Dr. Getulio Amaral

Dr. Getulio Amaral Médico e Escritor unindo ciência e fé no cuidado integral do corpo, alma e espírito. Acompanhe minhas publicações diárias.

Conheça meus livros publicados nos links abaixo. A pagina Center Livros destina-se a promover a missão da Center Livros Editora e Distribuidora Ltda; que visa possibilitar o contato de novos escritores com o público em geral. Getúlio Amaral abre a série de publicações do Projeto que em breve devera estender-se a outros autores. O acesso ao site da Center Livros possibilita o contato com todas as o

bras e com diversos outros aspectos que envolvem este Projeto: Mais Saúde; Vídeos; Crônicas; Turismo Alternativo; etc...
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Você já acordou e sentiu que tudo ao redor estava cinza? Não porque algo estava errado, mas porque nada mais tinha cor?A...
14/07/2026

Você já acordou e sentiu que tudo ao redor estava cinza? Não porque algo estava errado, mas porque nada mais tinha cor?

Ao longo de décadas na medicina, atendi muitas pessoas com essa queixa silenciosa. Não era dor. Era a sensação de que o mundo havia perdido o brilho, mesmo com tudo parecendo no lugar. Uma senhora me ligou depois de ler um dos meus livros: "Doutor, eu tinha tudo e me sentia vazia."

Tom, em "O Pântano", é o retrato desse paradoxo. Sabia vender, sabia vencer. Mas havia uma porta dentro dele que ele mesmo trancou.

Muitas pessoas construíram castelos de conquistas e vitórias. Mas, em algum momento, perceberam-se presas dentro deles. A fortaleza que deveria proteger virou prisão.

O bloqueio de Tom não era falta de capacidade. Era a desconexão com a própria essência. O silêncio que ele escolheu como escudo virou muralha. E a saída não estava nos muros, estava dentro dele.

Foi pensando nesse vazio que escrevi "O Pântano de Tom". Se você também sente que está presa em correntes invisíveis, convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Depois volte aqui e me conte como ele te ajudou a encontrar a saída.

Você já sentiu que a vida perdeu o brilho, mesmo com tudo dando certo? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Em minha vivência, observo algo que a maioria não quer admitir: buscamos vigor físico, performance, sucesso. Mas a verda...
11/07/2026

Em minha vivência, observo algo que a maioria não quer admitir: buscamos vigor físico, performance, sucesso. Mas a verdadeira força não está apenas nos músculos. Está na capacidade de governar o próprio mundo interior.

Assim é o meu entender: encontro pessoas com vigor impressionante, capazes de conquistar montanhas, que desmoronam diante de uma contrariedade. Seus alicerces não foram construídos.

Por outro lado, encontro almas que, mesmo com limitações, seguem firmes, degrau por degrau, porque aprenderam a respeitar suas emoções e colocar a inteligência caminhando ao lado delas.

Autocontrole não é ser máquina fria. Não é reprimir sentimentos até adoecer. É encontrar esse caminho do meio: a inteligência respeitando as emoções, e as emoções deixando de escravizar a inteligência. É respirar antes de reagir. É ouvir cem vezes, pensar dez vezes e falar uma.

A vida nos apresenta montanhas que parecem intransponíveis. Mas quando aprendemos a subir tijolinho sobre tijolinho, descobrimos que não existem montanhas impossíveis, e sim passos que ainda não tivemos coragem de dar.

O vigor físico passa, a juventude passa, as conquistas materiais passam. A paz interior permanece como um solo sagrado dentro de nós. É ela que nos sustenta nas tempestades inevitáveis da vida.

Você já foi vítima dos próprios impulsos? Ou conseguiu exercer autocontrole com humildade? Cada pequena vitória sobre si mesmo é um tijolo a mais na construção da sua paz interior.

Seja humilde e desfrute da paz interior.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Tenho refletido muito sobre isso ultimamente. Considero que um dos maiores desafios do ser humano é reconhecer que não p...
07/07/2026

Tenho refletido muito sobre isso ultimamente. Considero que um dos maiores desafios do ser humano é reconhecer que não possui a palavra definitiva sobre coisa alguma.

