Aula de Violão e Guitarra - São José dos Campos SJC

Aula de Violão e Guitarra - São José dos Campos SJC Professor com trabalho destacado em Rádios e Rankings da Europa e EUA e NZ. Aprendizado eficaz bas (Método Clam Zimbo Trio com o professor Paulo Vera). Videla).

José Negrin – Professor, Guitarrista, Violonista e Compositor. Resumo: Membro da DELIAN-SOCIETY ( EUA - Associação de compositores fundada por Joseph Ford/Universidade de Harvard) e com trabalhos instrumentais solo destacados em mídias como a REVISTA GUITAR PLAYER (em 2008). Se apresentou e obteve faixas adquiridas como trilha sonora para vídeos institucionais na UNIRIO (Universidade Federal do Estado do RJ), na Universidade de Leiden na Holanda, Universidade de Córdoba na Espanha e da Universidade de Washington nos EUA. Entre 2011 à 2021 teve 3 álbuns em 1º lugar na plataforma de áudio europeia Jamendo Music (da AudioValley – Winamp). Estudou violão e guitarra pelo método CLAM/ULM, curso superior em Comunicação e artes com monografia voltada à música e suas formas de expressão (Univap) e o Curso livre de Harmonia e Contraponto da USP (Universidade de São Paulo). Formação:
Curso de Violão e Guitarra na Escola de Música da Rossi Instrumentos Musicais – 1990 até 1993. Nível Superior em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda – Monografia abordando o tema: “A Relação da estética da Imagem e da Música”. 2000 até 2003.
– Harmonia e Contraponto – Curso Livre pela USP – Universidade de São Paulo. Outros Cursos e métodos estudados em cursos com orientadores e de forma Autodidata:
- Harmonia Tradicional (Tratado de Paris de Anton Reicha).
- Melodia com o Método “Gramática Musical” de Arthur Nogueira Campos.
- Harmonia Tonal (Método de Stefan Kostka.
- Pesquisa sobre o método Da Melodia ao Discurso Musical – Hilarion Eslava – 1861 (Material cedido pela Biblioteca Nacional da Espanha).
- História da Música Ocidental (Edson Ortolan)- Formas Instrumentais do Renascimento (Mario A. Atuação como Músico:
- Compositor erudito tendo trabalhos difundidos entre 1997 a 2001 no Brasil na Rádio Cultura FM de SP, Rádio MEC FM – RJ, Opus 90 – RJ, Rádio da Universidade Estadual de Londrina, Rádio da Universidade Estudual de Maringá. Trabalhos em Universidades e associações acadêmicas:

- Trabalhos de Composição Erudita divulgados entre 2000 a 2003 em mídias internacionais como a Rádio da Universidade de Coimbra – Portugal; Rádio da Universidade de Nottingham – Inglaterra.
- Em 2014 foi aprovado como membro da Delian Society - Comunidade internacional fundada por Joseph Ford (Universidade de Harvard) de compositores contemporâneos "dedicados à revitalização das grandes tradições tonais na música de arte".
- Entre 2017 e 2021, através do sistema de venda/licenciamento da Jamendo Music teve músicas dos álbuns “Rough Pearl” (Guitarra Instrumental) e “Acoustic Guitar” (violão solo) como trilhas sonoras de trabalhos acadêmicos, vídeos institucionais e produções na Universidade de Córdoba (Espanha), Universidade de Leiden (Holanda), Universidade de Washington (EUA), Universidade do Minho (Portugal).
- Em 2017 foi selecionado como compositor e violonista para participar da amostra de composição contemporânea “Série Compositores” na UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Divulgações em Rádios/Revistas/TV.
2001 – Programa V – TV Vanguarda (Divulgação de Recital de Violão Clássico). Entre 1997 e 2001 – Na Rádio MEC FM (Fundação Roquete Pinto) no RJ, Rádio Cultura FM de SP (Fundação Padre Anchieta), Rádio Opus 90 (Rádio Clássica) RJ, Rádio Concertzender (Holanda), Rádio Netherland (Holanda).
- Em 2008 seu trabalho autoral de fusão da guitarra elétrica e a Sonata Trio Barroca obtêm destaque em edição da Revista Guitar Player e da Revista Continente Cultural. http://guitarplayer.uol.com.br/?area=materia&colid=6&matid=899

