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Chegou uma nova maneira de escrever e de edição.

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A chancela da Nova Companhia da Escrita Trademark
08/11/2023

A chancela da Nova Companhia da Escrita Trademark

15/02/2021

Editors want to be sucked into a story, and they can usually tell after just a few lines if that's likely to happen. Writers and editors Victor Dwyer and Cha...

Pese embora com atraso,uma leitura que se recomenda,agora que estamos confinados ao mosso território.Podemos então refle...
25/04/2020

Pese embora com atraso,uma leitura que se recomenda,agora que estamos confinados ao mosso território.
Podemos então reflectir com actualidade sobre um território comum maior,o que faz despertar todo um conjunto de questões em catadupa.
Uma investida crítica entre a nossa identidade e o nosso "modus vivendi" no cruzamento com os Outros em meio complexo.

Como se manifesta a experiência quotidiana nas zonas de habitação da nossa cidade? Existe ainda um modo de pensar, um padrão de comportamento, um momento nas relações capaz de constituir um terreno comum sobre o qual possamos fundar uma confiança recíproca? Ou serão a fragmentação e a precariedade processos tão profundos que aumentam a distância social e a indiferença? Os outros serão apenas uma ameaça ou, pelo contrário, sujeitos com os quais temos o dever de conviver e cooperar? O que prevalece, o medo ou a confiança?
Zygmunt Bauman, sociólogo polaco radicado em Inglaterra, é considerado um dos mais atentos observadores das contradições do mundo moderno e pós-moderno. Bauman não procura as leis absolutas do comportamento humano, tão-pouco as enreda numa crítica moral, antes se concentra nos laços que permitem a vivência em comum e que tendem a desaparecer.

Confiança e Medo na Cidade (tradução de Miguel Serras Pereira) e outras obras de Zygmunt Bauman estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/zygmunt-bauman/

25/04/2020

«Oitavo romance de Deborah Levy, autora britânica nascida em 1959 na África do Sul, O Homem Que Via Tudo é o seu terceiro livro nomeado para o Man Booker Prize. É também a terceira obra de Levy que a Relógio D’Água publica em português, depois dos ensaios autobiográficos Coisas Que não Quero Saber e O Custo de Vida. A acção de O Homem Que Via Tudo decorre em dois cenários temporais claramente definidos: Setembro de 1988 (em Londres e em Berlim Leste, nas antevésperas da queda do Muro, vaticinada, aliás, pelo protagonista) e Junho de 2016 (de novo em Londres, no ano do referendo do Brexit). As duas partes do livro, de extensão idêntica, começam em Abbey Road, naquela passadeira que os Beatles atravessam na capa do seu álbum homónimo.
Em ambos os momentos, o protagonista e narrador Saul Adler, é atropelado (ou quase). A precisão, temporal e espacial, com a qual Deborah Levy estrutura o romance é, porém, enganadora e se, na primeira parte do livro, a narração parece obedecer a um realismo funcional e transparente, na segundo, o narrador, não tendo chegado a atravessar Abbey Road, passou para o outro lado do espelho.» [Mário Santos, ípsilon, Público, 13/3/2020]

O Homem Que Via Tudo (tradução de Alda Rodrigues) e outras obras de Deborah Levy estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/deborah-levy/

25/04/2020

Relógio D’Água publica livros nomeados para o Orwell Prize

O Orwell Prize, atribuído pela Orwell Foundation, pretende reconhecer os livros que melhor vão ao encontro da intenção de George Orwell de «transformar escrita política em arte».
A Relógio D’Água vai publicar dois dos livros semifinalistas na categoria de escrita política: Invisible Women, de Caroline Criado Perez, e The Age of Surveillance Capitalism, de Shoshana Zuboff.
O Homem Que Via Tudo, de Deborah Levy, que a Relógio D’Água publicou em 2019, é um dos semifinalistas na categoria de ficção política.
Os finalistas serão anunciados em meados de Maio e o vencedor será conhecido a 25 de Junho, dia de aniversário de George Orwell.
Mais informação em https://buff.ly/2XoS4xA

O Homem Que Via Tudo (trad. Alda Rodrigues) e outras obras de Deborah Levy e várias obras de George Orwell estão disponíveis em https://buff.ly/37xovvV

A próxima leitura.
25/04/2020

A próxima leitura.

Tal como em O Falcão Peregrino (também publicado pela Relógio D’Água e que Susan Sontag descreveu, na The New Yorker, como «um dos tesouros do século XX»), Um Apartamento em Atenas desenvolve-se em torno de três personagens.
Nesta história sobre um casal grego que vive em Atenas ocupada por n***s e obrigado a partilhar a sua casa com um oficial alemão, Wescott encena um perturbador drama de adaptação e rejeição, resistência e compulsão.
Um Apartamento em Atenas retrata os efeitos de uma guerra na vida quotidiana. Trata-se de uma invulgar história de luta espiritual, em que o triunfo e a derrota dificilmente se distinguem.

«Um bom estudo sobre a humilhação e a dignidade, e o seu desenlace em tragédia e numa solução desesperada(…). O carácter moderado, a ausência de exageros e a serenidade são admiráveis como o ideal grego que reflectem e honram. Nesta obra reside a dignidade de um estilo no qual nada é excessivo nem insuficiente.» [Eudora Welty]

O Falcão Peregrino e Um Apartamento em Atenas, Glenway Wescott (traduções de José Miguel Silva) estão disponíveis em https://buff.ly/2JXA9WJ

A Nova Companhia da Escrita retoma a sua actividade livreira com um título de Deborah Levy,"Coisas Que não Quero Saber",...
05/12/2019

A Nova Companhia da Escrita retoma a sua actividade livreira com um título de Deborah Levy,"Coisas Que não Quero Saber",em diálogo e ponto de partida com o famoso ensaio de Orwell onde se confessa a artimanha da Escrita desta autora que inaugura assim uma triolia autobiográfica onde mergulha nas questões sobre a sua afirmação no disputado território da literatura e suas necessidades.
Tudo segundo um método límpido e brioso que agarra o leitor a estas páginas,trazidas pela Relógio D'Água ao nosso público.

Coisas Que não Quero Saber é a primeira parte de Living Autobiography, a trilogia autobiográfica de Deborah Levy.

Tendo o famoso ensaio de George Orwell, “Porque Escrevo”, como ponto de partida, Deborah Levy oferece-nos as suas próprias reflexões sobre a carreira literária. Com inteligência, clareza e brilhantismo, discorre sobre a necessidade de afirmação de uma jovem mulher para poder entrar no disputado território da literatura e moldá-lo às suas necessidades.

“Imperdível. Para ir absorvendo aos poucos, como quando tropeçamos num oásis… Subtil, imprevisível, surpreendente.” [Guardian]

“Suprema acutilância e originalidade imaginativa. Uma escrita inspiradora.» [Marina Warner]

De Deborah Levy a Relógio publicou também O Custo de Vida e o romance O Homem Que Via Tudo.
Os livros estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/deborah-levy/

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