Os Princípios do Universo - Livro dos Sete Selos

Os Princípios do Universo - Livro dos Sete Selos Expressão da Verdade Universal. Fundamentada nas Verdades Centrais reveladas por Deus, através das escrituras Judaicas e Cristãs. Luz brilhante.

Engloba a sabedoria milenar do Oriente. Dissipa a escuridão e a chama ardente que inflama o coração.

O Monte da Transfiguração“E em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte até que veja...
05/08/2026

O Monte da Transfiguração
“E em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte até que vejam o reino de Deus. E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar. E, estando ele orando, transfigurou-se na aparência do seu rosto, e a sua roupa ficou branca e muito resplandecente. E eis que falavam com ele dois homens, que eram Moisés e Elias, os quais apareceram com glória, e falavam da sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém.”
Lucas 9:27-31
Por outras palavras, esta é a ocasião na qual Deus envia Moisés e Elias como mensageiros, a informar Jesus sobre a sua crucifixão em Jerusalém. A crucifixão foi decidida nesse momento específico. Em circunstâncias difíceis de perseguição, para recuperar a nação e a religião para Deus, Jesus orou no alto da montanha e lutou contra as adversidades pelos seus três anos de vida pública. Contudo, ele não encontrou nenhum fruto. Consequentemente, ele finalmente foi para o Monte da Transfiguração com o coração de despertar o povo ignorante, mesmo sabendo que poderia ter de se submeter à morte. Após compreender que nenhum esforço humano traria o resultado, ele seguiu em frente com um coração em agonia para salvar o povo, a si ligado pelos laços da história e da idade, ligados ao coração de Deus. Ele estava determinado, mesmo sabendo que poderia ter de morrer como um sacrifício e derramar o seu sangue. O lugar que ele visitou com esse coração não era um grande palácio. Nem era a casa de um discípulo que o recebeu, nem a casa de entidades do estado, nem a casa de um líder da religião Judaica. Era uma montanha, o Monte da Transfiguração... Quando Jesus foi para o Monte da Transfiguração, ele abandonou todas as resoluções anteriores e decidiu dar o seu corpo físico para a nação, determinado a enfrentar a morte. Se alguém pudesse imaginar a figura e coração de Jesus quando ele escalou a montanha... se alguém puder experienciar essa tristeza como sua própria e exaltar Jesus com esse coração, essa pessoa seria capaz de experimentar a tristeza de Jesus em relação ao céu, à nação e à sua religião... Sendo que a sua imagem e situação estavam cheias de paixão, Deus enviou Elias e Moisés para decidir a morte de Jesus em Jerusalém. Jesus sabia que o céu e os seus discípulos seriam abalados com a sua morte. Preocupado sobre as pessoas e os seus descendentes, ele entristeceu-se ao olhar para o passado, o presente e o futuro. Querendo salvar o povo Judeu mesmo através da sua morte, Jesus apresentou-se diante de Deus com um coração fervoroso semelhante àquele de Elias quando ele afirmou, “Eu tenho sido um extremo zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a Sua aliança, derrubaram os seus altares, e mataram os seus profetas à espada, e só eu fiquei; e buscam a minha vida para a tirarem.” (I Reis 19:14)
O coração de Jesus estava realmente triste... Depois que foi informado da sua morte vindoura em Jerusalém, Jesus preparou-se para o dia da morte. Ele sentia o dia da morte a aproximar-se e a situação a tornar-se cada vez mais caótica. Vendo que um de seus amados discípulos o trairia, Jesus sentiu seriamente a necessidade de concluir todos os seus assuntos na terra antes de ir para a cruz. Sabendo que tinha a responsabilidade como o Salvador, de seguir esse trágico caminho, Jesus preocupou-se que mesmo depois da sua morte, as tristezas do passado, do presente e do futuro não desapareceriam. A sua mente e corpo estavam imersos nesses sentimentos.

Cometer suicídio é o pior dos pecados. Porque o suicídio é uma atrocidade que destrói partes do universo, tal pessoa irá...
23/06/2026

Cometer suicídio é o pior dos pecados.