- Entre 2010 a 2012 o compositor, guitarrista e arranjador grava o 1º CD do grupo Opus 23, que alcança Rádios e Mídias dos Estados Unidos, Nova Zelândia, Itália, Espanha, Inglaterra, Argentina, Rússia, Canadá, Polônia, Luxemburgo.
2011 – Com o Grupo Opus 23 participa do projeto educacional “Educamais” da prefeitura Municipal de Jacareí.
2012 – Com o grupo Opus 23 no festival folk “Thor Hammerfest” abrindo show para a banda alemã Adorned Brood em São Paulo.
2017 – 2021: Com os álbuns Rough Pearl (Guitarra instrumental) e Acoustic Guitar (Violão Solo): Divulgações e trilhas sonoras obtidas através do sistema de vendas/licenças da Jamendo Music: TV RAI Italiana – (Itália), na AUDIOCITÉ (produtora Belga), Scuole Romano Bruni" (Pádua – Itália: Vídeo Institucional), TV Cidade (Taubaté – SP), RAG FM 107,7 – Nova Zelândia, Alternative Radio (Alemanha), Rádio Star 100,5 (Barcelona – Espanha). Rankings:
2005 – Negrin ocupa o 2º lugar no Ranking do Site Brasileiro “Guitar Battle” (Cifra Club).
2011 – Opus 23 entre os 5 mais votados do concurso Europeu “JamendoAwards” do portal Jamendo Music.
2012 – Opus 23 em 3º lugar no Ranking dos Artistas Mais Populares da Semana na plataforma europeia Jamendo Music.
2012 – Opus 23 em 4º lugar no Ranking do Portal Europeu MusicBazaar
2012 – Opus 23 com três músicas no Ranking das 20 mais ouvidas do portal espanhol “MusicCopyleft”.
2012 – Opus 23 no Ranking dos mais ouvidos da semana no portal Kroogi (Rússia) com matéria sobre a banda em destaque.
2013 – Negrin em 2º Lugar no Ranking do Portal Europeu MusicBazaar.
2014 - Trabalho solo "Works for Harpsichord and Organ" entre os 10 mais ouvidos da plataforma europeia Jamendo Music.
2017 – Álbum Rough Pearl em 1º Lugar no Ranking “Best Of” da plataforma europeia Jamendo Music.
2021 – Álbum Poiesis em Primeiro Lugar no Ranking “Best of da plataforma europeia Jamendo Music. Discografia:
Álbuns na Jamendo Music:
2007 – Whispering
2013 - Works for Harpsichord and Organ
2017 – Acoustic Guitar
2017 – Rough Pearl
2021 - Poiesis
Projeto Opus 23:
2010 – Praise to Insanity
2012 – Single “Ride on Through the Night”

10/09/2026

VOCÊ CONSEGUE OUVIR A DIFICULDADE DISSO?
Esse é o ápice de For the Love of God. Uma sequência perfeita de articulação, precisão e expressão técnica no tom exato.
Poucos solos no rock conseguiram atingir esse nível de sofisticação.
O que você sente ao ouvir essa frase?

STEVE VAI E A GUITARRA DO DIABO — O DUELO QUE TRANSFORMOU GERAÇÕESSteve Vai
09/09/2026

STEVE VAI E A GUITARRA DO DIABO — O DUELO QUE TRANSFORMOU GERAÇÕES

Steve Vai

STEVE VAI E A GUITARRA DO DIABO — O DUELO QUE TRANSFORMOU GERAÇÕES
Muito antes de eu sequer encostar no braço de uma guitarra, o rock e o instrumento já habitavam o meu imaginário. Nos anos 80 e começo dos 90, a gente cresceu alimentado pela clássica jornada do herói nos cinemas: a rivalidade do "mocinho contra o vilão", o mestre guiando o aprendiz e a ideia de que a superação podia vencer qualquer gigante em desvantagem.

Foi exatamente essa atmosfera que me paralisou quando assisti ao filme Encruzilhada (Crossroads, 1986).

A cena final do duelo de guitarras parecia uma batalha de super-heróis traduzida para a música. De um lado, a arrogância virtuosa de Jack Butler (interpretado por Steve Vai). Do outro, a resiliência do jovem Eugène. Na minha cabeça de criança/adolescente na fase pré-guitarra, aquilo não era apenas um filme; era o prenúncio fascinante do universo em que eu estava prestes a embarcar.

