Adonai Livraria Evangélica

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potes em biscuit , lembrancinhas

a pagina se trata de uma livraria evangélica que possui livros bíblias CDs e DVDs locadora presentes
que se encontra no bairro Jardim Imperial N:329
rua Ermerentina Carvalho Campos

Aberta de: segunda a sexta das 09:00 as 19:30 e aos sábados

07/11/2016

Pessoal essa Pagina está desativada....
não mexeremos mas...

O que então levou Jesus a se entregar ao choro? Mais uma vez, o contexto dá a resposta. Quando Jesus encontrou Maria, ir...
13/04/2015

O que então levou Jesus a se entregar ao choro? Mais uma vez, o contexto dá a resposta. Quando Jesus encontrou Maria, irmã de Lázaro, e viu que ela e outros estavam chorando, ele “gemeu no espírito e ficou aflito”. Ver o sofrimento deles fez com que Jesus ficasse tão pesaroso a ponto de ‘gemer no espírito’. Foi por isso que ele ‘se entregou ao choro’. Ele ficou profundamente triste ao ver seus queridos amigos sofrendo tanto. — João 11:33, 35.

26/03/2015
Eu nunca saberei o preço dos meus pecados lá na cruzVim para adorar-teVim para prostrar-meVim pra dizer que és meu Deusé...
26/03/2015

Eu nunca saberei o preço dos meus pecados lá na cruz

Vim para adorar-te
Vim para prostrar-me
Vim pra dizer que és meu Deus
é totalmente amavel
Totalmente digno
Tão maravilhoso pra mim

Pessoas humildes e vencedoras       agem como Águias                   ANTES DE GRANDES VOOS ELAS ABAIXAM A CABEÇA ...
26/03/2015

Pessoas humildes e vencedoras
agem como Águias
ANTES DE GRANDES VOOS ELAS ABAIXAM A CABEÇA ...

Lemos que Jesus parou sua caminhada e mandou que o cego fosse trazido à sua presença. Então em meio a tantas pessoas o c...
25/03/2015

Lemos que Jesus parou sua caminhada e mandou que o cego fosse trazido à sua presença. Então em meio a tantas pessoas o cego conseguiu a atenção do Mestre. Por um momento Jesus ignora a multidão e dá toda a sua atenção àquele homem.

Jesus lhe faz uma pergunta crucial: "O que você quer que eu lhe faça?" Então o cego responde de forma direta: "Senhor, eu quero ver". Jesus, notando a total dependência daquele homem nele satisfaz o sue pedido e milagrosamente faz com que ele recupere a visão.

Agora ele podia ver o rosto das pessoas, os pássaros, as nuvens no céu, o sol, as flores, as árvores.

Que maravilha! A fé daquele homem o levou a experimentar tamanha benção na sua vida.

Então ele passou a seguir a Jesus e a glorificar a Deus. Não só ele, mas também todo o povo que havia visto o milagre, a transformação ocorrida naquele homem.

Assim como o povo de Deus no passado, houvera usado suas vozes, clamando com grande brado para que se derrubasse as antigas muralhas, assim da mesma forma Bartimeu clamando em alta voz, não se importou com aqueles que mandaram que se calasse.

Antes continuou clamando. Sabia ele que esta é a chave da vitória. Naquele momento, o brado de Bartimeu, ou seja, o seu clamor reverberou contra as muralhas do preconceito e discriminação.
* ATITUDES QUE O FIZERAM RECEBER SEU MILAGRE
'' frente a frente com Jesus INTIMIDADE
" se levantou ,não aceitou situações CLAMOR POR MUDANÇAS
" não se importou com a rejeição de pessoas, quando pediram pra ele se calar,quebrou o julgo QUEBRA DE MALDIÇÕES DE JERICÓ
" QUEBROU TODAS AS MURALHAS DE SUA VIDA"
*** TE CONVIDO HOJE A QUEBRAR TODAS AS MALDIÇÕES DE SUA VIDA DEIXE DEUS TOCAR EM SEUS OLHOS E MOSTRAR AQUILO QUE AINDA NÃO CONSEGUE VER , NEM OLHOS VIRAM NEM OUVIDOS OUVIRAM O QUE DEUS PREPAROU PARA NÓS ***