Porque o suicídio é uma atrocidade que destrói partes do universo, tal pessoa irá para o nível mais baixo do inferno. Uma vez sabendo disso, não poderemos cometer suicídio. Somos o ser que conecta as vidas dos nossos pais. Por outras palavras, Somos a união das duas vidas do nosso pai e nossa mãe. Elas estão conectadas em nós. E nós também participamos do amor dos nossos pais. Somos um em corpo com o amor dos nossos pais. Somos um no amor.

O que aqui se escreve, exprime uma visão espiritual e moral muito profunda sobre o valor da vida humana, o amor dos pais e a ligação entre as gerações.
A ideia de que uma pessoa é a união da vida do pai e da mãe encontra eco em muitas tradições religiosas e filosóficas. Nessa perspetiva, a vida não é vista como algo isolado, mas como parte de uma rede de relações, amor, responsabilidade e continuidade. Os pais participam na nossa existência, e nós transportamos em nós algo deles, tanto biologicamente como afetivamente.
Quanto ao suicídio, diferentes religiões têm interpretações distintas. Em algumas correntes do cristianismo, do islamismo e de outras tradições religiosas, o suicídio é considerado um pecado grave porque a vida é entendida como um dom sagrado que não pertence exclusivamente ao indivíduo. No entanto, muitas comunidades religiosas modernas também reconhecem que as pessoas que contemplam ou cometem suicídio frequentemente sofrem de dor psicológica intensa, doença mental ou desespero profundo. Por isso, tendem a abordar o tema com compaixão e não apenas com condenação.
A reflexão enfatiza que:
A vida humana possui um valor sagrado e único.
Cada pessoa está ligada aos seus pais e à história da sua família.
O amor dos pais continua presente nos filhos.
Tirar a própria vida rompe algo que afeta não apenas o indivíduo, mas também aqueles que lhe estão ligados.
Estas são ideias que muitas pessoas consideram significativas para compreender o sentido da existência e a responsabilidade que temos uns para com os outros.

Jesus está à espera no paraíso. O paraíso é a sala de espera para ir para o Céu. Jesus não estabeleceu uma soberania nac...
28/05/2026

Jesus está à espera no paraíso.
O paraíso é a sala de espera para ir para o Céu. Jesus não estabeleceu uma soberania nacional diante de Deus que tivesse o poder de comunicar diretamente entre o céu e a terra. Portanto, ele não poderia estar diante de Deus com base nisso.
Essa é a razão pela qual Jesus não pôde ficar diante do trono do Céu. Além disso, nós também não poderemos ir para o céu sozinhos.
O Céu foi originalmente concebido como o lugar onde Adão e Eva, se não tivessem caído, teriam ido para viver juntos, como uma família, com os seus filhos e filhas.
Se não formos em família, não poderemos ir para lá.
Sun Myung Moon

O Menino JesusOra, todos os anos iam os seus pais a Jerusalém à festa da Páscoa; e, tendo ele já doze anos, subiram a Je...
22/05/2026