Criamos conforto intelectual, buscamos ecos que confirmem nossas opiniões. No entanto, a vida sempre mostra que o horizonte é mais vasto que a moldura da nossa janela.

Nunca me esqueço de uma conversa com uma paciente já avançada em idade. Ela me disse, com um sorriso que misturava humor e sabedoria: "Doutor, passei a vida inteira achando que tinha razão sobre tudo. Hoje tenho certeza de que estava errada sobre a maior parte das coisas, e isso me trouxe uma paz que eu nunca imaginei."

Essa frase ficou comigo. Me fez pensar na energia que gastamos defendendo posições, sem perceber que o que ontem parecia absoluto, amanhã pode ser apenas mais uma estação temporária da jornada. Construímos muros ao redor das nossas opiniões, confundimos convicção com orgulho.

O que quero dizer é que questionar as próprias convicções não significa abandonar os princípios, não significa abandonar valores. Significa permitir que a compreensão se alargue, que a fé amadureça, que o olhar alcance pontos que antes ficavam na penumbra. Uma casa bem construída não treme só porque abrimos uma janela nova.

Em algum momento, é provável que você já tenha notado que algumas verdades perderam peso. Não se trata de erro. Trata-se de amadurecimento. Certezas precisam ceder para que o novo brote.

Foi pensando nessa expansão que escrevi "As Confidências de um Anjo". Se você sente que está pronta para ir além das certezas que estreitam a visão, convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon.

Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Depois que mergulhar na leitura, volte aqui e me conte o que mais te marcou.

Que verdade você já precisou questionar para continuar crescendo? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Perdoar não é fingir que nada aconteceu. Não é isso. Perdoar é se libertar de uma prisão que, muitas vezes, só você enxe...
04/07/2026

Perdoar não é fingir que nada aconteceu. Não é isso. Perdoar é se libertar de uma prisão que, muitas vezes, só você enxerga por dentro.

É como se você estivesse carregando uma mala pesada, cheia de mágoas antigas, de ressentimentos que já não fazem mais sentido, mas que você insiste em carregar de um lado para o outro.

Ao longo de minha trajetória profissional, vi muitas pessoas adoecerem - e quando digo adoecerem, falo de uma doença que vai muito além do corpo físico. Vi almas adoecidas, espíritos feridos, pessoas que carregavam mágoas como se fossem uma sentença perpétua.

O ressentimento, num primeiro momento, parece uma forma de "justiça". Mas, na prática, ele apenas nos mantém acorrentados ao passado, presos a um momento que já se foi, que já não existe mais.

Quem perdoa não esquece - aprende. E esse aprendizado traz uma sabedoria serena que nenhum livro consegue transmitir completamente.

Se essa reflexão tocou alguma ferida que você ainda não conseguiu cicatrizar, talvez seja o momento de parar e perguntar a si mesmo: "O que ainda me prende aqui? Qual é o peso que eu continuo carregando que já não me serve mais?"

Acredite: o perdão é sempre possível. Não é fácil, mas é possível. E quando você consegue perdoar, você descobre que a verdadeira vitória não está em vencer o outro, mas em aprender a não ser inimigo de si mesmo.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

É curioso como passamos boa parte da vida com os olhos fixos no horizonte. Sempre há uma meta adiante, um lugar onde acr...
30/06/2026

É curioso como passamos boa parte da vida com os olhos fixos no horizonte. Sempre há uma meta adiante, um lugar onde acreditamos que a felicidade nos espera. E vamos indo, até que um dia o cansaço chega antes da realização.

Acredito que esse seja um dos grandes equívocos do nosso tempo. Colocamos a alegria num ponto de chegada distante, como se fosse um prêmio a ser desbloqueado. Mas quando chegamos lá, já estamos exaustos demais para desfrutar.

É preciso que nos perguntemos: e se a felicidade não estiver na próxima estação, mas na paisagem que já estamos atravessando?

E se as verdadeiras riquezas estiverem bem aqui, esperando que paremos para notar?

Penso nas pequenas fortunas que a correria nos impede de enxergar. O afeto nos gestos simples do dia a dia. A presença de quem amamos. O café que aquece as mãos numa manhã fria. O amanhecer que quase não notamos mais. São as fortunas silenciosas que o dinheiro não compra.