*** ADORAÇÃO SEM RESERVAS***                                     “Seis dias antes da páscoa, Jesus chegou a Betânia“Seis...
24/03/2015

*** ADORAÇÃO SEM RESERVAS*** “Seis dias antes da páscoa, Jesus chegou a Betânia“Seis dias antes da páscoa, Jesus chegou a Betânia, onde vivia Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Ofereceram-lhe ali um jantar. Marta servia, e Lázaro estava entre os que se reclinavam à mesa com ele. Então Maria tomou uma libra de um nardo puro, um perfume muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com seus cabelos. E toda a casa se encheu com a fragrância do perfume”. (Jo 12.1-3)
Faltavam poucos dias para a páscoa e Jerusalém fervilhava. O povo chegava de toda a parte para celebrar a grande festa. Na época de Jesus havia cerca de 50 mil habitantes em Jerusalém. Este número aumentava para cerca de 200 mil na época da páscoa. Jesus decidiu se afastar daquela confusão, e foi passar a noite em Betânia, cidade situada cerca de 3 km a leste de Jerusalém. Lá, Jesus visitou Simão, antes conhecido como “o leproso”, que o recebeu com prazer e lhe serviu uma boa refeição. Nesta época era comum as mesas serem baixas, pouco acima do chão. Por isso, as pessoas se sentavam no chão, e reclinavam-se à mesa. E lá estava Jesus, reclinado à mesa e cercado de amigos.
Marta servia a todos, enquanto seu irmão Lázaro estava sentado junto com seu amigo Jesus. De repente, Maria, irmã de Marta e de Lázaro, entrou no lugar onde Jesus estava. Ela se aproximou de Jesus carregando um vaso de alabastro contendo uma libra de nardo puro (Jo. 12:3) e quebrou o vaso, derramando o bálsamo sobre a cabeça Dele (Mc. 14:3).
O perfume era tão intenso que encheu toda a casa (Jo. 12:3). O nardo era um bálsamo raro extraído de uma planta nas regiões do Himalaia (Índia), e sendo um produto importado de longa distância era um artigo caro e raro. A quantidade citada na Bíblia (“uma libra”) equivale a cerca de 326 gramas. Este bálsamo poderia ter sido vendido por 300 denários (Mc. 14:5). Naquela época, um trabalhador recebia um denário por um dia de trabalho. Assim, o nardo derramado por Maria valia praticamente o salário de um ano de trabalho. Com este ato, Maria estava declarando que Jesus é mais precioso do que o mais puro nardo.
Nesta história, uma das muitas lições que podemos aprender é a importância de quebrar o vaso. Em Mc. 14:3 diz: “… e, quebrando o alabastro…”. Por que Maria quebrou o vaso? Era mesmo necessário quebrá-lo? Ele não poderia ter sido poupado? Não seria possível derramar o bálsamo sem quebrar o vaso? Na verdade, não! Observe a foto inserida no início deste texto. Esta é uma imagem de um vaso de alabastro encontrado em Canaã (Israel) datado de aproximadamente 1400 – 1200 a.C.