O Menino Jesus
Ora, todos os anos iam os seus pais a Jerusalém à festa da Páscoa; e, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. E, regressando, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe. Pensando eles que Jesus os viria acompanhando pelo caminho, andaram durante um dia, procurando entre os parentes e conhecidos; e, como o não encontraram, voltaram a Jerusalém em busca dele. E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas. E quando o viram, maravilharam-se. Entretanto disse-lhe sua mãe: filho, por que procedeste assim para connosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos. E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? Lucas 2:41-51
Mais filhos nasceram de Maria e José, e todos eles sabiam que de alguma forma Jesus era diferente. A Bíblia não fala claramente sobre isto, mas o fato é que, quando Jesus era um menino, havia grande quantidade de tensão, e até mesmo Maria era distante dele. Jesus foi uma criança solitária, e frequentemente saía de casa para ficar sozinho. Como os pais puderam deixar um jovem menino para trás dessa forma? Não houve muitos dias em que ele tivesse sido feliz na sua família. Muitos de nós crescemos com padrastos, e mesmo numa sociedade aberta de hoje, existe uma tensão entre um padrasto e um enteado, por isso imaginemos quanto mais difícil seria 2.000 anos atrás. Muitos jovens enfrentam o mesmo tipo de sofrimento por que Jesus passou, nos dias atuais. Jesus cresceu no meio de um relacionamento complicado entre Maria e José. Mesmo como uma criança, Jesus sentia que havia algo confuso entre eles. Entre José e Jesus não havia nenhum relacionamento de sangue, por isso eles eram como estranhos. Por parte de Maria, embora ela pudesse querer fazer coisas para o seu filho, como fazer roupas para ele, ela tinha que descobrir se naquele dia José estava de bom ou mau humor. Jesus podia sentir claramente que os seus pais tinham uma briga interna por causa dele... E quanto aos irmãos de Jesus? Os seus irmãos podiam sentir que havia alguma história não contada e emaranhada, centrada em Jesus. Esse é o motivo pelo qual nem mesmo eles puderam confiar ou acreditar no que Jesus fazia. Todos que o ouviam se admiravam com o seu entendimento e suas respostas. Jesus trabalhou como um assistente para o seu pai carpinteiro enquanto se preparava internamente para a sua missão. Às vezes Jesus sentia vontade de perguntar para a sua mãe, “Porque é que eu sou tratado assim? Quem é o meu pai? Qual é o seu problema e como ele se ajusta a isso?” Maria nunca poderia responder a Jesus. Havia uma distância emocional entre Maria e o filho. Jesus veio como o mestre de amor, o príncipe de amor, e o centro de amor. Ele deveria ter recebido mais amor a partir dos seus pais, a partir dos seus irmãos e irmãs, e a partir dos seus familiares e vizinhos mais do que qualquer outra pessoa no mundo. Mas não podemos dizer que ele recebeu esse amor de alguém… Quão cheio de dor deve ter sido o coração de Jesus! O Reino de Deus está destinado a ser o reino de amor. Jesus, que veio como o centro do amor, deveria ter estabelecido esse tipo de família primeiro que tudo. Mas isto tornou-se impossível para ele, por isso ele teve que sair de sua casa. Ele tinha então 30 anos de idade. Enquanto ninguém mais estava preocupado com o céu, Jesus estava sempre em oração. Embora Jesus tivesse muitas coisas para dizer, ele teve que ficar em silêncio. Precisamos entender a tristeza que Jesus experimentou durante esses 30 anos de preparação. Embora ele quisesse desesperadamente testemunhar sobre a verdade de Deus, indo de lugar a lugar por todo o Israel, ele tinha que ajudar com os assuntos da sua família. Ninguém na terra reconheceu o sofrimento interno de Jesus. O seu olhar podia conectar com o coração de Deus e ver através do universo.

O PROPÓSITO DA CRIAÇÃO DOS ANJOS“Antes de criar Adão e Eva como os seres mais elevados na criação, Deus pensou como podi...
13/05/2026

O PROPÓSITO DA CRIAÇÃO DOS ANJOS
“Antes de criar Adão e Eva como os seres mais elevados na criação, Deus pensou como podia efectivamente, levá-los a alcançar essa posição, protegendo e cuidando deles. Para cumprir este propósito, Ele criou os anjos.” Os anjos são servos de Deus e mensageiros. O Arcanjo estava com Deus desde os primeiros momentos da Criação e, originalmente, o amor de Deus, fluía para os Anjos e a Criação, através de Lúcifer. Quando Deus criou Adão e Eva, Ele amava-os como Seus filhos, com um amor muito maior do que o que sentia por Lúcifer. Porém, visto que o amor de Deus é infinito, o Seu amor por Lúcifer e pelos Anjos, em nada tinha diminuído. Lúcifer, encontrou-se numa situação que nós vemos frequentemente nas famílias. Quando um bebé nasce, recebe o amor e atenção dos pais, e os outros filhos algumas vezes sentem ciúmes. Quando Adão e Eva foram criados, Lúcifer, erradamente, sentiu que o amor de Deus para com ele tinha diminuído. Ao ver o amor de Deus para com Adão e Eva, ele sentiu-se atraído para eles e, especialmente para Eva. Não havia nada de errado com essa atracção; porque de facto, Deus queria que o Arcanjo amasse os Seus filhos e os servisse. Era natural que Lúcifer e Eva iniciassem uma acção de dar e receber. Como vimos anteriormente, dar e receber, é a base para a existência, desenvolvimento e multiplicação – gera energia. O seu relacionamento, na verdade, gerou uma força em si mesmo. Era neste contexto, que Deus queria que Eva, obedecesse ao mandamento, resistindo à tentação do mau uso do amor, que Deus lhe estava a dar, não se corrompendo. Se Eva tivesse obedecido, teria atingido a perfeição em unidade total de coração com o amor de Deus, e o Arcanjo, teria mantido a sua posição própria como servidor. Pelo contrário, à medida que se desenvolveu o relacionamento com Eva, cresceu o poder de atração, e Lúcifer convenceu Eva que ela não morreria, mas, tornar-se-ia como Deus. Havia uma ponta de verdade nisso, pois Deus queria de facto, que Adão e Eva se tornassem como Ele, mas de modo algum, envolvendo-se sexualmente com Lúcifer. Chegados a este ponto, Eva perdeu a fé no mandamento, e caiu, ao permitir relacionar-se sexualmente com o Arcanjo.

