AIGO livros

AIGO livros livraria migrante

Quer conhecer mais do Marrocos, para além das quatro linhas do gramado? Vem ver essa seleção de livros de autores do paí...
13/06/2026

Quer conhecer mais do Marrocos, para além das quatro linhas do gramado? Vem ver essa seleção de livros de autores do país no norte da África:

🇲🇦 Em “Vejam como dançamos” (Editora Intrínseca), de Leïla Slimani, sequência de “O país dos outros”, reencontramos a família franco-marroquina Belhaj, que retrata os desafios impostos pelo multiculturalismo e pelas relações inter-raciais em uma sociedade conservadora. É a partir da trajetória de gerações da família que a autora conta a história do próprio Marrocos. Trad. Dorothée de Bruchard.

🇲🇦 Em “Tribulações de um sonhador contumaz” (7Letras), o poeta Abdellatif Laâbi sonda a vertigem do infinito, a extensão do mal, as tempestades do amor. “Essas três dimensões, que, como em toda grande poesia, aparecem muitas vezes embaralhadas, ora se apresentam nos acidentes mais cotidianos, ora em extraordinárias meditações.” Trad. Carlito Azevedo e Maria Eduarda Castro.

🇲🇦 “Um país para morrer” (Editora Nós), de Abdellah Taïa, é um romance formado sobretudo por diálogos, o que pressupõe uma série de encontros. Só conversa quem se dispõe a estar diante do outro. “Como diálogos pressupõem movimento, já que são um vai e vem, as personagens estão o tempo inteiro se deslocando. O encontro que elas têm com sociedades estrangeiras, por exemplo, nunca é pacífico.” Trad. Raquel Camargo.

🇲🇦 Em “Sultanas esquecidas: mulheres chefes de Estado no Islã” (Editora Tabla), Fatima Mernissi “nos convida a um mergulho no coração do império muçulmano. Atravessando mais de treze séculos de história e diversas sociedades com variadas culturas, ela descobre estranhos casos de rainhas esquecidas (ou apagadas) pela história oficial.” Trad. Marília Scalzo.

//

Para quem quer aproveitar o momento e ler mais sobre futebol, temos uma seleção de leituras imperdíveis:⚽ “Saudades do q...
11/06/2026

Para quem quer aproveitar o momento e ler mais sobre futebol, temos uma seleção de leituras imperdíveis:

⚽ “Saudades do que nunca fomos: brasileiros e o futebol” (Editora Elefante), de Fabio Luis Barbosa dos Santos, foi escrito para misturar e discutir política e futebol. “Este ensaio discorre sobre a estrutura de sentimentos em torno do futebol brasileiro e a sua evolução e sobre as maneiras como esse esporte dialoga com o sentimento nacional. Discute a condição do futebol brasileiro no passado e no presente como estratégia para refletir sobre a história recente do país, seus impasses e contradições.”

⚽ “As regras” (DBA Literatura), de Lilian Sais, encerra a “tetralogia da perda”, série de livros que escreveu após a morte do pai. “Do tetracampeonato de 1994 à Copa do Mundo do Catar, passando pelo trauma nacional do Maracanaço e pela história do futebol feminino no Brasil, a autora rememora episódios marcantes da relação com o pai atravessados pelo esporte.”

⚽ “Seul, São Paulo” (todavia), de Gabriel Mamani Magne, explora as experiências de adolescência do narrador com o primo, imigrante que retorna à Bolívia depois de mais de uma década vivendo em São Paulo. “E é entre um ônibus lotado e outro, que emergem as descobertas tão típicas e absolutamente únicas para cada um de nós: o álcool, o s**o e as paixões — pelas garotas do pré-militar, pelo pop coreano e pelos times de futebol.” Trad. Bruno Cobalchini Mattos.

⚽ “Futebol à esquerda” (Manjuba), de Quique Peinado, traz histórias de craques comprometidos, de jogadores que acreditavam que sua função ia além de marcar belos gols. “Futebolistas que saíram da Espanha durante a Guerra Civil, que fizeram parte da KGB, que se opuseram a ditaduras na América Latina, que batalharam por melhores condições de jogo.” Trad. Luis Reyes Gil.

⚽ “Rostos cobertos, corações à mostra: futebol, autonomia e luta zapatista” (Autonomia Literária), “organizado pelo historiador futebolístico Micael Zaramella, é um livro que, desde as perspectivas zapatistas, nos permite oxigenar nossa imaginação política e investir na criação de outros futebóis e mundos possíveis.”

Novidades da seção “Primeiros encontros” que inspiram novas criações:🪼 “Como desenhar (quase) todos os seres aquáticos” ...
10/06/2026

Novidades da seção “Primeiros encontros” que inspiram novas criações:

🪼 “Como desenhar (quase) todos os seres aquáticos” (), de Chika Miyata, ensina a desenhar baleias, peixes, anêmonas, tubarões, focas, caranguejos, ursos polares e muito mais. “Tudo isso em poucos passos e com muita diversão!”

🎵 “Coleção de Sons de Cecília” (), de Renata Pezani e Lumina Pirilampus: “Quando descobre que a audição é o último sentido a parar de funcionar antes da morte, Cecília tem uma ideia para resgatar o avô do frio e tedioso lugar onde se encontra: recolher os ruídos espalhados pelo mundo para mantê-lo vivo.”

🫟 “Hirameki: a brincadeira genial de desenhar” (), de Peng e Hu, “é um livro-experiência, em que, em vez de desenhos para colorir, você terá manchas de cores para desenhar sobre elas. Os desenhos no livro são apenas inspirações para suas próprias ideias, imagens e experimentos.”

🌊 “O canto do rio - Amara Mo Opará” (), de Tamaruhí Tuxá e Eris Beatriz, “é encantado pelo povo Tuxá de Rodelas, interior da Bahia, e carrega em seu corpo as águas do rio Opará – o São Francisco. É um convite a ouvir o rio, a pisar no chão devagarinho, a entrar na roda do Toré e a dançar ao som dos maracás, principalmente dos povos indígenas da Bahia e do Nordeste.”

🥁 Em “Nsamba” (), de Maitê Freitas com ilustrações de Carol Fernandes, “a origem do ritmo mais popular do Brasil é contada de um jeito único, cheio de gingado e encantamento. Entre nessa roda!”

Temos leituras para todos os gostos e sensibilidades. Vem conhecer as últimas que chegaram por aqui:🇨🇳 “O diário de um l...
06/06/2026

Temos leituras para todos os gostos e sensibilidades. Vem conhecer as últimas que chegaram por aqui:

🇨🇳 “O diário de um louco” (), de Lu Xun, considerado o fundador da literatura moderna na China, reúne três coletâneas de histórias curtas, que apresentam um autor “irônico e profundamente crítico das tradições de seu país, e também um painel de tintas fortes da cultura chinesa, sua rotina e seus mitos.” Trad. Beatriz Henriques, Cesar Matiusso, Ho Yeh Chia (coordenação e revisão técnica), Marcelo Medeiros, Marina Silva, Pedro Cabral.

🇨🇴 “Noite negra” (), de Pilar Quintana, é um “romance sobre o preço da liberdade, a fragilidade das utopias íntimas e o momento em que uma mulher, encurralada, precisa decidir até onde é capaz de ir para não ser devorada pelo mundo ou por si mesma.” Trad. Elisa Menezes.

🇨🇩 “Congo” (), do historiador David Van Reybrouck, entrelaça pesquisa histórica e centenas de entrevistas para apresentar, a trajetória da República Democrática do Congo. Da pré-história e do início do tráfico de escravizados à colonização belga, passando pelas guerras civis que marcam o país desde os anos 1990. Trad. Mariângela Guimarães.

🇷🇴 Em “A estante dos últimos suspiros” (), Aglaja Veteranyi nos conduz ao universo fragmentado e magnético que consagrou sua escrita no aclamado “Por que a criança cozinha na polenta”. “Entre memórias de infância, o cotidiano nômade do circo e questões familiares que ressurgem sem cessar, a narradora busca compreender quem é e de onde vem.” Trad. Fernando Klabin.