O alabastro é uma variedade do gesso, e era muito usado para fazer pequenos vasos. O vaso de alabastro era pequeno, com cerca de 14 cm de altura. Seu corpo era redondo, e ia afinando até o gargalo. Possuía uma pequena alça para que pudesse ser carregado preso ao cinto. Ele era selado (ou tampado) no gargalo para que o bálsamo não se perdesse e também para que o perfume fosse preservado. Desta forma, para usar o bálsamo, a pessoa tinha que quebrar o vaso. Para facilitar a quebra e para não correr o risco de quebrar demais o vaso e perder todo o bálsamo, o vaso possuía umas ranhuras em forma de espiral na altura do pescoço. Estas indicavam o local onde o vaso deveria ser quebrado e serviam também para facilitar a quebra. Como o vaso tinha que ser quebrado, não poderia utilizar apenas metade do bálsamo e guardar a outra metade. Era necessário usar todo o bálsamo de uma vez só. Por este motivo, o vaso de alabastro era pequeno, pois era a medida exata para caber uma quantidade suficiente para ser aplicada uma única vez.
O vaso de alabastro é criado justamente para isso. Ele é formado para guardar um bálsamo precioso, e sabe que terá que compartilhá-lo com as pessoas. O vaso de alabastro sabe que quando chegar o momento do bálsamo ser derramado, ele será quebrado. Mas isso não lhe causa dor, pelo contrário, ele sente prazer porque ao ser quebrado o perfume do bálsamo se espalhará pela casa toda, e todos sentirão o suave odor daquela fragrância. Ser quebrado não é o ponto mais baixo da história do vaso de alabastro. Pelo contrário. É o ponto mais alto. É para isso que ele foi criado.
Sabe, nós somos como o vaso de alabastro. Todos nós temos esse bálsamo dentro de nós. Segundo a Bíblia, nós somos o suave perfume de Cristo. Não podemos trancá-lo ou escondê-lo. Ele precisa ser compartilhado. Precisamos deixar que o vaso seja quebrado, para que o bálsamo seja derramado. Só assim, todos sentirão o seu suave perfume. Não lamente quando você for quebrado. Não lamente pela quebra do velho vaso. Preste atenção ao perfume que o Senhor está derramando em sua vida e através dela., onde vivia Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Ofereceram-lhe ali um jantar. Marta servia, e Lázaro estava entre os que se reclinavam à mesa com ele. Então Maria tomou uma libra de um nardo puro, um perfume muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com seus cabelos. E toda a casa se encheu com a fragrância do perfume”. (Jo 12.1-3)
Faltavam poucos dias para a páscoa e Jerusalém fervilhava. O povo chegava de toda a parte para celebrar a grande festa. Na época de Jesus havia cerca de 50 mil habitantes em Jerusalém. Este número aumentava para cerca de 200 mil na época da páscoa. Jesus decidiu se afastar daquela confusão, e foi passar a noite em Betânia, cidade situada cerca de 3 km a leste de Jerusalém. Lá, Jesus visitou Simão, antes conhecido como “o leproso”, que o recebeu com prazer e lhe serviu uma boa refeição. Nesta época era comum as mesas serem baixas, pouco acima do chão. Por isso, as pessoas se sentavam no chão, e reclinavam-se à mesa. E lá estava Jesus, reclinado à mesa e cercado de amigos.
Marta servia a todos, enquanto seu irmão Lázaro estava sentado junto com seu amigo Jesus. De repente, Maria, irmã de Marta e de Lázaro, entrou no lugar onde Jesus estava. Ela se aproximou de Jesus carregando um vaso de alabastro contendo uma libra de nardo puro (Jo. 12:3) e quebrou o vaso, derramando o bálsamo sobre a cabeça Dele (Mc. 14:3).
O perfume era tão intenso que encheu toda a casa (Jo. 12:3). O nardo era um bálsamo raro extraído de uma planta nas regiões do Himalaia (Índia), e sendo um produto importado de longa distância era um artigo caro e raro. A quantidade citada na Bíblia (“uma libra”) equivale a cerca de 326 gramas. Este bálsamo poderia ter sido vendido por 300 denários (Mc. 14:5). Naquela época, um trabalhador recebia um denário por um dia de trabalho. Assim, o nardo derramado por Maria valia praticamente o salário de um ano de trabalho. Com este ato, Maria estava declarando que Jesus é mais precioso do que o mais puro nardo.
Nesta história, uma das muitas lições que podemos aprender é a importância de quebrar o vaso. Em Mc. 14:3 diz: “… e, quebrando o alabastro…”. Por que Maria quebrou o vaso? Era mesmo necessário quebrá-lo? Ele não poderia ter sido poupado? Não seria possível derramar o bálsamo sem quebrar o vaso? Na verdade, não! Observe a foto inserida no início deste texto. Esta é uma imagem de um vaso de alabastro encontrado em Canaã (Israel) datado de aproximadamente 1400 – 1200 a.C.

