Dazideias Livros

Dazideias Livros Dazideias Livros é uma livraria virtual criada e administrada pelo livreiro e historiador Sylvio Si

Após vários anos trabalhando em diversas livrarias no eixo Rio-São Paulo, além das diversas bibliotecas e centros de pesquisa, o livreiro e historiador Sylvio Siffert resolveu montar sua própria livraria. Dazideias Livros surge como uma livraria virtual, mas pretende-se ir além e tornar-se uma plataforma de discussão, troca e exposição do cotidiano da vivência entre as artes.

À VENDA. "La Religión Del Arte (Confidencias)". Gustave Flaubert. Prólogo de Ricardo Sáenz Hayes. [LIVRO EM ESPANHOL].Se...
23/06/2019

À VENDA. "La Religión Del Arte (Confidencias)". Gustave Flaubert. Prólogo de Ricardo Sáenz Hayes. [LIVRO EM ESPANHOL].

Seleção cuidadosa da famosa correspondência do grande escritor francês Gustave Flaubert, uma chave para todas as suas produções e considerada pelos eminentes críticos mundiais como o melhor de seus trabalhos. Ele narra o romance de sua vida guiado em todos os seus aspectos por uma nobre exaltação estética: a religião da arte. Suas relações com Victor Hugo, Luisa Colet, Jorge Sand, Maupassant, entre outros. Estão presentes no texto seus complexos do adolescente, a ambição do artista, o menino carinhoso, juventude, romance, arte e sua visão da história.

À VENDA. "China through the ages - A History of a Civilization". Franz Michael. [LIVRO EM INGLÊS]Estudos anteriores da C...
23/06/2019

À VENDA. "China through the ages - A History of a Civilization". Franz Michael. [LIVRO EM INGLÊS]

Estudos anteriores da China se concentraram em eventos específicos ou relataram uma história cronológica dos períodos dinásticos. Embora tenham incluído aspectos da história cultural, esses trabalhos subestimaram os grandes movimentos sociais, políticos e intelectuais do país e sua expressão máxima na arte e na literatura da época. Ao concentrar-se nesses temas, o professor Franz Michael fornece uma nova estrutura para entender a tradição cultural chinesa. O autor descreve a história em evolução das idéias na China, desde a antiga crença em poderosas mágicas até conceitos mais modernos de uma ordem moral e lógica sobre o universo e a humanidade. O livro também explora a fermentação intelectual após o alvorecer da era da razão, a integração do budismo na ordem social confunciana e as transformações sociais que acompanharam a ascensão e queda do estado centralizado. Por toda parte, ele ilustra como as crenças, os valores e o senso estético de uma sociedade em transformação foram incorporados em sua arte e literatura. Este retrato da tradição cultural chinesa não só coloca a história chinesa numa nova perspectiva, como também ilumina o processo pelo qual a China construiu uma sociedade moderna a partir de uma fundação não-ocidental e serve como uma ferramenta essencial para entender a China moderna e suas perspectivas futuras.

Bom estado. Capa com leves desgastes nas bordas. Contracapa com leves desgastes nas bordas e alguns vincos de dobradura. Lombada excelente, sem vincos, lisa. Cortes levemente pigmentados. Costura perfeita, íntegra e firme. Miolo levíssimamente amarelado, com poucos grifos à lápis até a página 80. Ótimo exemplar para leitura e estudo. Foto original do exemplar.

À VENDA. "Enciclopédia de Mitologia - Nórdica, Clássica e Celta". Arthur Cotterell.O guia oficial de A a Z das figuras m...
19/06/2019

À VENDA. "Enciclopédia de Mitologia - Nórdica, Clássica e Celta". Arthur Cotterell.

O guia oficial de A a Z das figuras míticas de três antigas culturas- Clássica, Céltica e Nórdica. Mais de 500 entradas ordenadas alfabeticamente, com amplas referências cruzadas, que descrevem as principais figuras míticas de cada cultura. Duplas páginas com os temas míticos e os principais símbolos de cada cultura. Mais de 550 imagens que abarcam 15 séculos de arte, desde a Antiguidade aos nossos dias, e incluindo obras-primas clássicas com ilustrações realizadas para este livro.