A palavra Páscoa representa a ressurreição de Jesus Cristo que veio salvar o mundo de si mesmo. Por causa da Queda, a na...
21/04/2026

A palavra Páscoa representa a ressurreição de Jesus Cristo que veio salvar o mundo de si mesmo. Por causa da Queda, a natureza original do homem foi perdida e precisa ser restaurada. Deus precisou de 2.000 anos bíblicos para encontrar um homem verdadeiro em Abraão e outros 2.000 anos para trazer Jesus Cristo. O que buscava conseguir Deus nesta tentativa? Antes que o Seu Ideal pudesse tomar forma, Deus teve que restaurar a posição perdida de Adão e Eva. No entanto, rejeitado pelo povo de Abraão, Jesus sacrificou a sua vida para que Deus pudesse enviar outro. O esforço de Deus para restaurar a humanidade passou do povo de Israel para os Cristãos (parábola da vinha).

No Domingo de Ramos comemoramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém que foi quando o povo gritou: "Salve o Rei da G...
05/04/2026

No Domingo de Ramos comemoramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém que foi quando o povo gritou: "Salve o Rei da Glória, bendito é aquele que vem em nome do Senhor". No entanto, uma semana depois, o povo defendia a sua crucificação.
Porquê?
Assumiu-se que o judaísmo e a nação de Israel se uniriam na unidade centrada em Cristo e trariam vitória ao Reino dos Céus na terra, derrotando o Império Romano.
Infelizmente, isto não aconteceu e Jesus teve de ser oferecido como sacrifício expiatório para a salvação espiritual da humanidade. Jesus, veio para ser aceite como o Ungido. Ele era o Messias prometido de Israel; contudo, quando Ele proferiu novas palavras de verdade, ele foi rejeitado pelo seu povo.
Jesus alcançou a perfeição e tornou-se um com o coração de Deus cumprindo a Primeira Grande Bênção. Mas quando ele se quis encontrar uma mulher para formar uma família, o povo que Deus preparou para o ajudar a realizar esta grande tarefa não o fez (2ª Grande Bênção).
Que tragédia!
Ele queria restaurar as Três Grandes Bênçãos e cumprir a Vontade de Deus; mas, por mais que tentasse, encontrou sempre oposição. Quando crescia na família de José e Maria, foi rejeitado pelos seus outros irmãos e mal compreendido por todos eles. Quando criança, Jesus teve de viver uma vida solitária e foi mal compreendido por todos. O seu único conforto foi o tempo que passou em oração com o seu Pai Celestial. Das suas conversas com Deus ele aprendeu a confortá-Lo. A família de Zacarias e Isabel devia abraçá-lo, mas apenas permaneceram como espectadores. João Baptista foi destinado a ser o primeiro discípulo de Jesus, mas em vez de o seguir e apoiar diretamente a Jesus, ele continuou a fazer o que já fazia antes do aparecimento de Jesus publicamente. Ele negou as palavras de Jesus que o referia de Elias e acabou por perder a fé em Jesus. Quando João Batista se encontrava na prisão, enviou dois dos seus discípulos a perguntar a Jesus se era ele o Messias ou se deviam esperar por outro.
Escandaloso!
Depois de chamar a Jesus o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e testemunha a vinda do Espírito Santo sobre Jesus e de ouvir a voz de Deus dizer, este é o meu Filho amado em quem me agrada; como poderia João ter dúvidas sobre Jesus? Na verdade, ele tornou-se um obstáculo à providência de salvação de Deus através de Jesus.
Os líderes religiosos judeus também se tornaram um obstáculo para ele. Odiaram-no e entregaram-no às autoridades romanas para execução. Deveriam adorá-lo como Filho de Deus; mas em vez disso, viam-no como uma ameaça à sua religião e à integridade de Israel.
Este era um período de grande turbulência política entre os judeus e os romanos. Os judeus ✡ queriam ser leais a YAHWEH e os romanos demonstraram a sua lealdade a César. O único que lhes podia trazer salvação e unir estas duas culturas divergentes e estes dois mundos diferentes do hebraísmo e do helenismo era Jesus. Ele era a única esperança de fazer a paz entre estes dois inimigos dos judeus e dos romanos; mas Ele estava a ser drasticamente rejeitado por eles. Que grande dor para Deus ver o Seu Filho Amado passar por circunstâncias tão adversas e momentos tão deploráveis.