O alabastro é uma variedade do gesso, e era muito usado para fazer pequenos vasos. O vaso de alabastro era pequeno, com cerca de 14 cm de altura. Seu corpo era redondo, e ia afinando até o gargalo. Possuía uma pequena alça para que pudesse ser carregado preso ao cinto. Ele era selado (ou tampado) no gargalo para que o bálsamo não se perdesse e também para que o perfume fosse preservado. Desta forma, para usar o bálsamo, a pessoa tinha que quebrar o vaso. Para facilitar a quebra e para não correr o risco de quebrar demais o vaso e perder todo o bálsamo, o vaso possuía umas ranhuras em forma de espiral na altura do pescoço. Estas indicavam o local onde o vaso deveria ser quebrado e serviam também para facilitar a quebra. Como o vaso tinha que ser quebrado, não poderia utilizar apenas metade do bálsamo e guardar a outra metade. Era necessário usar todo o bálsamo de uma vez só. Por este motivo, o vaso de alabastro era pequeno, pois era a medida exata para caber uma quantidade suficiente para ser aplicada uma única vez.
O vaso de alabastro é criado justamente para isso. Ele é formado para guardar um bálsamo precioso, e sabe que terá que compartilhá-lo com as pessoas. O vaso de alabastro sabe que quando chegar o momento do bálsamo ser derramado, ele será quebrado. Mas isso não lhe causa dor, pelo contrário, ele sente prazer porque ao ser quebrado o perfume do bálsamo se espalhará pela casa toda, e todos sentirão o suave odor daquela fragrância. Ser quebrado não é o ponto mais baixo da história do vaso de alabastro. Pelo contrário. É o ponto mais alto. É para isso que ele foi criado.
Sabe, nós somos como o vaso de alabastro. Todos nós temos esse bálsamo dentro de nós. Segundo a Bíblia, nós somos o suave perfume de Cristo. Não podemos trancá-lo ou escondê-lo. Ele precisa ser compartilhado. Precisamos deixar que o vaso seja quebrado, para que o bálsamo seja derramado. Só assim, todos sentirão o seu suave perfume. Não lamente quando você for quebrado. Não lamente pela quebra do velho vaso. Preste atenção ao perfume que o Senhor está derramando em sua vida e através dela.

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.5 Não maltrata, não procura seus inter...
24/03/2015

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
5 Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
6 O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Leia o capítulo completo: 1 Coríntios 13

I. ELIAS DEIBAIXO DOS HOLOFOTES – NA CORTE REAL – (17:1)1. Deus levantou Elias, um homem desconhecido, de um lugar desco...
24/03/2015

I. ELIAS DEIBAIXO DOS HOLOFOTES – NA CORTE REAL – (17:1)
1. Deus levantou Elias, um homem desconhecido, de um lugar desconhecido, para levar uma mensagem ao rei
- A mensagem de Elias é urgente, contundente, poderosa. Não vai chover durante três anos e meio, segundo sua palavra. Isso seria quebrar a espinha dorsal da credibilidade de baal.
- Deus não precisa de estrelas, ele precisa de homens disponíveis e obedientes.
- A origem de Elias é um golpe no orgulho dos poderosos. Ele vem de Tisbé, um lugar obscuro, desconhecido. Ele vem de lugar nenhum. É um ilustre desconhecido, sem títulos, sem diplomas na parede. Ele não é um figurão.
2. Elias associa o ministério da pregação com o ministério da oração
- Ele orou com instância para não chover e entregou a mensagem a Acabe. Quem ora prega com poder. Quem ora prega com eficácia. Só podemos ter êxito em público, se temos intimidade com Deus em secreto.
- Sem oração teremos apenas luz na mente, mas não fogo no coração. Pregação é lógica em fogo e precisa vir de homem que está em fogo. Wesley dizia: “ponha fogo no seu sermão, ou ponha o seu sermão no fogo”.
3. Elias tem autoridade de aparecer na presença dos homens, porque ele anda na presença de Deus
- Elias era um homem semelhante a nós: teve medo, sentiu solidão, fugiu, pediu para morrer, ficou deprimido. Mas Elias também aprendeu a viver na presença de Deus. A maior necessidade da igreja hoje é de pastores, de homens que vivam na presença de Deus.
- A maior necessidade hoje é de homens que conheçam a intimidade de Deus. Muitos falam sobre Deus, mas não conhecem a Deus. Têm fome de livro, mas não de Deus. Exemplo: Robert McKeyne – o visitante que foi visitar sua igreja após sua morte e o zelador lhe disse: ore, chore!
II. ELIAS ESCONDIDO DA MULTIDÃO – NO RIBEIRO DE QUERITE – (17:2-5)
1. Deus trabalha em nós, antes de trabalhar através de nós
- Deus tira o profeta do palco, debaixo dos holofotes, debaixo das luzes da ribalta e o envia para o deserto, para a solidão. No deserto Deus nos prova. Ele nos manda para a solidão do deserto para nos desmamar do mundo.
- Deus fez isso com Paulo. Deus o tirou de Jerusalém e o enviou a Tarso, onde ficou dez anos no anonimato.
2. No deserto, precisamos depender mais do provedor do que da provisão
- Além de viver na solidão do deserto, Elias devia confiar totalmente em Deus para o seu sustento. É mais confiar em nós em tempo de fartura. É fácil confiar em Deus quando estamos no palco.
- Exemplo: minha experiência nos Estados Unidos.
3. O deserto faz parte do curriculo de Deus para a nossa vida
- Foi Deus quem mandou Elias para Querite. O deserto não é um acidente, mas um apontamento. Deus trabalha em nós, antes de trabalhar através de nós.
- Deus está no controle. Ele sabe o que está fazendo.
4. Quando a sua fonte secar, os recursos de Deus continuarão disponíveis para você
- Elias estava onde Deus mandou ele estar, no tempo que Deus ordenou, mas a fonte secou. Mas, quando a fonte seca, Deus sabe onde você está, como está, para onde dever ir e o que deve fazer.
- A fonte secou porque Elias estava orando e Deus agindo.
- Às vezes a fonte seca na vida, no casamento, nas finanças, na saúde, nos relacionamentos. Mas, quando os recursos da terra acabam, os recursos de Deus continuam absolutamente disponíveis.
III. ELIAS NA FORNALHA – EM SAREPTA – (17:8-10)
1. Na fornalha, quando as coisas parecem difíceis, elas tendem a piorar
- Deus tirou Elias do deserto e o jogou na fornalha. Sarepta significa fornalha, cadinho. Antes de Deus usar você, Deus vai depurar você. O fogo só vai queimar a escória.
- A fornalha faz parte da agenda de Deus na sua vida. Ele mesmo vai matricular você na escola do quebrantamento.