Bom estado. Formato grande. Capa dura com leves desgastes nas arestas. Lombada com levíssimo desgaste na extremidade inferior, desgaste na extremidade superior e um rasgo de 6cm. Costura em ótimo estado, íntegra e firme. Guarda pigmentada, com singela assinatura do ex-proprietário e pequena etiqueta de livraria. Miolo excelente, alvo, sem grifos ou rasuras. Foto original do exemplar.

À VENDA. "Atlan - Premiéres Periodes 1940/1954". Jean-Michel Atlan.Vistoso catálogo da famosa exposição póstuma do artis...
19/06/2019

À VENDA. "Atlan - Premiéres Periodes 1940/1954". Jean-Michel Atlan.

Vistoso catálogo da famosa exposição póstuma do artista plástico Jean-Michel Atlan no Museu de Belas Artes de Nantes em 1986.

Jean-Michel Atlan era um pintor francês de ascendência judaico-argelina conhecido por sua participação no coletivo de arte CoBrA. Atlan transmitiu um mundo alucinatório de formas mutantes à beira da abstração e representação. Nascido em 23 de janeiro de 1913 em Constantine, na Argélia Francesa, mudou-se para Paris em 1930, onde se formou em filosofia na Sorbonne. Posteriormente se tornou professor mas, por ser judeu, perdeu sua licença de professor durante a Segunda Guerra Mundial e começou a pintar para se ocupar. Em 1942, ele foi preso por seu envolvimento com a Resistência Francesa, mas evitou os campos de concentração por alegar insanidade. Enquanto confinado ao asilo Saint-Anne, Atlan escreveu um volume de poesia intitulado 'Sang profond' (1944), publicado após sua libertação. Após a guerra, o artista tornou-se amigo de Asger Jorn e outros escritores e pintores de vanguarda que compartilhavam seu interesse em formas de arte primitivas e expressão de impacto. Atlan morreu em 12 de fevereiro de 1960 em Paris, na França.

À VENDA. "Paris - et ses accroche coeurs". Claudine Huza Marechal.Nesta maravilhosa raridade, cerca de 500 fotografias d...
19/06/2019

À VENDA. "Paris - et ses accroche coeurs". Claudine Huza Marechal.

Nesta maravilhosa raridade, cerca de 500 fotografias de arte nos contam a história de uma Paris incomum e pitoresca, de uma Paris provavelmente destinada a desaparecer, são o fruto de cerca de vinte anos de pesquisa através da "Cidade das Luzes". Elas testemunham uma vida urbana pertencente ao nosso tempo, mas que tem raízes profundas nos séculos passados. Todas as expressões plásticas, todas as expressões sociais estão representadas aqui: padarias com frentes pintadas, retratando um fazendeiro brincando nos campos arados, ou moinhos de vento com moleiros e seus burros de carga... Fachadas neoclássicas com emblemas virtuosos, que remontam à década de 1830, lojas de madeira, carvão vegetal e bebidas espirituosas nos dizendo como, aos primórdios da revolução industrial, os imigrantes de Auvergne das litografias de Daumier, carregadores de água e carvão, se tornaram garçons em charmosos cafés... Inscrições em uma deliciosa fachada, ostentando os méritos de um hotel "moderno", símbolos desajeitadamente manuscritos e que se destinam a atrair compradores potenciais de sucata raspados em um recinto ao ar livre ... Um carnaval imaginário, este livro cativa os corações de hoje. Como fará aos corações de amanhã quando as testemunhas terminarem de desaparecer e os futuros estudiosos tentarem identificar a iconografia. Assim como bom vinho, este também envelhecerá bem.

À VENDA. "Em Busca de Sefarad - de Portugal à Pernambuco". Felipe Goifman. Empenhado em registrar as tradições culturais...
19/06/2019

À VENDA. "Em Busca de Sefarad - de Portugal à Pernambuco". Felipe Goifman.

Empenhado em registrar as tradições culturais do país, o fotógrafo e jornalista mineiro Felipe Goifman tem acompanhado o crescimento no número de seguidores da religião judaica no Nordeste. Isso está acontecendo, segundo ele, porque descendentes dos primeiros cristãos-novos (judeus que adotaram a religião católica para escapar da Inquisição, a partir do século XIV) estão agora retomando a antiga fé de seus antepassados.

De acordo com o jornalista, essa mudança cultural tem sido bem nítida em Pernambuco, estado que concentrou muitas comunidades de cristãos-novos que chegaram ao Brasil já a partir do século XVI, com os primeiros colonizadores.

O interesse de Goifman pela história do povo judeu radicado no Brasil começou há 20 anos, quando conheceu Belmonte, em Portugal, cidade de Pedro Álvares Cabral (1467-1520). O brasileiro ficou surpreso ao descobrir que a comunidade judaica daquela região conseguiu resistir a três séculos da Inquisição cultivando em segredo a sua fé e os seus costumes.

Publicamente, comportavam-se como católicos e até frequentavam igrejas. Num engenhoso jogo de dissimulação, praticando uma espécie de sincretismo conveniente, os expatriados costumavam rezar somente da boca para fora, mantendo a crença verdadeira em sua mente e seu coração.

Parte das fotografias que Goifman fez naquela primeira visita à região de Belmonte, entre outras cidades e vilarejos de Portugal, está no livro. Elas representam a origem dos judeus que vieram para o Brasil, onde a presença da Inquisição era mais branda.

VENDIDO. "Peter Handke: Peças Faladas". Samir Signeu (org.).Embora alguns romances do escritor, poeta, ensaísta e dramat...
06/06/2019

VENDIDO. "Peter Handke: Peças Faladas". Samir Signeu (org.).

Embora alguns romances do escritor, poeta, ensaísta e dramaturgo austríaco Peter Handke já tenham sido publicados no Brasil, sobretudo em décadas passadas, ele ainda é pouco conhecido por aqui.

A editora Perspectiva lançou esta antologia bilíngue de peças do escritor, até então inéditas em livro no país, organizadas e traduzidas por Samir Signeu. Em Peter Handke: peças faladas, o leitor encontrará quatro peças de meados dos anos 1960 (Predição, Insulto ao público, Autoacusação e Gritos de socorro), as quais, quando encenadas pela primeira vez, causaram muito alvoroço, por abandonarem completamente o ilusionismo e os “embustes simbólicos” que, na opinião do dramaturgo, impediam que a verdadeira realidade do palco se revelasse. Lê-se na sua peça Predição: “No teatro as coisas vos acontecerão como no teatro” e “o palco terá a monotonia do palco”.

Em Insulto ao público e Autoacusação, em razão do repúdio ao ilusionismo, a luz que incide sobre a plateia e o palco permanece a mesma durante o espetáculo. É como se o espectador tivesse que ter consciência de que, ali, espaço e tempo são compartilhados. Não se permite ao espectador a ilusão de que no palco o mundo apresentado será diferente do seu. Além disso, em ambas as peças, o palco está vazio.

O método teatral de Handke, nesse momento, consistia em retirar do teatro qualquer outra possibilidade de jogo que não fosse o jogo em si. Por isso, seus atores não têm um papel: “para dizer a verdade, não há papéis”, como se lê em Autoacusação, não há nomes e também não há o compromisso de contar uma história, há, contudo, o compromisso de lembrar aos espectadores que eles estão diante de um jogo. Não por acaso, Handke é incluído na lista de dramaturgos do chamado teatro pós-dramático.

Insulto ao público começa com o alerta: “Vocês não verão nenhum espetáculo. Suas curiosidades não serão satisfeitas. Vocês não verão nenhuma peça. Não haverá nenhuma representação. Vocês verão um espetáculo sem cenas”.

Nos anos 1960, Handke via o teatro como um “remanescente de um tempo passado”. Ele não se considerava herdeiro nem de Brecht nem de Beckett, dois dramaturgos experimentais já consagrados à época, de quem Handke chegou a ser contemporâneo. A propósito de Brecht, o autor de Predição dizia que, apesar de sua vontade revolucionária, ele permanecia prisioneiro dos cânones do jogo teatral e principalmente da fábula.

O teatro de Handke não consiste em dar “imagem” para a realidade, nem espelhar essa mesma realidade, nem mesmo jogar com as palavras e as frases dessa realidade. O dramaturgo admitiu que o método de suas primeiras peças era o de limitar as ações teatrais às palavras cujos significados muitas vezes contraditórios impedem uma ação e uma história individual. Assim se lê em Insulto ao público: “Vocês esperavam uma bela história. Vocês não esperavam nem mesmo uma bela história. Vocês esperavam uma certa atmosfera. Vocês esperavam um mundo diferente. Vocês não esperavam nenhum mundo diferente”.

Peter Handke propõe um teatro feito apenas de palavras, a ponto de ele chamar seus atores de “oradores” (ele raramente usa o termo ator): “Nós apenas falamos. Nós expressamos. Nós não nos expressamos, exceto a opinião do autor. Nós nos expressamos através da fala. Nossas falas são nossas ações. Através da fala nós nos tornamos teatrais. Nós somos teatrais, porque estamos falando num teatro” (Insulto ao público).

Apesar disso, é curioso mencionar que, em 1969, Handke escreveu uma peça sem palavras, Das Mündel will Vormund sein (O menor quer ser tutor), a qual consiste em dez cenas, nas quais dois performers executam várias ações comuns, como comer uma maçã e ler o jornal, e outras nem tão comuns.

Voltando às peças de fato faladas, Autoacusação é uma confissão, na qual a palavra “eu” pode-se referir a qualquer um, de modo que não se trata da autoacusação apenas do autor, mas de uma autoacusação de qualquer um do palco e da plateia: “Eu fui ao teatro. Eu escutei esta peça. Eu falei esta peça. Eu escrevi esta peça”.

Segundo Handke, ele teria planejado essa peça como uma história, a qual se desenvolveria em forma de diálogo confessional. Mas, à medida que escrevia, a peça ia se reduzindo a palavras que não significavam nada no palco: “Eu aprendi. Eu aprendi as palavras. Eu aprendi os verbos. Eu aprendi a diferença entre ser e ter sido. Eu aprendi os substantivos”.

A última peça apresentada no livro é, na minha opinião, a mais radical: Gritos de socorro é um jogo cujas regras complexas não parecem permitir que o espectador se “divirta” com ele. Suas frases são uma série de colagens de jornais, revistas, notas, bulas etc. Um verdadeiro ready-made verbal. Essa peça, um experimento extremamente ousado, marcaria, como afirmam os estudiosos, a transição para a sua maior peça falada, Kaspar, ainda não publicada em livro em português.

À VENDA. "La Sexualité et sa Répression dans les Sociétés Primitives". Bronislaw Malinowski.Em S**o e Repressão na Socie...
06/06/2019

À VENDA. "La Sexualité et sa Répression dans les Sociétés Primitives". Bronislaw Malinowski.

Em S**o e Repressão na Sociedade Selvagem (1927), Malinowski experimenta, observando a sexualidade entre os povos Trobriandeses, algumas das conclusões psicanalistas sobre a formação de complexos no desenvolvimento da vida humana. Segundo Freud, a repressão ao mundo sexual é fator determinante para a formação de complexos, teoria que Malinowski confirma como válida após perceber que em Trobriands os complexos são bem reduzidos, pois não há quebra no livre desenvolvimento da sexualidade. A passagem do mundo infantil para o mundo adulto (nos termos da sexualidade) acontece de maneira menos gradativa que nas sociedades ocidentais.

Malinowski também verifica em campo a teoria Freudiana sobre a relação profunda que há entre o curso da sexualidade infantil e a ocorrência de perversões na vida adulta e conclui que a ausência da quebra no livre desenvolvimento da sexualidade (a falta da repressão sexual) em Trobriands é o motivo para a presença da demasiada homossexualidade no local. No entanto, a teoria da psicanálise é confrontada por Malinowski quando Sigmund Freud se afasta da noção de formação de complexo como preocupação da Psicologia, para tentar adentrar no campo da Antropologia, simulando uma explicação para o aparecimento da cultura.

A repressão à sexualidade ou as regras sociais que inibem o “livre desenvolvimento da sexualidade” era tida por Freud, segundo Malinowski, como a causa do aparecimento da cultura, em detrimento dos acervos que de fato simbolizam a cultura: a linguagem, a organização familiar, as posses materiais e as instituições religiosas. O crime primevo, da teoria Darwiniana, que aparece significando o salto da natureza para cultura na obra de Freud foi o estopim para a crítica de Malinowski à Psicanálise, que declara impraticável pensar esse salto importante na história da humanidade através da observação laboratorial a vivência numa horda de antropóides (1927).

Outra crítica que Malinowski dirige à psicanálise diz respeito a formação da família “universal” no complexo de Édipo, pois há em Trobriands ausência de repressão entre alguns relacionamentos previstos como conflitantes, segundo a teoria de Freud. Em sociedades moldados por arranjos familiares diferenciados como Trobriands, a organização da família descaracteriza o perfil do pai como repressor, pois é o irmão da mãe a pessoa que detém autoridade, o principal provedor da horda do menino e da mãe do menino. O tio materno é a figura a quem o menino recorre quando tem algum problema no ambiente patrilocal, e sendo Trobriands uma organização de famílias matrilineares, o menino nunca se sente tão a vontade na casa do pai quanto se sente na casa do tio. O tio materno guarda para o sobrinho os objetos adquiridos ao longo da vida, da mesma forma que o sobrinho se esforça para orgulhar primeiramente o irmão da mãe. Malinowski afirma que a figura de autoridade para o filho ou filha em Trobriands é o irmão da mãe (1927: 64), pois se é o irmão da mãe que trabalha em favor da horda do sobrinho é para com ele que o menino deve manter respeito e temor. O menino de Trobriands encara o pai como um companheiro legal, sem autoridade, o pai é apenas um companheiro com quem divide o lar.

Os arranjos do complexo de Édipo freudiano certamente não se encaixam na organização familiar trobriandesa, da mesma maneira, os arranjos econômicos no interior da família Trobriandesa não são os mesmos verificados na organização social que Freud focava em sua análise. Parte do esquecimento da cultura à crítica que Malinowski atribui à teoria de Freud, pois teria Freud analisado apenas a família patrilinear ariana, originada da cultura romana. Nesse sentido, Malinowski afirma:

"Pois 'a família' não é a mesma em todas as sociedades humanas. Sua natureza muda em grande medida com o grau de desenvolvimento e a classe de civilização de um povo e também não é idêntica em diferentes etapas de uma mesma sociedade, de acordo com o que se pensa ainda hoje na antropologia popular." Entretanto, a visão de Malinowski como um antagonista da psicanálise é incompatível com as próprias palavras desse autor:

"A psicanálise tem criado o fundamento correto para a psicologia dos primitivos, pois tem ressaltado que o interesse dos primitivos concentra-se em si mesmos como também nas pessoas do seu entorno e que ele é de natureza libidinal, o que até agora estava envolvido em falsas concepções sobre o interesse não-afetivo dos homens pela natureza e pelas suas especulações filosóficas sobre o Ser-ai e o Destino".

À VENDA. "Capitães do Brasil" (Primeira Edição). Elaine Sanceau. Livro escrito originalmente em inglês e publicado em 19...
31/05/2019

À VENDA. "Capitães do Brasil" (Primeira Edição). Elaine Sanceau.

Livro escrito originalmente em inglês e publicado em 1956, introduz o leitor nas primeiras décadas da História do Brasil. As lutas, as dificuldades, as incertesas e as esperanças dos primeiros povoadores de nossa pátria são expostas de modo fascinante, revelando uma realidade que ultrapassa muito o âmbito da legenda.

Em 1915, Elaine Sanceau era uma jovem inglesa que veio com seus pais para o Rio de Janeiro. Desejosa de aprender bem nossa língua, passou a frequentar a biblioteca do Real Gabinete Português de Leitura, onde se pôs a ler obras sobre a História de Portugal. Fascinada pelo mundo maravilhoso que tais leituras lhe abriram, resolveu dedicar sua vida à História lusa. Depois de Passar 12 anos no Brasil, estabeleceu-se em Portugal, onde produziu dezenas de obras históricas do mais alto valor. Não foi apenas uma pesquisadora séria e de grande honestidade intelectual, mas foi também uma jornalista que sabia escrever de modo envolvente e apaixonante, sempre com uma discreta nota de "humour" britânico.

Bom estado de conservação. Exemplar em encadernação moderna, o livro todo foi encadernado, junto a capa original. Belíssimo trabalho de encadernação. Capa em meia couro com arestas e papel fantasia, detalhes em douramento, leves desgastes nas bordas. Lombada em couro secionada por nervuras com detalhes em douramento, presença de reparo adesivo muito bem aplicado. Cortes laterais rústicos, típicos da tipografia portuguesa. Costura perfeita, íntegra e firme. Capa original muito bem conservada. Miolo sem grifos ou rasuras, papel muito bem conservado, apenas dois microfuros de traça (já banida do exemplar) que em nada atrapalham a leitura. Foto original do exemplar.

VENDIDO. "O Ano Mil". Georges Duby.Um povo aterrorizado pela iminência do fim do mundo: no espírito de muitas pessoas, e...
31/05/2019

VENDIDO. "O Ano Mil". Georges Duby.

Um povo aterrorizado pela iminência do fim do mundo: no espírito de muitas pessoas, esta imagem do Ano Mil ainda hoje permanece viva, o que prova que os esquemas milenaristas ainda não perderam completamente na nossa época o seu poder de sedução na consciência colectiva.Servindo-se de uma abundante e vastíssima documentação, o historiador Georges Duby (um dos grandes nomes da Nova História dos Annales) procura reconstituir neste livro um quadro suficientemente amplo do ano 1000, nos seus aspectos mais característicos: apocalíptico, prodigioso, místico, maniqueísta, etc..Além do comprovado valor desta obra como instrumento de estudo, agora que chegámos ao novo milénio, ela desperta um renovado interesse sobre as abordagens humanas da passagem de época.

Ótimo estado, muito bem conservado. Capa com levíssimos, ínfimos desgastes nas bordas e leve vinco de orelha na contracapa. Lombada com levíssimo vinco de leitura. Cortes laterais levemente pigmentados. Costura perfeita, íntegra e firme. Miolo perfeito, sem grifos ou rasuras. Foto original do exemplar.

À VENDA. "The Quest for Longitude". William J. H. Andrewes (org.). [LIVRO EM INGLÊS].Depois de 1492, um componente chave...
30/05/2019

À VENDA. "The Quest for Longitude". William J. H. Andrewes (org.). [LIVRO EM INGLÊS].

Depois de 1492, um componente chave do domínio global das principais nações européias marítimas era o conhecimento da latitude / longitude, seja em terra ou no mar. Meios de estabelecimento da latitude foram desenvolvidos, mas os métodos para determinar a longitude (a medição das distâncias lunares ou dos eclipses nos satélites de Júpiter) permaneceram imperfeitos. Um terceiro método usando “cronometristas ou cronômetros marítimos” foi o objeto de uma luta competitiva que acabou sendo vencida pelo relojoeiro inglês John Harrison. Esses trabalhos de 20 importantes estudiosos e especialistas, apresentados em uma conferência de 1993 na Universidade de Harvard, capturam em sua excelente escrita e história bem pesquisada as pessoas e as demandas tecnológicas envolvidas na criação desses relógios únicos, onde um erro em segundos coloca uma milha fora do curso. Também é abordada a interação da ciência, política e economia. As 260 ilustrações são lindamente reproduzidas; muitos nunca foram publicadas antes. Necessário para coleções de história da ciência e horologia.

Excelente estado. Sobrecapa extremamente conservada, apenas uma fissura de 1, 5 cm na aresta inferior. Capa dura e lombada revestidos em tecido, super conservadas. Costura perfeita, íntegra e firme. Miolo perfeito, alvo, sem grifos ou rasuras. Livro grande, extremamente conservado. Foto original do exemplar.

À VENDA - autoajuda diferenciada.
29/05/2019

À VENDA - autoajuda diferenciada.

Endereço

Teresópolis, RJ

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