada povo em grafismo próprio.

Na Maniò, as duas matérias convivem porque a autoria está nas mãos de quem faz. Cada peça vendida leva a Maniò de volta às aldeias para comprar novas peças, pagas antes e a preço justo.

Todas essas peças estão no link do perfil. Existe um só de cada.

15/10/2026

Olha que lindo esse grafismo do povo Kayapó.

Ele faz parte de uma tradição cultural do povo Kayapó e hoje também ocupa espaço na decoração. Cada tela da Maniò tem desenho próprio, então existe uma só de cada.

Cada compra leva a Maniò de volta às aldeias para comprar novas peças, pagas antes e a preço justo.

Clique no link da bio e conheça a coleção.

Qual parede da sua casa receberia uma?

Esse colar preto e branco começou como um caroço caído no chão da floresta. 🌿O tucumã dá o preto, a jarina dá o branco, ...
13/10/2026

Esse colar preto e branco começou como um caroço caído no chão da floresta. 🌿

O tucumã dá o preto, a jarina dá o branco, e as mãos de artesãs e artesãos do povo Apurinã, lá no rio Purus, fazem o resto: recolhem, lixam, furam e passam o fio, conta por conta.

Na Maniò você encontra biojoias de quatro povos da Amazônia: Apurinã, Rikbaktsa, Kuikuro e Kayabi. Cada peça vem com o nome do povo que a fez, e existe uma só de cada.

Compramos tudo nas aldeias, pago antes e a preço justo. Cada compra leva a Maniò de volta às aldeias para buscar novas peças.

Toque no link da bio e escolha a sua. Frete grátis para Sul e Sudeste em compras acima de R$ 300.

09/10/2026

Olha que lindo esse grafismo do povo Kayapó.

Ele faz parte de uma tradição cultural do povo Kayapó e hoje também ocupa espaço na decoração.

Cada tela da Maniò tem desenho próprio, então existe uma só de cada.

Cada compra leva a Maniò de volta às aldeias para comprar novas peças, pagas antes e a preço justo.

Clique no link da bio e conheça a coleção.

Qual parede da sua casa receberia uma?

09/10/2026

Sabe aquele acessório que transforma um look básico?

É a gargantilha. As da Maniò são feitas de miçanga, à mão, por artesãs e artesãos indígenas.

Cada peça tem desenho próprio, então existe uma só de cada.

Cada compra leva a Maniò de volta às aldeias para comprar novas peças, pagas antes e a preço justo.

Clique no link da bio e conheça a coleção.

E você, é do time das gargantilhas delicadas ou das mais marcantes? Conta nos comentários.

O barro de uma onça Karajá vem do Araguaia. O de uma xícara Waura vem do Xingu.Nas peças Karajá, o preto do carvão e do ...
05/10/2026

O barro de uma onça Karajá vem do Araguaia. O de uma xícara Waura vem do Xingu.

Nas peças Karajá, o preto do carvão e do jenipapo repete a cor da pintura corporal do povo. Nas peças Waura, a cerâmica carrega a fama de ser uma das mais singulares do país.

Tudo é feito à mão, seco ao sol e queimado em forno rústico. Por isso existe uma só de cada, e cada peça tem página própria no site.

Escolha a sua pelo link na bio.

29/09/2026

Ela modela o barro do Araguaia com as próprias mãos, e cada boneca sai diferente da anterior.

As bonecas Ritxoko são tradição do povo Karajá, que vive às margens do Araguaia, entre Goiás, Tocantins e Mato Grosso.

Feitas de argila e pintadas com urucum, carvão e jenipapo, elas trazem o vermelho e preto da pintura corporal do povo.

Como tudo é feito à mão, existe uma só de cada.

Comprando na Maniò, a peça sai da aldeia paga antes e a preço justo.

Escolha a sua pelo link na bio.

Nenhuma dessas peças nasceu para decorar.A tela com grafismo Yawalapiti começou como pintura de corpo, no Alto Xingu. Li...
14/09/2026

Nenhuma dessas peças nasceu para decorar.

A tela com grafismo Yawalapiti começou como pintura de corpo, no Alto Xingu. Linhas que dizem quem se é, de onde se vem, o que se celebra.

O cesto Mehinako não tem desenho aplicado. O desenho é o próprio trançado: fibra colhida na mata, cruzada sem molde e sem máquina.

A ritxoko Karajá nasceu brinquedo e virou memória. Cada figura guarda um gesto da vida na aldeia, e seu modo de fazer é Patrimônio Cultural do Brasil. Do mesmo barro do Araguaia vem a onça, que chega em silêncio e f**a.

A xícara Waurá sobe em rolos, sem torno, queima a céu aberto e recebe o grafismo à mão.

Todas elas existem porque alguém aprendeu olhando a mãe, o pai, a avó. E porque decidiu continuar.

Quando uma dessas peças entra na sua casa, entra junto uma conversa. Ninguém olha sem perguntar o que é.

Não existem duas iguais. Nenhuma mão repete o mesmo gesto duas vezes.

E cada peça que sai daqui leva a Maniò de volta às aldeias para comprar novas peças, pagas antes e a preço justo.

Arraste para o lado e escolha a sua. Link na bio ou acesse www.manio.com.br

11/09/2026

Do barro do Araguaia nascem gente, bicho e memória. Chegaram novas cerâmicas Karajá ao nosso acervo.

Na beira do rio, as mulheres do povo Iny buscam a argila que vai virar história.

Moldam com as mãos, esperam o tempo de secar, levam ao fogo e pintam a pele da peça com o preto do jenipapo e o vermelho do urucum.

Assim nascem as Ritxòkò: a mãe com o filho no colo, a pescaria, a dança, os bichos que vivem entre a água e a mata.

São pequenas esculturas que guardam o jeito de viver de um povo inteiro.

Esse saber passa de mãe para filha há gerações. Desde 2012, o IPHAN o reconhece como Patrimônio Cultural do Brasil.

Como são feitas à mão, nenhuma peça se repete. Existe uma só de cada.

Conheça as novas peças pelo link da bio.

Comércio é só a ponta. A relação é a raiz.

Endereço

São
São João Da Boa Vista, SP

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