🇨🇱 Em “A ilha do silêncio: terror e genocídio na terra do fogo” (), José Godoy nos conduz a uma jornada que mescla ensaio, relato de viagem e investigação histórica, pela ilha de Dawson, palco de dois dos episódios mais sombrios da América Latina.

A sua próxima leitura de não-ficção pode estar em uma das novidades que chegaram:🇵🇸 “O massacre de Gaza: relatos de uma ...
30/05/2026

A sua próxima leitura de não-ficção pode estar em uma das novidades que chegaram:

🇵🇸 “O massacre de Gaza: relatos de uma catástrofe” (), “reúne artigos escritos pelo renomado jornalista israelense Gideon Levy entre 2014 e 2025 sobre a ocupação e o cerco de Israel à Faixa de Gaza. (…) Um livro essencial para ampliar a compreensão não apenas do genocídio israelense na Palestina mas da situação atual do planeta.” Trad. Rafael Domingos Oliveira.

🇳🇦🇩🇪 “Nada além de flores” (), da escritora, poeta e ativista namibiana-alemã Stephanie-Lahya Aukongo, “utiliza a poesia como uma forma de ‘intromissão necessária, transformando sentimentos em letras para tensionar as fronteiras entre o íntimo e o político. (…) Sua escrita parte de uma experiência concreta: crescer entre línguas, países e histórias que não se encaixam facilmente umas nas outras.” Trad. Jess Oliveira e Raquel Alves.

🇦🇷 Em “A traição da minha língua” (), Camila Sosa Villada “nos conduz por um estreito fio de navalha que ora é composto de lembranças da infância e do relacionamento com os pais, ora se pavimenta com os fluidos e calores de uma sexualidade vibrante.” Trad. Silvia Massimini Felix.

🇧🇷 Em “Encontrando Darwin: Uma expedição pelos confins do mundo” (), Marcio Pimenta, explorador apoiado pela National Geographic Society, “atravessa a Patagônia em uma jornada que é menos sobre distância e mais sobre tempo. Entre encontros com cientistas e povos originários, o território se revela em camadas, algumas visíveis, outras acessíveis apenas a quem permanece.”

Vem conhecer as novidades da seção “Primeiros encontros”, com histórias para todas as idades que refletem deslocamentos ...
27/05/2026

Vem conhecer as novidades da seção “Primeiros encontros”, com histórias para todas as idades que refletem deslocamentos e travessias:

🇧🇷 “Estrangeiros” (), de Alexandre Rampazo e Leo Cunha, “apresenta um reino próspero, estável e organizado. Após a chegada de muitas pessoas com diferentes crenças, línguas e culturas, uma fissura se abre nesse aparente equilíbrio.”

🇦🇷 Em “A mala vermelha” (), Eva Uviedo, “inspirada em suas próprias vivências, mostra as consequências de governos ditatoriais no cotidiano de uma família a partir do ponto de vista de uma criança.”

🇲🇴 Com “Em Busca do Menino Contente” (), João Xu, artista que nasceu em Macau e reside em Lisboa, “desenha um mesmo arco transcultural com que se constrói o seu livro: uma narrativa feita de imagens que ecoam uma mescla pessoal de Oriente e Ocidente, e que reflete sobre essa experiência universal que é crescer.”

🇧🇷 Em “Depois do Atlântico” (), Paty Wolff “narra a travessia de um pedaço de pano ancestral, a Samakaka, das mãos de uma garota angolana até ser encontrada por uma menina brasileira.”

🇧🇷“As casas de Unzó” (), de Ciano, acompanha Unzó, “um pequeno batuqueiro de Maracatu que se esconde da chuva em um ponto de ônibus junto com sua avó após ter sua casa de madeira derrubada em um processo de desapropriação – mais um ao longo de sua curta vida.”

Há livros que chegam e já eram muito aguardados, outros que a gente nem sabia que precisava. Vem conhecer alguns deles:🇲...
23/05/2026

Há livros que chegam e já eram muito aguardados, outros que a gente nem sabia que precisava. Vem conhecer alguns deles:

🇲🇾 Em “O que meus ossos sabem: Memórias da cura de um trauma complexo” (), Stephanie Foo conta como, a despeito da imagem de pessoa bem-sucedida, recebe o diagnóstico de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) complexo, causado pelo abandono de seus pais na adolescência, após anos de abusos e negligência. Trad. Rogerio W. Galindo.

🇨🇳 “Mudança” (), de Mo Yan, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, é uma narrativa que transforma quarenta anos de profundas mudanças políticas e sociais na China em uma história vivida de dentro para fora, e agora retorna em uma segunda edição. “Entre autobiografia e ficção, memória e invenção, o autor revisita sua própria trajetória: filho de camponeses que sonhou ser caminhoneiro, operário e soldado, até se tornar escritor.” Trad. Amilton Reis.

🇺🇸 “Penumbra da aurora: Uma Autobiografia do Conceito de Raça” (), do sociólogo, historiador e ativista W.E.B. Du Bois, é “uma profunda autobiografia intelectual que utiliza as experiências pessoais do autor como lente para analisar a evolução da raça como uma construção social e econômica.” Trad. Projeto Du Bois.

🇱🇻 “O leite da mãe” (), de Nora Ikstena, inaugura a publicação da literatura letã no Brasil. “O romance acompanha gerações de mulheres marcadas pelo mesmo ciclo de silêncio e resistência. A mãe, uma ginecologista brilhante, mas sufocada pela ideologia comunista, é punida por desafiar o sistema e exilada em um vilarejo do interior. A filha cresce ao seu lado, tentando compreender e redimir essa mulher que, em nome da sobrevivência, chegou a negar-lhe o próprio leite.” Trad. Adriana Zoudine.

🇲🇽 Em “FIat Lux” (), a poeta mexicana Paula Abramo “inspirada em memórias familiares e nas cartas escritas por seu avô Fúlvio Abramo nas décadas de 1930 e 1940, (…) recria desde dentro a trama de vozes, lugares e acontecimentos que definiu a trajetória de um punhado de homens e mulheres, cujos destinos se forjaram no calor da ação política.” Trad. Gustavo Pacheco.

Oscar Nakasato nasceu em Maringá, Paraná, é autor da tese Imagens da integração e da dualidade: personagens nipo-brasile...
19/05/2026

Oscar Nakasato nasceu em Maringá, Paraná, é autor da tese Imagens da integração e da dualidade: personagens nipo-brasileiros na ficção (Blucher, 2010). “Seu romance de estreia Nihonjin ganhou o prêmio Benvirá de Literatura (2011), o prêmio literário Nikkei — Bunkyo de São Paulo (2011) e o Jabuti na categoria romance (2012)”, e retornou em nova edição após ser adaptado para a animação Meu avô é um Nihonjin (2024).

“Nihonjin” () é narrado por Noburo, neto de Hideo, “o migrante que idealiza seu país de origem. O Brasil, para ele, é um lugar de passagem, um trampolim. Por aqui, o trabalho é análogo ao de escravidão, as condições precárias e o preconceito fazem questão de lembrá-lo de que ele jamais será aceito. Enquanto finca raízes nos trópicos, mantém sua alma presa ao Japão - ou ao menos à ideia do que o Japão deveria ser.” (Do texto de orelha de Leonardo Sakamoto).

Aqui vai um trecho:

“As cartas eram sempre aguardadas com ansiedade, e era angustiante não saber quando viriam. Elas davam elementos para que ojichan seguisse elaborando a história da família, que permanecera no Japão. Garantiam o aperto dos laços que o prendiam àquele país. Através delas sentia a presença dos pais, dos irmãos, sobretudo da mãe, que frequentemente lhe aparecia nos sonhos, às vezes com seu semblante triste da despedida, outras com o sorriso que sempre lhe iluminava o rosto quando ele e seus irmãos, ainda crianças, retornavam da escola.”

Temos leituras para todos os gostos e interesses. Aqui algumas das últimas novidades que chegaram:🇲🇶 “Irmãos migrantes” ...
16/05/2026

Temos leituras para todos os gostos e interesses. Aqui algumas das últimas novidades que chegaram:

🇲🇶 “Irmãos migrantes” (), de Patrick Chamoiseau, é um ensaio e manifesto poético-político que evoca o drama recente dos refugiados na Europa. “Assim fazendo, solidariza-se com cada vida que compõe uma das maiores catástrofes de nosso tempo: as migrações forçadas. (…) um hino à hospitalidade e à tolerância, contra o embrutecimento do mundo. ” Trad. Prisca Agustoni.

🇿🇦 “Eles te pegaram também” (), de Futhi Ntshingila, romance que acompanha um ex-policial branco, idoso e vivendo numa casa de repouso em Joanesburgo, atormentado pelo remorso das violências que cometeu no passado, e a enfermeira designada para cuidar dele, uma jovem mulher negra que cresceu enfrentando a desigualdade e o racismo, consequências da violência política de seu país. Trad. Davi Boaventura.

🇰🇷 Em “Um amor de despedida” (), de Seo Eun-chae, Ramwoo é um Ceifador e reaparece para sua amiga de infância Heewan com uma notícia inacreditável: ela vai morrer dali a sete dias. Trad. Núbia Tropéia.

🇧🇷 “Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia” (), do geógrafo Kauê Lopes dos Santos, “é um mergulho na complexa realidade dos bairros paulistanos Jardim Helena, Brasilândia e Jardim Ângela para entender como o acesso ao crédito formal transformou o cotidiano da população de baixa renda, e de maioria negra, da maior metrópole do país.”

🇳🇬 “Iorubá global” (), de Toyin Falola, “é um convite a compreender a força global do povo iorubá e a riqueza de suas redes culturais, sociais e espirituais. O livro não apenas ilumina a trajetória de um dos maiores grupos étnicos da África, mas também provoca reflexões sobre os processos de circulação cultural que moldam o mundo contemporâneo.” Trad. Fabio Roberto Lucas.

A gente sempre tem novidades em todas as seções. Vem conhecer as últimas:🇺🇾 Em “A montanha das fúrias” (), a escrita de ...
09/05/2026

A gente sempre tem novidades em todas as seções. Vem conhecer as últimas:

🇺🇾 Em “A montanha das fúrias” (), a escrita de Fernanda Trías, “que com esta obra recebeu pela segunda vez o prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, brilha neste romance inquietante e atmosférico, no qual os temas da maternidade, da violência e da relação com a natureza reaparecem e abalam o leitor com uma força avassaladora.” Trad.: Marina Waquil.

🇦🇷 “Ficção científica capitalista” (), de Michel Nieva, “é a narrativa fantástica de uma ‘humanidade sem mundo’, de turistas que vivem mil anos e viajam pelo cosmos tirando selfies enquanto a Terra arde em fogo. (…) uma crítica contundente à estetização da tecnologia e às suas promessas vazias.” Trad.: Juliana Pavão. 

🇦🇴 “Tudo sobre Deus” (Tusquets), de José Eduardo Agualusa, é “uma história sobre a finitude, a memória, a culpa e a redenção; sobre o amor entre um pai e uma filha; sobre a arte de despedir-se e o milagre de permanecer. Um romance iluminado pela luz estonteante do deserto, onde, contaminada pela ficção, a realidade se torna fluída e pouco confiável.”

🇧🇷 “Bom dia, inverno” (), relata os oito meses, em que Tamara Klink viveu sozinha num pequeno veleiro preso no mar congelado do Ártico Groenlandês. “Depois de uma longa preparação e de atravessar o oceano desviando de icebergs, ela ancorou em um fiorde escuro sem saber se estava pronta para o que iria encontrar.”

🇨🇴 “Direito à cidade: da ‘cidade-mundo’ à ‘cidade dos 15 minutos’” (), de Carlos Moreno, “ensaio do criador do conceito de planejamento urbano da ‘cidade de 15 minutos, onde moradores podem acessar trabalho, habitação, saúde, educação e lazer em pouco tempo, a pé ou de bicicleta.” Trad.: Rosemary Costhek Abílio.

Endereço

Rua Ribeiro De Lima 453, Loja 73
São Paulo, SP
01122000

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 18:00
Sábado 10:00 - 16:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando AIGO livros posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para AIGO livros:

Compartilhar

Categoria