18/02/2026
O papel conta.
Deixa de ser papel
E vira abrigo.
Escuta quando o diário nasce.
Guarda o que a voz não alcança.
Perfume leve.
Toque que acalma.
Recebe tudo —
letras, desenhos, vazios.
Espera.
Entende o tempo.
Voltamos às mesmas folhas
e já somos outros.
O papel me acompanha.
Amigo silencioso e verdadeiro.
Celebro e agradeço por tanto:
paciência, conexão, cura e perspectiva.
Presentes que a Papel Vital trouxe para a minha vida.
Treze anos de história.
Laura Gillon