Dimas Dantas

Dimas Dantas Mentoria Financeira e Tributária

02/03/2026

Olha a lógica: antes de prometer prêmio, ele faz o que quase nenhum dono faz… fecha a conta ao contrário.

Pega a meta do mês, sobe o alvo, define o bônus e pergunta: quantas vendas eu preciso gerar pra pagar isso? Se bater a meta, o bônus não é custo.

É investimento que se paga com resultado. Se não bater, não tem variável. Simples. Justo. Transparente.

E é aqui que muita loja erra: paga “agrado” fixo, dá aumento sem métrica, cria salário alto sem produtividade… e depois diz que “folha tá pesada”.

Não tá pesada. Tá mal amarrada. Variável bom é aquele que aumenta a cobrança, melhora a execução e coloca todo mundo olhando pro mesmo placar: setor batendo, loja batendo, cliente comprando.

Meritocracia de verdade não é discurso bonito em reunião. É meta clara, régua clara e pagamento condicionado à entrega. O resto é caridade com dinheiro do caixa.

Quer que eu te mostre como montar um variável que cabe na sua DRE e empurra venda de verdade? Comenta MARGEM.

02/03/2026

O cara quer plantar como comerciante e colher como empresário… aí não funciona.

Comerciante joga bingo: vai no impulso, compra “um piso e um petisco”, tenta a sorte, faz uma ação aqui, outra ali… e espera que a conta feche por milagre. O esforço é pequeno, o controle é pequeno e, por consequência, o prêmio é pequeno.

Empresário joga xadrez: tem estratégia, regra, processo e ranking. Ele estuda, mede, compara, erra, ajusta e volta melhor. Ele entende ponto forte e ponto fraco da própria operação. Ele sabe que resultado grande não vem de lance aleatório — vem de método repetido.

O erro começa quando o mercado começa a dar prêmio de xadrez pra jogador de bingo. Aí nasce a ilusão: “se fulano conseguiu, eu também consigo”, só que sem pagar o preço do jogo certo.

Quer parar de operar no improviso e começar a jogar o jogo de quem cresce com margem e caixa?
Comente MARGEM.

01/03/2026

Quando a situação financeira aperta, a estratégia precisa ser clara: compra rápido, vende rápido e paga devagar.

Esse é o princípio que pode salvar seu supermercado do sufoco.
A lógica é simples: queime os produtos da curva C e D, e direcione esse capital para curva A – açougue, hortifruti, bovinos, suínos e aves.

Essas categorias têm giro rápido.
Você compra segunda para vender até quinta. Quinta para vender até segunda.
Com 21 a 30 dias de prazo e giro a cada 4 dias, você paga com o dinheiro que já entrou no caixa.

📊 Cada vez que a mercadoria passa pela sua mão, ela deixa uma gordura de margem.
Aí você replica: compra, vende, compra, vende… e paga só depois. Isso é gestão de fluxo de caixa de verdade.

A regra é clara:
Gire o estoque com inteligência.
Use o dinheiro do fornecedor.
E organize seu caixa para garantir o fôlego que sua operação precisa.

01/03/2026

Funcionário com senso de dono não é “perfil”. É cultura.

E no supermercado isso aparece rápido, porque aqui o jogo é diário: ruptura, fila, quebra, validade, preço errado, cliente reclamando, fornecedor atrasando. Se o time não pensa como dono, a loja vira um lugar onde todo mundo “faz o seu” e ninguém protege o resultado.

Agora presta atenção: senso de dono não nasce de cobrança. Nasce de clareza + padrão + consequência. Você pode até cobrar… mas sem ambiente certo, o máximo que você consegue é obediência temporária. E obediência não sustenta margem.

O que faz alguém vestir a camisa de verdade?

Três coisas bem objetivas:

1) Direção (segurança)
Quando o time sente que existe comando: combinado é combinado, regra vale pra todos, decisão não muda toda hora.