A MORTE DE JESUS NA CRUZHavia um sentimento unânime e evidente entre os discípulos relativamente à morte de Jesus: eles ...
05/04/2026

A MORTE DE JESUS NA CRUZ
Havia um sentimento unânime e evidente entre os discípulos relativamente à morte de Jesus: eles estavam dominados pela dor e indignação. Estevão, por exemplo, fervendo de indignação pela ignorância e descrença dos líderes judeus, condenou as suas ações, chamando-os de assassinos e rebeldes: "Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e de ouvidos, sempre vos opondes ao Espírito Santo, como foram os vossos pais, assim sois vós também. Qual foi o profeta que os vossos pais não tenham perseguido? Mataram os que predisseram a vinda do Justo, a quem traístes e assassinastes" (Atos 7:51-53).
Se a morte de Jesus tivesse sido o resultado predestinado para o cumprimento da Vontade de Deus, então teria sido natural que os discípulos ficassem tristes com a sua morte, mas não teriam ficado tão amargamente ressentidos, nem tão irritados com os líderes judeus que a causaram. Podemos deduzir da sua reação dolorida que a morte de Jesus foi injusta e indevida.
Deus escolheu o povo de Israel de entre os descendentes de Abraão. Protegeu-os, alimentou-os e, por vezes, disciplinou-os através de tribulações e provas. Deus enviou profetas para os confortar com a promessa inabalável de que um dia lhes enviaria um Messias. Preparou-os para receberem o Messias, fazendo-os construir o Tabernáculo e o Templo. Quando Jesus nasceu, Deus proclamou o seu advento. Ele enviou os três magos do Oriente, Simão, Ana, João Baptista e outros para testemunharem a vinda do Messias. Como a Vontade de Deus era que o povo judeu desse tempo acreditasse em Jesus como sendo o seu Messias, o povo judeu, que tinha sido preparado para viver de acordo com a Vontade de Deus, devia acreditar nele. Se o povo tivesse acreditado em Jesus, como Deus o desejava, ter-lhes-ia alguma vez passado pela mente enviar Jesus para a cruz? Quereriam os judeus que acontecesse algum mal ao Messias por quem há tanto tempo esperavam tão ansiosamente? Contudo, porque se rebelaram contra a Vontade de Deus e não acreditaram que Jesus fosse o Messias, ele foi entregue para ser crucificado. Neste sentido, podemos compreender que Jesus não veio para morrer na cruz.
As palavras e ações de Jesus tinham como intenção fazer o povo acreditar que ele era o Messias. Por exemplo, quando as pessoas lhe perguntaram sobre o que deviam fazer para realizar a obra de Deus, Jesus respondeu: "A obra de Deus é esta: que acrediteis naquele que Ele enviou." (Jo 6:29) Um dia, angustiado pela descrença dos fariseus, e não tendo ninguém com quem partilhar o seu coração, Jesus olhou com tristeza para a cidade de Jerusalém e chorou, lamentando o destino do povo judeu que Deus havia guiado, com tanto amor e empenho, durante dois mil anos. Jesus profetizou que a cidade seria de tal modo destroçada que não ficaria pedra sobre pedra. Ele claramente evidenciou a ignorância do povo dizendo: "por não teres reconhecido o tempo em que foste visitada" (Le 19:44). Em outra ocasião, Jesus lamentou a teimosia e descrença do povo de Jerusalém dizendo: "Jerusalém. Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis reunir os teus filhos como a galinha aconchega os seus pintainhos sob as asas, e tu não quiseste!" (Mt 23:37)
Jesus censurou o povo que se recusava a acreditar nele, apesar de conhecer as Escrituras que davam testemunho da sua vinda:
"Esquadrinhais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois bem! São elas mesmo que dão testemunho de mim, e não quereis vir a mim para que tenhais a vida." (Jo 5:39-40)
“Vim em nome de meu Pai e não me recebeis... se acreditásseis em Moisés, acreditaríeis em mim, pois ele escreveu a meu respeito." (Jo 5:43-46)
Quantos milagres e sinais Jesus realizou na sua tentativa desesperada de arrancar o povo da sua descrença! Todavia, mesmo testemunhando as obras maravilhosas de Jesus, os líderes religiosos escarneciam dele como se fosse possesso por Belzebu (Mt 12:24). No meio de uma condição tão miserável, Jesus disse:
"Mas se as faço, e não credes em mim, crede nas minhas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu n Ele." (Jo 10:38)