- Ir a Sarepta era um perigo. F**a a mais de 150 Km. Nesse tempo Elias era o homem mais procurado, vivo ou morto em Israel.
- Deus parece ter senso de humor. Ele manda Elias a Sarepta para ser sustentado para uma mulher viúva. Se Deus tivese mandado Elias sustentar uma mulher viúva, ele poderia pensar que, pelo menos teria um ministério.
- Elias sai de Querite para não morrer de sede e quase morre de fome, pois a mulher que deveria lhe sustentar está para morrer de fome.
- A viúva experimenta um milagre na cozinha.
2. Na fornalha somos desafiados a esperar um milagre de Deus
- A viúva não apenas era pobre, mas agora está enlutada do seu único filho. O menino morre e a mulher coloca a culpa em Elias. Você já foi acusado de algo que não fez?
- Elias não se defende. Ele apenas disse: “mulher transfere para mim a sua dor, ponha em meus braços o seu filho morto”.
- Se queremos ver os meninos mortos ressuscitando, precisamos falar com Deus mais do que nos defendermos das acusações.
- Elias ora, Deus ressuscita o menino, mas ele não capitaliza com isso. Não faz um discurso de auto-elogio.
- Os mortos espirituais precisam ser ressuscitados: precitamos orar, e agir na certeza de que só Deus pode trazê-los à vida.
3. Depois da fornalha, um grande reconhecimento
- Agora eu sei que és um homem de Deus e que a Palavra de Deus na sua boca é verdade.
- Uma coisa é proferir a Palavra de Deus, outra coisa é ser boca de Deus.
- A vida do pregador fala mais do que seus sermões.
- A vida do ministro é a vida do seu ministério.
- O pastor é um homem em fogo. Pregação é lógica em fogo. Ponha fogo no seu sermão ou ponha o seu sermão no fogo.
- A parte mais importante do sermão é o homem que está atrás do púlpito.
- Os pecados do ministro sãos os mestres do pecado. Os pecados do ministro são mais graves, mais hipócritas e mais danosos.
- O maior obstáculo da obra são os obreiros.
- Os maiores sermões já foram publicados: Jonathan Edwards. O seminarista que pregou o seu sermão.
- David Hume e George Whitefield. A Palavra de Deus tem sido verdade em sua boca?
IV. ELIAS NO CARMELO, UM CONFRONTO ESPIRITUAL – (18:1-2, 19)
1. Elias associa a soberania de Deus com a responsabilidade humana
- Deus fala que vai chover, mas Elias ora humildemente, perseverantemente, triunfantemente. O mesmo fez Daniel no cativeiro, conforme o capítulo 9.
- Deus elege, mas nós precisamos evangelizar.
2. Elias anda segundo a agenda de Deus
- Deus manda Elias aparecer, ele aparece. Deus manda Elais se esconder, ele se esconde. Deus manda Elias ir para a fornalha, ele vai. Deus manda Elias aparecer e ele aparece. Ele está pronto, batendo continência para a ordem de Deus.
- Precisamos de gente que simplesmente obedeça: Deus manda e o universo inteiro obedece: o sol, o vento, o mar, a mula, o verme, os demônios, os anjos. Deus manda você e você é a única pessoa a ressistir a ordem de Deus?
3. Elias confronta o rei, o povo e os profetas de baal
- Elias confronta o rei, o povo e os profetas de baal. Ele não se intimida, não negocia sua consciência. Não vende seu ministério. Ele não quer ser popular, mas fiel. Elias diz ao povo que obediência dividida é tão errada quanto idolatria declarada.
- Elias retirou o baal do caminho de Israel. No caminho das torrentes de Deus havia um obstáculo. Esse monstruoso ídolo se colocara entre a terra e o céu, entre as chuvas e a terra seca, entre as bênçãos e o povo. Não adianta dar nome diferente a baal, nem trocá-lo de lugar. O baal precisa ser removido. Precisamos tirar o entulho, antes do fogo de Deus descer!
4. Elias antes de pedir intervenção do céu, restaura o altar que está em ruínas
a) O altar da adoração – Porque há ajuntamento, mas não há quebrantamento (Is 1:15); porque há música celebrativa, mas não adoração (Am 5:23); porque há oferta, mas não honra ao Senhor (Ml 1:10).
b) O altar da comunhão – Ele ajuntou 12 pedras, símbolo das doze tribos dispersas, desunidas. Há mágoas na igreja. Há partidos, grupos, no conselho, no coral, nas sociedades internas, nos presbitérios.
c) O altar da família – Há lares quebrados, há pastores em crise no casamento (Olson – os pastores são os que mais se divorciam).
5. Elias, um homem que ousou crer na manifestação do poder de Deus
- O ministério de Elias foi timbrado pela manifestação do poder de Deus. Ele não apenas fala do poder, mas também o experimentava. Ele viu os corvos voando a Querite para lhe levar alimento. Ele viu a farinha da viúva se multiplicando. Ele viu o menino morto ressuscitando. Ele viu o fogo descendo e a chuva caíndo. Ele pediu fogo e quando o fogo caiu, o povo caiu de joelhos! Hoje perdemos a expectativa do sobrenatural. Nossa teologia é a teologia da Marta, do Deus que fez e que fará, mas não do Deus que faz.
- Ilustração: A igreja que pegou fogo.
- Precisamos pregar aos ouvidos e aos olhos.
V. ELIAS NA CAVERNA DA DEPRESSÃO – (19:9)
1. Cuidado com a ressaca de uma grande vitória
- Você nunca é tão vulnerável como quando depois de uma grande vitória. As vitórias de ontem não são garantias de sucesso hoje. Todo dia você precisa ser cheio do Espírito.
- O Elias guerreiro, gigante, agora teme, foge e se deprime.
2. Cuidado com as garras da depressão
a) As causas da depressão
1) Olhar para circunstância em vez de olhar para Deus (19:2-3) – A vida dele dependia de Deus e não de Jezabel. Sua vida depende de Deus e não do conselho, da igreja, do salário.
2) Afastar-se das pessoas mais próximas na hora que você mais precisa delas – (19:3b) – A solidão não é um bom remédio para quem está deprimido. Gente precisa de Deus, mas gente também precisa de gente.
3) A auto-piedade mascara a sua visão da vida (19:4,9) – Elias pensou que estava sozinho.
4) O esgotamento físico-emocional (19:4,5) – Elias estava cansado fisicamente e exausto emocionalmente.
b) A cura para a depressão
1) Sonoterapia e boa alimentação
2) Desabafo
3) Perspectiva para o futuro
VI. ELIAS NO GLORIOSO ARREBATAMEENTO – NO JORDÃO – (2 Rs 2:6-12)
1. O melhor de Deus para sua ainda ainda está por vir
- Elias queria morrer, mas nem a morte ele experimentou.
- Na corte de Acabe, Elias foi mensageiro de Deus. Em Querite foi quebrantado por Deus. Em Sarepta foi lapidado por Deus. No Carmelo foi usado por Deus. Na caverna foi restaurado por Deus, mas no Jordão foi arrebatado por Deus.
- Elias foi levado para o céu como um símbolo da igreja: No último dia, quando a trombeta soar, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, depois nós, os vivos, os que ficarmos seremos transformados e arrebatados para encontar o Senhor nos ares e assim estaremos para sempre com o Senhor.
2. O desafio de Deus para a sua vida é feito agora
a) “Onde está o Senhor Deus de Elias?” (2 Rs 2:14). Ele é apenas o Deus que agiu ontem? Ele age ainda hoje? Ele opera maravilhas ainda hoje? Ele reaviva a sua igreja ainda hoje? Ele abre portas ainda hoje? Ele transforma vidas ainda hoje?
- Eliseu lançou a capa de Elias e as águas do Jordão se abriram. O Deus de Elias está aqui. Ele é o nosso Deus. Ele está no trono. Ele reina. Ele é o Deus da igreja, da sua família, da sua vida.
b) “Onde estão os Elias de Deus?” – Os Elias de Deus estão aqui? Eles estão em nosso meio? Você é um Elias de Deus? Está pronto a ser levantado por Deus, quebrantado por Deus, lapidado por Deus, usado por Deus? Está pronto a sair da caverna e ser poderosamente usado por Deus?
Foto de Que ele cresça e eu diminua.
Foto de Que ele cresça e eu diminua.

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