Tapera Taperá

Tapera Taperá Biblioteca, livraria e espaço cultural.
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A  construiu um catálogo que é referência para as ciências humanas no Brasil. Reunimos alguns títulos disponíveis para q...
15/05/2026

A construiu um catálogo que é referência para as ciências humanas no Brasil. Reunimos alguns títulos disponíveis para quem pesquisa, milita ou simplesmente se recusa a parar de pensar.

Esses livros estão na Tapera Taperá. Alguns talvez você já conheça, outros podem ser a leitura que faltava.

Aparece para ver de perto.

Henry Bugalho vem à Tapera para o lançamento de seu novo livro. Na mesma semana temos Nildo Ouriques com a obra de Hobso...
14/05/2026

Henry Bugalho vem à Tapera para o lançamento de seu novo livro. Na mesma semana temos Nildo Ouriques com a obra de Hobson, além de uma obra que faz uma análise do futuro da diplomacia brasileira, organizado por Irene Vida Gala e Dawisson Belém Lopes.

Ainda neste mês a Tapera ainda traz uma importante palestra sobre jornalismo local, organizado pela APJOR. Quem participar ainda pode estender o dia na livraria e acompanhar o lançamento do livro de ensaios de André Castro. O evento traz um debate entre Paulo Arantes, Silvio Rosa e João Marcos Duarte.

Só vem!

Capacidades Diplomáticas para o Brasil do Século XXI, de Irene Vida Gala e Dawisson Belém Lopes (Orgs.)Este importante l...
14/05/2026

Capacidades Diplomáticas para o Brasil do Século XXI, de Irene Vida Gala e Dawisson Belém Lopes (Orgs.)
Este importante livro não poderia chegar em melhor momento. Por um lado, o profissionalismo do Itamaraty – nome pelo qual é conhecida a chancelaria brasileira – é lendário e constitui um dos grandes ativos da política externa do maior país da América Latina. Por outro, não há dúvida de que este mundo convulso apresenta enormes
e novos desafios, para os quais esse “trabalho no exílio”, como François de Callières se referia à diplomacia, deve não apenas se readaptar, mas até mesmo, diriam alguns, reinventar-se. As reflexões imaginativas e analíticas que compõem este oportuno volume, da pena de alguns dos mais destacados internacionalistas brasileiros, constituem assim uma contribuição inestimável ao urgente debate sobre como o Brasil deve atualizar seu aparato diplomático.
[...]
No início do novo século, a política externa brasileira antecipou (e contribuiu para impulsionar) aquilo que depois descreveríamos como a ascensão do Sul Global. Isso ocorreu com a Iniciativa Índia-Brasil-África do Sul (IBAS), sua participação nos BRICS e projetos como o Fome Zero, entre outros. Duas décadas depois, encontramos um momento de transição da ordem mundial, com a ruptura do Ocidente como entidade geopolítica e uma forte competição entre Estados Unidos e China, que coloca a América Latina e o restante dos países em desenvolvimento em uma difícil encruzilhada. Os desafios às suas políticas externas são enormes e a questão é se a diplomacia brasileira se atualizará e se dotará das capacidades e habilidades necessárias para responder a esses gigantescos desafios.
Este livro constitui uma valiosa tentativa de respondê-la, identificando-os e enumerando-os em detalhes. Agora, a palavra está com o Itamaraty.

Jorge Heine

14/05/2026
12/05/2026

"Como um fantasma que já não carrega a seiva da vida contínua, Spectrophilia é um jogo da memória que perambula entre as prateleiras de uma livraria imune ao desejo alheio de cabimento naquilo que se nomeia ou filosofia ou ficção ou...

Diante dele (Nãosenhor) Shajara née-Hilan Bensusan não é pessoa autora, mas uma autoria impregnada por espectros que se entulham nesse experimento trans: um transgênero literário que fermenta o tesão especulativo de experimentos que excedem ao campo filosófico, dada a sua indisciplinaridade spectransfílica.

Assombrada pelos mitos de Corina, Anhell69 e Nanã, Shajara tece no tempo impreciso da Geschlecht (um espectro que contempla gênero, geração, raça, espécie, entroncamento) um rondó em três atos no qual a vida – e a morte – são experimentadas também do ponto de vista da espectralidade mais-que-material daquilo que não é porque está morto que não está vivo.

A morte, aqui, é uma parte bonita – e fedida e erótica e amorosa – da vida que, em parte, é também uma aberração da própria morte. É em Chungara (ex-América Latina) que Shajara enterra Hilan e, depois da vida, reza: a árvore israelense morre para fazer nascer a Palestina, determinando o regime florestal esquizo que diz de um modo de produzir pensamento, mas também da disputa política por uma maneirologia de nascer e de morrer: a vida é política, mas a morte também é e importa o como.

Na vala comum desse como, Spectrophilia é uma aparição filosófica incapturável como todo espectro, fruto de um coito em luto, do contágio sem genitália-geração-gênesis-gene(r)alogia. Uma anarqueologia da memória que começa no asilo-exílio de Corina e termina empapada no suco gástrico da terra, a lama de Nanã.

Vagar pelos escombros de Spectrophilia é também se deixar impregnar por uma leitura que nos exuma nesse tremfantasma conduzido por Shajara e que nos faz cair de amores pelas aparições:

espectral é a aparição da aparência.

Spectrophilia é amar a imortalidade de quem morre, mas também cuidar dos modos de ir morrendo – e de ir envelhecendo e de ir vivendo –, compreendendo a zona cinzenta do experimento-vida como um curto-circuito – também espectral, também transitório, também transversal – na superfície entre o que vem antes e o que veio antes de antes.

Spectrophilia é uma spectransfilia.

É amoroso, denso, festivo, vulnerável, rigoroso e q***r, como os ossos que constituem e dão vestígio a Shajara – e a Hilan que o assombra em silêncio."

Cecilia Cavalieri

Alguns dos mais destacados internacionalistas brasileiros se reúnem para pensar como o Brasil pode atualizar sua diploma...
12/05/2026

Alguns dos mais destacados internacionalistas brasileiros se reúnem para pensar como o Brasil pode atualizar sua diplomacia.

Capacidades diplomáticas para o Brasil do século XXI é organizado pela embaixadora Irene Vida Gala e pelo professor Dawisson Belém Lopes.

O lançamento em São Paulo acontece na Tapera Taperá no sábado, 23 de maio, às 15h.

09/05/2026

Em uma escrita que mescla ensaio poético, autobiografia e teoria, Andreone Medrado denuncia as dinâmicas de poder, opressão e resistência dos afetos no cenário dominado pelo colonialismo, cisgeneridade e racismo.

A autora demonstra como as normas sociais e institucionais moldam corpos, afetos e subjetividades, promovendo exclusões e hierarquias. De forma incisiva, mas didática, questiona as estruturas opressoras e propõe a desobediência como ferramenta de transformação e libertação.

A obra nos convida a recusar as normas impostas, celebrar as diferenças e, assim, construir novos cenários afetivos e políticos, onde a pluralidade e a vulnerabilidade são vistas como potências.

Enriquecida por fotografias e ilustrações autorais que transbordam para a capa e o projeto gráfico, a obra é um convite visual e textual à desobediência que transforma e constrói novos mundos. Como a própria autora proclama: “Que a desobediência seja nossa ferramenta afetiva de insurgência”.

09/05/2026

Em uma Nova York embriagada pelo champanhe e pela fofoca das primeiras décadas do século XX, André e Flora Mezzogania são confrontados com uma exigência absurda: para receber uma herança milionária, o jovem casal – incuravelmente doméstico – precisa provar aos executores do testamento que leva uma vida imoral e escandalosa. O embate entre o desejo de uma vida simples no campo e o fardo de uma reputação construída pelos tabloides se desdobra ora no lirismo de um casamento de fachada onde o amor floresce, ora na representação farsesca das autoridades e do poder midiático.

Du Bois, Marx, a reforma econômica chinesa e um bestiário radical. Esses e outros títulos do catálogo da  o estão dispon...
07/05/2026

Du Bois, Marx, a reforma econômica chinesa e um bestiário radical. Esses e outros títulos do catálogo da o estão disponíveis na Tapera Taperá. Dá uma olhada no carrossel e aparece aqui.

06/05/2026

📕 "Pelo contexto, teve quem me acusou de ser da CIA ou do FMI."

O cientista político estadunidense Michael G. Hanchard fala sobre as dificuldades de escrever seu livro sobre o Brasil.

💥 Hanchard veio ao Brasil para o lançamento da nova edição do clássico 'Orfeu e poder', de 1994, na Tapera Taperá em 08 de abril de 2026. Na mesa ao seu lado, estiavam Paulo Cesar Ramos e Rafael Pinto.

📽️ A íntegra do vídeo está disponível em nosso canal no Youtube com o título "Orfeu e o poder, com Michael G. Hanchard - Lançamento".

Aproveitando a realização da CryptoRave, na Biblioteca Mario de Andrade, o Fundo Brasil de Direitos Humanos realiza uma ...
06/05/2026

Aproveitando a realização da CryptoRave, na Biblioteca Mario de Andrade, o Fundo Brasil de Direitos Humanos realiza uma conversa livre, aberta e informal com pessoas da sociedade civil organizada sobre um novo edital voltado para campo de direitos digitais e regulação de plataformas.

Além de falar sobre o edital, estimular a submissão e tirar dúvidas, o Fundo Brasil também quer ouvir esses atores sobre suas leituras e avaliações.

A atividade é gratuita e acontece nesta sexta (08), às 16h.

Endereço

Avenida São Luis, 187, 2º Andar, Loja 29/Galeria Metropole
São Paulo, SP
01046-010

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 20:00
Terça-feira 10:00 - 20:00
Quarta-feira 10:00 - 20:00
Quinta-feira 10:00 - 20:00
Sexta-feira 10:00 - 20:00
Sábado 10:00 - 18:00

Telefone

+55 11 3151-3797

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