21/05/2026
A mulher ficou grávida e deu à luz um menino. Ela gostou muito do menino e o escondeu durante três meses. Quando viu que não podia escondê-lo por mais tempo, ela colocou o menino dentro de um cesto que tinha preparado com piche e betume, e foi deixá-lo entre os juncos, ao lado do rio. Então a filha do faraó desceu ao rio para tomar banho. As suas servas ficaram passeando na margem. A princesa viu o cesto no meio dos juncos e disse a uma das suas servas que fosse buscá-lo. Quando ela abriu o cesto, viu um menino chorando e teve compaixão dele. Então disse: — Este é um menino dos hebreus. Nesse momento, a irmã do menino aproximou-se e perguntou à filha do faraó: — A senhora quer que eu vá chamar uma mulher dos hebreus para amamentar o menino? A filha do faraó respondeu: — Sim, vá. Então a menina foi chamar a mãe do menino. E a filha do faraó lhe disse: — Leve este menino e o amamente para mim, que eu pagarei pelo seu trabalho. Assim ela levou o seu filho e o amamentou. Anos depois, quando Moisés já era homem, ele foi ver o seu povo. Observou que o trabalho que eles eram obrigados a fazer era muito pesado. Viu também um egípcio batendo num dos hebreus. No dia seguinte Moisés voltou a sair e viu dois hebreus brigando. Então perguntou ao agressor: — Porque é que está batendo no outro hebreu? O homem respondeu: — Quem foi que o fez nosso chefe e juiz? Por acaso você quer me matar assim como matou o egípcio ontem? Então Moisés teve medo e pensou: “Com certeza todos já sabem o que eu fiz”. Quando o faraó soube do que tinha acontecido, ele quis matá-lo, mas Moisés fugiu dele. Moisés foi morar na terra de Midiã e sentou-se perto de um poço.
Êxodo 2.2-3, 5-9, 11, 13-15