Depois, confrontando os seus opositores, denunciou contundentemente a sua hipocrisia:
"Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, porque fechais aos homens o Reino do Céu! Não entrais vós nem deixais que entrem os que o querem entrar..."(Mt 23:13-36).
Através das suas palavras e ações, Jesus tentou convencer o seu povo a acreditar nele porque essa era a Vontade de Deus. Se eles tivessem seguido a Vontade de Deus e acreditado em Jesus como sendo o Messias, quem de entre eles ousaria crucificá-lo? Por todas as evidências acima referidas, podemos deduzir que a morte de Jesus na cruz foi o trágico resultado da ignorância e descrença do povo do seu tempo; essa não era necessária para cumprir completamente a sua missão de Messias. Esta ideia está bem ilustrada nas últimas palavras de Jesus na cruz:
"Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem." (le 21 14)
Se Deus tivesse predestinado, originalmente, a morte de Jesus na cruz, Jesus teria seguido esse caminho como sendo o seu destino. Então, por que razão orou três vezes: "Meu Pai, se é possível afasta de mim este cálice, todavia, não seja como eu quero, mas, como o queres"(Mt 20 310), Na verdade, Jesus ofereceu essas orações desesperadas porque sabia bem que a sua morte destroçaria a esperança de alcançar o Reino do Céu na terra. Isto seria uma trágica deceção para Deus que vinha trabalhando tão incansavelmente para realizar esta esperança ao longo de tanto tempo desde a Queda. Além disso, Jesus sabia que o sofrimento da humanidade continuaria sem alívio até ao momento da sua Segunda Vinda. Jesus disse: "Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também tem de ser levantado o Filho do homem"(Jo 3:14), Quando os Israelitas perderam a fé em Moisés no caminho para Canaã, apareceram serpentes ardentes que começaram a matá-los. Deus ordenou a Moisés que construísse uma serpente de bronze e a colocasse num poste, de modo a que todos os que olhassem para ela pudessem viver (Nm 21:4-9). De igual modo, Jesus previu que, devido ao facto de o povo escolhido não acreditar nele, a humanidade seria destinada ao inferno. Ele previu que seria então pregado na cruz como a serpente de bronze a fim de salvar toda a humanidade, garantindo a salvação para todos os que olhassem para ele. Prevendo esta eventualidade, Jesus proferiu esta profecia de mau presságio com o coração desolado. Um outro indício de que a morte de Jesus na cruz não era a Vontade de Deus, mas antes a consequência da descrença do povo, é que Israel entrou em declínio depois da crucificação. Afinal, tinha sido profetizado que Jesus viria e se sentaria no trono de David e estabeleceria um Reino eterno:
"Porquanto um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado; tem a soberania sobre os seus ombros, e o seu nome é Conselheiro Admirável, Deus-poderoso, Pai-Eterno, Príncipe da paz. Dilatará o seu domínio com uma paz sem limites, sobre o trono de David e sobre o seu reino. Ele o estabelecerá e o consolidará com o direito e com a justiça, desde agora e para sempre. Assim fará o amor ardente do Senhor do universo." (Is 9:5-7)
Um anjo apareceu a Maria antes da conceção de Jesus e proferiu um vaticínio semelhante:
"Hás de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus dar-lhe-á o trono de seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim." (Lc 1:31-33)
A clara intenção de Deus para o povo escolhido de Israel, que Ele tinha guiado ao longo de toda a espécie de tribulações desde o tempo de Abraão, era enviar-lhe o Messias e construir um Reino eterno na terra. No entanto, quando os dirigentes judeus perseguiram Jesus e o levaram à cruz, Israel perdeu a sua qualificação para ser a nação fundadora do Reino de Deus. Em poucas gerações, o povo de Israel foi disperso por toda a terra e, desde então, tem sofrido opressões e perseguições. Isto pode ser entendido como uma trágica consequência do erro que os seus antepassados cometeram ao condenarem à morte o Messias, a quem deviam ter honrado, impedindo assim o cumprimento da providência da restauração. Além disso, não só os judeus, mas também muitos cristãos fiéis tiveram de carregar a cruz pelo pecado coletivo de terem assassinado Jesus.

A MORTE DE JESUS NA CRUZHavia um sentimento unânime e evidente entre os discípulos relativamente à morte de Jesus: eles ...
02/04/2026

A MORTE DE JESUS NA CRUZ
Havia um sentimento unânime e evidente entre os discípulos relativamente à morte de Jesus: eles estavam dominados pela dor e indignação. Estevão, por exemplo, fervendo de indignação pela ignorância e descrença dos líderes judeus, condenou as suas ações, chamando-os de assassinos e rebeldes: "Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e de ouvidos, sempre vos opondes ao Espírito Santo, como foram os vossos pais, assim sois vós também. Qual foi o profeta que os vossos pais não tenham perseguido? Mataram os que predisseram a vinda do Justo, a quem traístes e assassinastes" (Atos 7:51-53).
Se a morte de Jesus tivesse sido o resultado predestinado para o cumprimento da Vontade de Deus, então teria sido natural que os discípulos ficassem tristes com a sua morte, mas não teriam ficado tão amargamente ressentidos, nem tão irritados com os líderes judeus que a causaram. Podemos deduzir da sua reação dolorida que a morte de Jesus foi injusta e indevida.
Deus escolheu o povo de Israel de entre os descendentes de Abraão. Protegeu-os, alimentou-os e, por vezes, disciplinou-os através de tribulações e provas. Deus enviou profetas para os confortar com a promessa inabalável de que um dia lhes enviaria um Messias. Preparou-os para receberem o Messias, fazendo-os construir o Tabernáculo e o Templo. Quando Jesus nasceu, Deus proclamou o seu advento. Ele enviou os três magos do Oriente, Simão, Ana, João Baptista e outros para testemunharem a vinda do Messias. Como a Vontade de Deus era que o povo judeu desse tempo acreditasse em Jesus como sendo o seu Messias, o povo judeu, que tinha sido preparado para viver de acordo com a Vontade de Deus, devia acreditar nele. Se o povo tivesse acreditado em Jesus, como Deus o desejava, ter-lhes-ia alguma vez passado pela mente enviar Jesus para a cruz? Quereriam os judeus que acontecesse algum mal ao Messias por quem há tanto tempo esperavam tão ansiosamente? Contudo, porque se rebelaram contra a Vontade de Deus e não acreditaram que Jesus fosse o Messias, ele foi entregue para ser crucificado. Neste sentido, podemos compreender que Jesus não veio para morrer na cruz.
As palavras e ações de Jesus tinham como intenção fazer o povo acreditar que ele era o Messias. Por exemplo, quando as pessoas lhe perguntaram sobre o que deviam fazer para realizar a obra de Deus, Jesus respondeu: "A obra de Deus é esta: que acrediteis naquele que ele enviou." (Jo 6:29) Um dia, angustiado pela descrença dos fariseus, e não tendo ninguém com quem partilhar o seu coração, Jesus olhou com tristeza para a cidade de Jerusalém e chorou, lamentando o destino do povo judeu que Deus havia guiado, com tanto amor e empenho, durante dois mil anos. Jesus profetizou que a cidade seria de tal modo destroçada que não ficaria pedra sobre pedra. Ele claramente evidenciou a ignorância do povo dizendo: "por não teres reconhecido o tempo em que foste visitada" (Le 19:44). Noutra ocasião, Jesus lamentou a teimosia e descrença do povo de Jerusalém dizendo: "Jerusalém. Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis reunir os teus filhos como a galinha aconchega os seus pintainhos sob as asas, e tu não quiseste!" (Mt 23:37)
Jesus censurou o povo que se recusava a acreditar nele, apesar de conhecer as Escrituras que davam testemunho da sua vinda:
"Esquadrinhais as Escrituras, julgando ter nelas a vida eterna. Pois bem! São elas mesmo que dão testemunho de mim, e não quereis vir a mim para que tenhais a vida." (Jo 5:39-40)
“Vim em nome de meu Pai e não me recebeis... se acreditásseis em Moisés, acreditaríeis em mim, pois ele escreveu a meu respeito." (Jo 5:43-46)
Quantos milagres e sinais Jesus realizou na sua tentativa desesperada de arrancar o povo da sua descrença! Todavia, mesmo testemunhando as obras maravilhosas de Jesus, os líderes religiosos escarneciam dele como se fosse possesso por Belzebu (Mt 12:24).
No meio de uma condição tão miserável, Jesus disse:
"Mas se as faço, e não credes em mim, crede nas minhas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu n Ele." (Jo 10:38)
Depois, confrontando os seus opositores, denunciou contundentemente a sua hipocrisia:
"Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, porque fechais aos homens o Reino do Céu! Não entrais vós nem deixais que entrem os que querem entrar..."(Mt 23:13-36).
Através das suas palavras e ações, Jesus tentou convencer o seu povo a acreditar nele porque essa era a Vontade de Deus. Se eles tivessem seguido a Vontade de Deus e acreditado em Jesus como sendo o Messias, quem de entre eles ousaria crucificá-lo? Por todas as evidências acima referidas, podemos deduzir que a morte de Jesus na cruz foi o trágico resultado da ignorância e descrença do povo do seu tempo; essa não era necessária para cumprir completamente a sua missão de Messias. Esta ideia está bem ilustrada nas últimas palavras de Jesus na cruz:
"Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem." (le 21 14)
Se Deus tivesse predestinado, originalmente, a morte de Jesus na cruz, Jesus teria seguido esse caminho como sendo o seu destino. Então, por que razão orou três vezes: "Meu Pai, se é possível afasta de mim este cálice, todavia, não seja como eu quero, mas, como o queres"(Mt 20 310).
Na verdade, Jesus ofereceu essas orações desesperadas porque sabia bem que a sua morte destroçaria a esperança de alcançar o Reino do Céu na terra. Isto seria uma trágica deceção para Deus que vinha trabalhando tão incansavelmente para realizar esta esperança ao longo de tanto tempo desde a Queda. Além disso, Jesus sabia que o sofrimento da humanidade continuaria sem alívio até ao momento da sua Segunda Vinda. Jesus disse: "Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também tem de ser levantado o Filho do homem"(Jo 3:14), Quando os Israelitas perderam a fé em Moisés no caminho para Canaã, apareceram serpentes ardentes que começaram a matá-los. Deus ordenou a Moisés que construísse uma serpente de bronze e a colocasse num poste, de modo a que todos os que olhassem para ela pudessem viver (Nm 21:4-9). De igual modo, Jesus previu que, devido ao facto do povo escolhido não acreditar nele, a humanidade seria destinada ao inferno. Ele previu que seria então pregado na cruz como a serpente de bronze a fim de salvar toda a humanidade, garantindo a salvação para todos os que olhassem para ele. Prevendo esta eventualidade, Jesus proferiu esta profecia de mau presságio com o coração desolado. Um outro indício de que a morte de Jesus na cruz não era a Vontade de Deus, mas antes a consequência da descrença do povo, é que Israel entrou em declínio depois da crucificação. Afinal, tinha sido profetizado que Jesus viria e se sentaria no trono de David e estabeleceria um Reino eterno:
"Porquanto um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado; tem a soberania sobre os seus ombros, e o seu nome é Conselheiro Admirável, Deus-poderoso, Pai-Eterno, Príncipe da paz. Dilatará o seu domínio com uma paz sem limites, sobre o trono de David e sobre o seu reino. Ele o estabelecerá e o consolidará com o direito e com a justiça, desde agora e para sempre. