Pastéis de Al-Madan

Pastéis de Al-Madan PASTÉIS DE AL-MADAN - Da História de Almada, a parte mais doce. Atravesse esta ponte; prove-os!.

Os PASTÉIS DE AL-MADAN foram criados a cerca de duas décadas por um mestre pasteleiro Almadense, fazendo já parte da NOVA Doçaria Tradicional Portuguesa. São o que de melhor podemos encontrar na riquíssima história da cidade de Almada cuja fundação se perde na memória do tempo e que herdou o nome do topónimo árabe Al-madan, ou “a mina de ouro” porque aqui se explorava o ouro, nas areias do Tejo e

na conhecida mina da Adiça. A arqueologia tem posto a descoberto importantes documentos que dão a conhecer a ocupação humana de Almada, desde o Calcolítico, 3000 anos antes de Cristo, até aos nossos dias; cinco mil anos de História onde se inserem vários povos, nomeadamente Fenícios, Romanos e Muçulmanos, com as mais diversas culturas e formas de vida que, forçosamente, se reflectem na gastronomia tradicional. Envolvida pelo Tejo e pelas lindas praias do Atlântico, alcantilada sobre as falésias sobranceiras a fazer inveja à capital do reino, Almada sempre se evidenciou como entreposto privilegiado para o abastecimento da cidade de Lisboa em que os portos de Cacilhas e de Porto Brandão desempenharam um papel preponderante. Como um soldado na linha da frente, Almada sempre marcou presença nos momentos decisivos da História de Portugal, distinguindo-se, quer nas lutas contra o domínio estrangeiro quando a nossa soberania era ameaçada, quer pela liberdade e cidadania do seu povo, escrevendo gloriosas páginas na História de Portugal. Durante a Idade Média e até ao fim da segunda metade do séc.XIX, a doçaria esteve confinada aos mosteiros e conventos pelo que se mantinha absoluto secretismo à volta desta arte. Com a extinção das ordens religiosas assistiu-se à venda das receitas da doçaria a uma burguesia comercial, e à divulgação dos segredos dos doces conventuais. Os movimentos migratórios que se verificaram do Algarve, do Alentejo, das Beiras e de outros locais em direcção à grande cidade, trouxeram as tradições da gastronomia e da doçaria para as terras de acolhimento. Almada, em situação priveligiada para acolher e fixar, as populações em movimento, beneficiou dos saberes algarvios, ovarinos, beirões… que recriaram, agora na terra adoptiva, as tradições das suas origens. A MELTEJO como uma ponte a ligar as margens do tempo aos lugares de eleição, juntou os melhores sabores dos saberes ancestrais, e criou os Pastéis de Al-Madan, verdadeiro tesouro da doçaria tradicional, agora à sua espera.

Pastéis de Al-Madan - Charneca de Caparica
14/12/2023

Pastéis de Al-Madan - Charneca de Caparica

06/12/2023

Saída do primeiro autocarro que partiu da rodoviária na Av 5 de Outubro, pelas 17:10 horas de 25 de Julho de 1959, ainda da Transportadora Setubalense, com destino a Cacilhas...

17/02/2023

Trata-se de um folhado especial, que se destaca por ser muito estaladiço e crocante. João Ribeiro chega a fazer 1.400 num dia.

Os famosos pastéis Al-Madan já chegaram à Charneca da Caparica
17/02/2023

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01/02/2023
THEATRO GARRETTMonde de Caparica 1902O Teatro Garret foi criado pelo industrial António Augusto Teixeira da Silva na sua...
30/07/2021

THEATRO GARRETT
Monde de Caparica 1902

O Teatro Garret foi criado pelo industrial António Augusto Teixeira da Silva na sua propriedade no Monte de Caparica em 27 de Junho de 1892, com uma capacidade para 300 pessoas.

Coleção Pastéis de Al-Madan

THEATRO DE PORTO BRANDÃOCartaz de 1902Coleção Pastéis de Al-Madan
30/07/2021

THEATRO DE PORTO BRANDÃO
Cartaz de 1902
Coleção Pastéis de Al-Madan

MUNDO - Revista Semanal Ilustrada18 de Setembro de 1958Costa de Caparica
29/07/2021

MUNDO - Revista Semanal Ilustrada
18 de Setembro de 1958
Costa de Caparica

PROCLAMAÇÃO DO JUIZ DE FORA DE ALMADA EM 5 DE JUNHO DE 1823, EM APOIO AO GOLPE DE ESTADO DA VILAFRANCADA.- Coleção Pasté...
18/07/2021

PROCLAMAÇÃO DO JUIZ DE FORA DE ALMADA EM 5 DE JUNHO DE 1823, EM APOIO AO GOLPE DE ESTADO DA VILAFRANCADA.
- Coleção Pastéis de Al-Madan -

Vilafrancada
Golpe de Estado levado a efeito entre 27 de maio e 3 de junho de 1823, tendo como palco o território de Vila França de Xira. Este golpe pôs fim à primeira tentativa de imposição de um regime liberal em Portugal e resultou na dissolução das cortes.
O regime liberal instaurado em Portugal pela revolução de 24 de Agosto de 1820, não podia satisfazer os sectores mais tradicionalistas da população, que reclamavam a restauração do absolutismo. À cabeça dos descontentes encontravam-se a rainha D. Carlota Joaquina, esposa de D.João VI que recusara jurar a constituição de 1822 e estava exilada em Queluz, e o filho segundo dos soberanos, o Infante D. Miguel.
Alguns dos fatores que facilitaram esta viragem prendem-se, em primeiro lugar, com o facto de esta ação ocorrer em simultâneo com os acontecimentos que tinham lugar em Espanha, cuja tentativa da implantação do liberalismo fracassava já pela segunda vez (1823). Em segundo lugar foi também fundamental o sentimento de desilusão decorrente da perda do Brasil, que se tornara independente (1822) graças, em boa parte, ao incentivo dos liberais. As classes sociais que se viram implicadas no processo e experiência liberais variavam as suas opiniões, com maior destaque para a nobreza e burguesia, mas o panorama geral era o de uma vontade de regresso ao regime anterior porém ao mesmo tempo salvaguardando as conquistas que a burguesia alcançara.
Os acontecimentos, cujo desfecho seria o golpe de Estado, começaram no Norte, em fevereiro, através do incitamento do conde de Amarante a favor eliminação das forças liberais. O Governo liberal aceitou o desafio enviando um exército para pôr fim à revolta. As tropas do conde de Amarante foram vencidas e retiraram-se para Espanha, procurando apoio nas forças do exército francês que a invadia com o propósito de destronar o governo liberal. Aproveitando a situação espanhola favorável às pretensões absolutistas, dá-se início à Vila-Francada a 27 de maio, com o envio de tropas para Vila Franca, às quais se reúne D. Miguel. Foi enviado um corpo militar de Lisboa, cujo general, nomeado para o seu comando, compactuou com o infante. Reuniram-se as Cortes extraordinárias na tentativa de resolução da situação.
As Cortes cedem à pressão dos revolucionários e o rei declarou ser necessário modificar a constituição. Nomeou D. Miguel comandante-chefe do Exército e constituiu um novo Ministério. As Cortes liberais foram dissolvidas no dia 3 de junho.

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