O bastidor que poucos sabem sobre o duelo
Na ficção, o bem vence o mal. Nos bastidores, porém, o duelo foi construído com a participação de vários músicos. Ry Cooder comandou musicalmente a trilha, enquanto Arlen Roth e William Kanengiser também contribuíram para as gravações. No clímax, Steve Vai gravou tanto as partes de Jack Butler quanto “Eugene’s Trick Bag”, a peça neoclássica atribuída a Eugene e baseada em grande parte no Caprice nº 5, de Paganini. Em cena, Ralph Macchio apenas dublava a execução na guitarra de Eugene.

Essa mistura de linguagem acadêmica/erudita com a atitude do hard rock foi o grande divisor de águas daquela geração — e pavimentou o caminho para obras definitivas que viriam logo em seguida na carreira dele.

Ver aquela cena na época me deu a certeza de que a guitarra tinha o poder de contar histórias tão profundas quanto o cinema.

Você também tem algum filme ou cena de infância que virou a sua chave para gostar de rock e guitarra?

07/09/2026

QUANDO O RITUAL MÍSTICO E A TÉCNICA EXTREMA SE ENCONTRAM NO MESMO SOLO.

ELE SUBSTITUIU MALMSTEEN, VAN HALEN E SYKES — E AINDA ASSIM CRIOU O PRÓPRIO IMPÉRIO.Substituir um ícone no rock é uma ar...
05/09/2026

ELE SUBSTITUIU MALMSTEEN, VAN HALEN E SYKES — E AINDA ASSIM CRIOU O PRÓPRIO IMPÉRIO.

Substituir um ícone no rock é uma armadilha que poderia até abalar a carreira de muitos músicos. Steve Vai fez isso três vezes seguidas — e saiu gigante de todas elas.

A trajetória dele nos anos 80 foi um verdadeiro teste de fogo sob a desconfiança do público e da crítica:

No Alcatrazz, assumindo o posto deixado por Yngwie Malmsteen.

Na carreira solo de David Lee Roth, encarando a comparação direta com Eddie Van Halen.

No Whitesnake, herdando a responsabilidade de suceder o trabalho monumental de John Sykes.

Em vez de tentar imitar esses gigantes, Vai entregou personalidade, respeito e uma identidade sonoro-visual própria. A recompensa veio no topo: quando Slip of the Tongue (1989) e o solo Passion and Warfare (1990) saíram em sequência, o mercado da guitarra simplesmente parou.

O impacto nas lojas e a minha vivência no braço do instrumento

Lembro perfeitamente desse período no início dos anos 90. Nos corredores da escola de música e nas lojas de discos, o nome do Steve Vai era o assunto principal. Mesmo eu estando totalmente mergulhado no rock dos anos 70 e na música erudita, era impossível não tirar o chapéu para a autoridade que ele conquistou no cenário.

O ápice dessa entrega está no clássico "For the Love of God". Para gravar o solo, Vai passou por um jejum rígido de 10 dias e registrou a performance no 4º dia sem comer nada, debaixo de uma pirâmide de madeira no estúdio — com a voz de David Coverdale no sussurro final.

Tempos depois, nesta década de 2020, decidi encarar o desafio de colocar "For the Love of God" no meu repertório instrumental. Trazendo essa obra pensada para uma Ibanez para o braço de uma Stratocaster, o processo de adaptação foi riquíssimo. Foi uma satisfação enorme vencer essa prova técnica e sentir a resposta do público.

Na sua opinião, qual foi o momento mais desafiador da carreira do Steve Vai?

02/09/2026

🎸 **QUANDO A GUITARRA SE TORNA UMA ORAÇÃO**

Steve Vai

STEVE VAI FALA SOBRE JOHN SYKES
01/09/2026

STEVE VAI FALA SOBRE JOHN SYKES

"QUANDO AQUELE DISCO DO WHITESNAKE FOI LANÇADO, FICAMOS TODOS PASMOS." — STEVE VAI

Steve Vai resumiu o impacto que John Sykes causou no rock em 1987. Ao assumir o posto no Whitesnake anos depois, Vai foi categórico: não tentaria soar como Sykes. Não por falta de técnica, mas por reconhecer que o trabalho de John era único, orquestrado com uma identidade sonoro-visual irreplicável.

A minha experiência com a obra de Sykes

Sempre fui um guitarrista profundamente ligado ao som dos anos 70 — ao rock neoclássico, psicodélico e progressivo. Mas minha admiração por John Sykes se consolidou de forma prática quando precisei tirar o solo de "Is This Love" para tocar na noite.

Adaptar aquela linha impecável de Les Paul para uma Strato foi um baita desafio. Um solo esteticamente lindo, que une técnica milimétrica e um feeling absurdo. Tirar esse som me tirou da zona de conforto e enriqueceu demais a minha bagagem como músico.

Logo depois, veio a curiosidade de encarar aquele que considero o solo mais desafiador daquele álbum: "Crying in the Rain". Por trás do timbre encorpado e da estética oitentista, a construção de palhetada e a forma como Sykes conecta as frases aos acordes me pegaram de jeito. Ali há uma clara reverência aos solos compostos do próprio Ritchie Blackmore e a estruturas do barroco e do neoclássico.

Em breve pretendo postar um vídeo novo deste solo por aqui!

E você, qual solo do John Sykes no Whitesnake mais te marcou?

30/08/2026

🎸 **A voz de John Sykes na guitarra.**

28/08/2026

🎸 BLACK NIGHT — UMA FRASE DE 1993.

BLACK NIGHT: A CELEBRAÇÃO DO IMPROVISO E A LIBERDADE DE RITCHIE BLACKMORE  - DEEP PURPLE 1970
25/08/2026

BLACK NIGHT: A CELEBRAÇÃO DO IMPROVISO E A LIBERDADE DE RITCHIE BLACKMORE - DEEP PURPLE 1970

BLACK NIGHT: A CELEBRAÇÃO DO IMPROVISO E A LIBERDADE DE RITCHIE BLACKMORE

Na minha experiência como fã, músico e admirador do Deep Purple e de Ritchie Blackmore, "Black Night" sempre ocupou um espaço absolutamente único — tanto para ouvir em casa quanto para tocar no palco nos meus tempos de cover. Ela possui um riff visceral, cantarolável e marcante ao extremo, que gera uma reação imediata e contagiante na plateia, inclusive naqueles que nem conhecem o som de primeira.

Surgida em 1970 como um single avulso, nascido quase por acaso, com a finalidade de entregar um hit às rádios, a faixa fazia parte dos grandes álbuns de estúdio como Machine Head ou In Rock. No entanto, ela cresceu e se consagrou no lugar onde o rock de verdade acontece: ao vivo, no palco.

O Blues e o Terreno do Inesperado

Ao contrário de hinos como "Highway Star" ou "Burn" — onde Ritchie Blackmore desenhou solos clássicos com arquitetura neoclássica quase imutável, nota por nota —, "Black Night" sempre foi um terreno de liberdade. A sua estrutura calcada no riff swingado e na linguagem do blues rock convida ao inesperado.

Ela instiga gerações de guitarristas não a reproduzir um solo decorado, mas a desenvolver o próprio lado inventivo. A cada turnê, a cada noite, Blackmore usava a base da música para testar timbres, dinâmicas, citações de outros temas e improvisações puras.
A Força da Versão de 1993: Come Hell or High Water

Sei que a versão de 1972 no Made in Japan é um monumento sagrado para a maioria das pessoas, mas, na minha modesta opinião, a versão que sempre me pegou mais foi a do álbum ao vivo Come Hell or High Water (1993/94). Talvez por ser um lançamento que testemunhei no tempo presente, acompanhando de perto na minha juventude, ela tem um valor afetivo e musical gigantesco para mim.

Além do peso da época, sou fascinado pelo timbre de guitarra que o Blackmore tirava nesse período. Para mim, ali ele entregou uma das execuções mais precisas, limpas e inspiradas de toda a sua carreira. Mesmo sob o clima tenso dos bastidores que antecedeu a sua saída da banda, o que ele toca nessa versão é a essência do seu toque bluesy: uma mistura irretocável de peso, espontaneidade e clareza.
O Legado de um Clássico Sem Álbum

A letra de "Black Night" fala sobre a busca, a escuridão da noite e o desejo de liberdade. Ironia ou não, a própria música tornou-se o momento do show em que o guitarrista se libertava de qualquer amarração com arranjos de estúdio.

"Black Night" permanece no repertório do Deep Purple como a prova de que um grande clássico não precisa estar preso a um álbum conceitual para fazer história. Ela vive no palco — no espaço onde a inventividade vence a regra e o rock se renova a cada noite.

23/08/2026

Burn sempre foi um terreno aberto para o virtuosismo. Ritchie Blackmore Tribute

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