Se você já experimentou a sensação de que falta algo mesmo tendo tanto, talvez o que falte não seja acrescentar coisa alguma. Talvez seja aprender a enxergar melhor o que já é seu.

Foi pensando nisso que escrevi "As Confidências de um Anjo". Um convite para desacelerar e redescobrir o que realmente importa.

Se você sente que está na hora de valorizar o que já é seu, convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Depois de ler, me conta qual foi o maior ensinamento que você levou dessa leitura.
Que riqueza simples você deixou de enxergar hoje por estar olhando longe demais? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

A maior prisão que conheço não tem grades nem cadeados. Ela mora em silêncio dentro da alma.Certa vez, ouvi o desabafo d...
27/06/2026

A maior prisão que conheço não tem grades nem cadeados. Ela mora em silêncio dentro da alma.

Certa vez, ouvi o desabafo de uma mulher cansada de sofrer. Com os olhos marejados, ela me disse que havia trancado o coração e jogado a chave fora, para nunca mais se decepcionar. Aquela frase ficou ecoando dentro de mim. Percebi que, muitas vezes, na tentativa de nos proteger da dor, acabamos construindo a nossa própria cela.

O medo nos paralisa como aves em gaiolas. O ressentimento funciona como uma mordaça cruel, impedindo que recitemos o hino da nossa essência. A mágoa, quando alimentada em silêncio, vai escurecendo o horizonte interno, até nos fazer acreditar que nenhuma luz voltará a brilhar.

No entanto, nenhuma noite é eterna. Por mais longa que pareça a madrugada da alma, o amanhecer sempre chega para quem continua caminhando, mesmo que seja um passo de cada vez. Não há sofrimento que dure para sempre quando a mente decide libertar-se do luto do espírito.

A libertação começa com um gesto humilde: reconhecer que alguns dos monstros que nos assustam moram apenas no nosso pensar e podem ser enfrentados, degrau por degrau. É admitir que o coração foi machucado, mas não foi criado para viver trancado. Ele foi feito para amar, aprender, reconstruir-se e, quando preciso, recomeçar.

Se alguma parte desta reflexão conversou com a sua história, talvez seja o momento de abrir, com delicadeza, algumas portas da sua alma e deixar que o sopro da vida volte a circular com mais liberdade.

Em “Canto à Liberdade”, compartilho caminhos sobre essa jornada de quebrar grilhões internos e reencontrar a paz. Para conhecer essa e outras obras, clique no link da bio.

Forte abraço,
Getúlio Amaral.

Como médico, conheço os protocolos de uma intubação. Sei as dosagens dos sedativos, reconheço cada alarme dos monitores....
26/06/2026

Como médico, conheço os protocolos de uma intubação. Sei as dosagens dos sedativos, reconheço cada alarme dos monitores. Passei décadas interpretando esses sinais à beira do leito dos meus pacientes.

Mas, pela primeira vez na vida, eu não estava no comando.

Enquanto a equipe lutava para salvar meu corpo no plano visível, eu travava uma batalha silenciosa do lado de dentro. Estar preso no próprio corpo, sem mover um dedo, sem emitir um som, enquanto os piores pesadelos ganhavam vida diante dos olhos. Essa foi minha realidade por duas semanas em coma.

O conhecimento técnico, minha ferramenta mais poderosa, revelou-se inútil. Saber o que cada alarme significava não me trazia conforto. Pelo contrário: aumentava o desespero. Eu sabia demais. E não podia fazer nada.

Fui confrontado com projeções dos meus próprios medos, das minhas inseguranças tomando forma. A mente, que sempre foi aliada, virou-se contra mim no momento de maior fragilidade.

Como manter a fé em si mesmo quando a própria mente se volta contra você? Essa experiência me ensinou que existe uma divisão entre o que a ciência pode fazer e o que só o espírito alcança. A medicina salvou meu corpo. Os mistérios do espírito sustentaram o que restava de mim.

Essa fronteira entre o conhecimento humano e o que transcende qualquer saber é o coração de "COVID-19: O Milagre da Vida". Convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Depois volte aqui e me conte o que você mais achou da minha vitória contra a doença.

Você já se sentiu preso em alguma situação, sabendo o que deveria fazer, mas sem conseguir mover um dedo para mudar? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

No livro "O Pântano", criei a história de Tom para simbolizar esse caos silencioso que muitos vivem. Ele é um profission...
25/06/2026

No livro "O Pântano", criei a história de Tom para simbolizar esse caos silencioso que muitos vivem. Ele é um profissional admirado, um homem dedicado, um vendedor de sucesso. Todos o veem como alguém que "tem tudo".

No entanto, por dentro, sua mente vai se transformando num terreno encharcado, onde cada passo parece mais pesado do que o anterior. O pântano, aqui, não é apenas tristeza ou depressão; é o lugar em que a vida continua brotando, mas o indivíduo corre o risco de se perder nos próprios pensamentos, nos vícios de personalidade, nas exigências que ele mesmo se impõe.

Muita gente vive dessa forma. Carregam uma bagagem enorme, cheia de culpas, exigências e padrões inatingíveis. Caminham pela vida como viajantes exaustos, arrastando malas que poderiam ter ficado no passado, quando, na verdade, bastaria uma pequena mochila e um cantil de água, o essencial da alma: amor, perdão, humildade e verdade consigo mesmo.

O grande desafio é deixar de ser escravo da própria cabeça.
A liberdade exige, muitas vezes, o rompimento com aquela parte de nós que insiste em nos manter presos a atitudes das quais já não conseguimos nos livrar. Não é um processo rápido. Não é um salto. É uma caminhada constante, onde cada pequeno passo conta, onde cada degrau superado nos aproxima da libertação.

Se essa reflexão conversou com a sua história, se você se vê nesse espelho de Tom, sentindo-se preso num pântano invisível, salve esta mensagem, compartilhe com alguém que esteja se afundando em silêncio.

Clique no link da bio e conheça "O Pântano" e outras obras em que aprofundo essa jornada de libertação interior, de reconstrução da alma, de transformação do caos em paz.

Seja humilde e desfrute da paz interior.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Muitas pessoas estão paradas, mas a mente disparou para o futuro ou ficou presa ao passado. O corpo está aqui, o espírit...
24/06/2026

Muitas pessoas estão paradas, mas a mente disparou para o futuro ou ficou presa ao passado. O corpo está aqui, o espírito está lá. Esse descompasso é a fonte de grande parte do cansaço que sentimos. Não é o corpo que está exausto. É a atenção, que não encontra repouso.

A respiração é a ponte que nos traz de volta. Entre um suspiro e outro, há um espaço onde o tempo da alma começa. A eternidade não está no futuro. Está na profundidade de cada instante.

Se você sente que os dias passam num sopro e sua alma pede um ritmo mais verdadeiro, talvez esteja na hora de encontrar o próprio compasso. Não o do mundo, mas a batida natural da sua alma.

Foi pensando nessa busca que escrevi "Canto à Liberdade". Cada verso é um convite para o estado de presença. Convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Sua opinião é muito importante pra mim. Depois de ler, compartilha aqui o que sentiu.

Quando foi a última vez que você sentiu o tempo parar e esteve realmente presente na sua própria vida? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

O que você pensa, você se torna. Se você pensa que é fraco, você será fraco. Se você pensa que merece sofrer, você sofre...
23/06/2026

O que você pensa, você se torna.
Se você pensa que é fraco, você será fraco.
Se você pensa que merece sofrer, você sofrerá.
Se você pensa que não consegue, você não conseguirá.

De modo que a verdadeira libertação começa quando você percebe que o carcereiro é você mesmo.

Os monstros que nos prendem não vêm de fora. Eles nascem dentro de nós, alimentados por pensamentos repetitivos, por crenças limitantes, por aquilo que nos disseram que éramos e que acreditamos ser verdade. Mas aqui está o segredo: se você os criou, você pode destruí-los.

Portanto, pare um instante e pergunte a si mesmo: quais são os monstros que habitam meu pensar? Qual é a prisão que eu mesmo construí?

Porque, acredite, a libertação está a um pensamento de distância. Está na coragem de sacudir a poeira, de recomeçar, de dizer: eu não sou prisioneiro, eu sou livre.

Seja humilde e desfrute da paz interior que só vem quando você finalmente se liberta de si mesmo.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

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