2) Padrão (processo)
Senso de dono aparece quando existe um “jeito certo” de fazer: checklist, rotina, meta por setor, responsabilidade definida, padrão de exposição e reposição. Sem padrão, cada um inventa o seu jeito — e você paga a conta em quebra, ruptura e retrabalho.

3) Propósito (resultado visível)
Ninguém se importa com o que não consegue enxergar. Quando a equipe entende que ruptura é venda perdida, quebra é dinheiro no lixo e preço errado é margem indo embora, ela começa a agir diferente.

Dono que constrói cultura faz o time pensar assim:
“Se eu deixar faltar, eu perco venda.”
“Se eu expor mal, eu perco giro.”
“Se eu conferir mal, eu tomo prejuízo.”
“Se eu errar preço, eu destruo a margem.”

Isso não é motivação. É ambiente.

Pergunta direta:

Hoje, sua equipe está só cumprindo horário… ou está protegendo margem, venda e caixa como quem entende o tamanho do jogo?

Porque no fim do mês, quem não tem time com senso de dono não tem empresa.
Tem um dono cansado… apagando incêndio dentro do próprio CNPJ.

28/02/2026

A pergunta que eu mais recebo é sobre caixa. E faz sentido: caixa é o termômetro do resultado.

Só que tem uma situação muito comum no supermercado: a loja gera lucro na DRE, mas não gera caixa. Aí o dono olha pro contador e fala: “Cadê esse dinheiro? Cadê esse resultado que eu não consigo ver?”

E o motivo é mais simples do que parece: o lucro não virou caixa porque virou mercadoria. Virou compra, virou estoque, virou prateleira.

Aqui entra um ponto que muda tudo: existe regime de competência e existe regime de caixa. No papel, você reconhece o lucro. Na vida real, você paga a conta.

Como a gente compra com prazo e vende à vista, quando você compra demais, a conta chega semanas depois. E, muitas vezes, é exatamente quando você está fechando a DRE que você está pagando o “inteiro” da compra.

Resultado? Você tem lucro no relatório… e aperto no caixa.

E pior: na maioria das vezes, o problema não é que você compra mal. É que você não vende tudo do que compra. O que gira bate no estoque e já sai. O que não gira f**a parado na prateleira. E estoque parado é dinheiro que não volta.

Por isso, caixa não quebra por falta de venda. Quebra por falta de relação de compra e venda: comprar no ritmo certo do giro, com régua, com calendário e com controle.

Se você quer entender por que sua DRE mostra lucro e o seu caixa continua apertado, comente CAIXA ou MARGEM que eu te mando um formulário rápido pra eu te conhecer e te ajudar.

28/02/2026

A cada 10 lojas que entram numa gestão de pricing, em 8 eu faço o “absurdo” que muita gente acha que destrói o negócio: eu baixo o preço… e a margem sobe.

E isso mostra o tamanho do erro que existe em muitos supermercados: precif**ação errada faz você perder duas vezes.

Você perde venda porque f**a caro onde não pode f**ar caro. E perde margem porque compensa no lugar errado, força oferta, destrói mix e vira refém de volume ruim.

É por isso que tanta gente olha o faturamento e não entende por que o dinheiro não vira caixa. “Matematicamente não faz sentido.” Faz, sim. Só que o problema não está no quanto você vende. Está em como você precif**a.

Quando o preço está errado, você pode vender muito e mesmo assim não ver o caixa reagir. Você cresce no relatório e sangra na prática.

Chocante? É.
Mas é exatamente o que acontece quando você não tem régua de preço, não mede elasticidade e não sabe onde pode ser agressivo e onde precisa proteger margem.

Se você quer descobrir onde sua loja está “caro no lugar errado” e “barato no lugar que não pode”, comente MARGEM que eu te mando um formulário rápido pra eu te conhecer e te ajudar.

27/02/2026

Quem ganha na compra, garante a venda. Anota isso.

No supermercado, a venda é consequência da compra.
Quando você compra bem, vender f**a fácil: você entra com preço competitivo, segura margem e ainda consegue fazer ação sem sangrar o caixa.

