05/09/2026
Nesses últimos 20 dias, depois de ficar desempregada e de viver um mês cheio de situações que eu jamais imaginei enfrentar, a vontade de empreender ganhou uma força enorme dentro de mim.
Talvez pela revolta, talvez pela necessidade de recomeçar, talvez porque eu percebi que, diante de tudo o que estava acontecendo, eu precisava fazer alguma coisa por mim. Foi desse sentimento, tão recente e tão intenso, que o Chillipink Brechó começou a tomar forma.
Não nasce só de um plano antigo. Nasce de um momento difícil, de uma vontade de recomeçar e de transformar esse momento em alguma coisa boa.
E o Chillipink já nasce com propósito.
Eu compro as peças, pago tudo à vista e assumo todo o risco. Algumas ficam à venda por um período e, aquilo que não for vendido, depois é destinado à doação.
Mas existem também peças que talvez nem tenham tanto potencial de venda e que, mesmo assim, eu compro simplesmente porque sei que podem ser úteis para alguém.
É a minha maneira de fazer uma corrente do bem acontecer.
Eu ajudo quem tem peças paradas, comprando e pagando à vista. O brechó ganha a oportunidade de transformar algumas dessas peças em negócio. E outras simplesmente seguem um caminho diferente: vão diretamente para quem precisa.
Nesta quinzena, as roupas, acessórios e sapatos estão sendo destinados à Assobem Kanguru.
Também faço doações em dinheiro para instituições, projetos, Cruz Vermelha e missões em países onde falar de Deus é proibido e missionários são perseguidos.
O Chillipink está só começando. Ainda é pequeno, ainda está sendo construído, mas carrega muito de mim: coragem, trabalho, afeto, fé e a vontade de transformar um momento difícil em alguma coisa boa.
Porque a vida nem sempre pergunta se estamos preparados para recomeçar.
Às vezes, ela simplesmente nos coloca diante de um novo caminho.
E eu escolhi começar.
Chillipink Brechó — seleção afetiva, desapego e propósito.
📍 Salto de Pirapora/SP
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