Agora, quando você compra mal… a venda vira castigo.
Porque você já começou errado:

não negociou (aceitou tabela e condição “padrão”),

não cotou (não comparou fornecedor, prazo, bonif**ação, frete, desconto — comprou no “automático”),

comprou acima da régua (entrou caro e depois tenta “milagre” na gôndola).

Resultado? Você não consegue repassar a margem.
F**a apertado, vira refém de oferta e começa a “corrigir” na venda o erro que nasceu na compra.

A pergunta é simples: sua compra está te dando poder… ou te deixando sem saída?

Comente MARGEM que eu te mando no direct um formulário rápido pra ajustar sua régua e cotar melhor.

26/02/2026

Pricing não é “ensinar a vender caro”.
É ensinar a vender o que tem mais — sem perder competitividade e sem matar a rentabilidade.

Salsicha é gerador de tráfego: alta percepção de preço, consumo alto… então não adianta querer margem cheia nela.

Você faz o cliente entrar no Festival do Hot Dog e ganha no combo: molho, maionese, pão, batata palha, refri, sorvete… o carrinho sobe e o caixa agradece.

Quer competir com o preço do vizinho? Beleza.
Só não esqueça: o jogo é arrumar a loja pra ninguém comprar só a “isca”.

Comente MARGEM que eu faço um diagnóstico da sua operação com um passo a passo pra montar seus geradores de tráfego + geradores de margem do jeito certo.

24/02/2026

Se o seu supermercado está com a margem apertada e o caixa curto, talvez o problema não seja “vender pouco”.

Muitas vezes, o problema começa antes da gôndola: na compra.

Negociação com fornecedor não é briga. É estrutura. É divisão de peso.

Do mesmo jeito que a fé ensina que, quando você não consegue sozinho, você divide com Deus e Ele te ajuda, na compra é igual: você não carrega tudo sozinho.

Você senta com o fornecedor e constrói condição.

Quem ganha na compra, vende com menos esforço. Porque preço bom não é só desconto. O maior recurso do fornecedor, além do preço, é o prazo de pagamento.

Prazo é fluxo de caixa. Prazo é fôlego. Prazo é você trabalhar com o dinheiro dele em vez de sufocar o seu.

Quando você pede volume, precisa falar com clareza: eu vou girar, mas você precisa me ajudar. Pode ser prazo maior, entrega fracionada, verba, condição logística.

Na circunstância real do varejo, qualquer ganho de condição vale. Um dia a mais de prazo pode ser a diferença entre comprar certo e estourar o caixa.

E aqui está a virada que poucos compradores entendem: comprador bom não é o que “compra barato”.

É o que compra e já enxerga a venda. Ele tem sede de vender. Ele compra pensando na execução no piso de loja, no giro e no resultado.

No final, comprar bem é vender duas vezes: na mesa e no corredor.

Se você quer melhorar negociação com fornecedor, prazo de pagamento, fluxo de caixa e estratégia de compras para aumentar a margem do seu supermercado, comente MARGEM.

23/02/2026

Imagine transformar cada visita ao seu supermercado em uma oportunidade de aumentar seu faturamento sem a necessidade de expandir sua equipe ou suas despesas fixas!

Quando cada cliente decide gastar apenas R$5 a mais, você não só potencializa suas vendas, mas também maximiza sua margem de lucro.

Neste cenário, o foco não é apenas conquistar novos clientes, mas sim fazer com que os que já estão com você aumentem seu ticket médio.

Isso signif**a que você pode manter sua estrutura atual, minimizando custos de aquisição e aproveitando ao máximo a relação já estabelecida com seus clientes.

Curiosidade: sabia que pequenas mudanças na apresentação dos produtos e promoções estratégicas podem incentivar os clientes a gastar mais?

Um layout atrativo e uma comunicação clara sobre ofertas podem fazer toda a diferença!

Vamos juntos transformar a experiência de compra no seu supermercado? Marque aquele amigo que precisa dessa dica e comece a implementar hoje mesmo!

Endereço

Rua Timboré, 50
São Paulo, SP
04347150

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dimas Dantas posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar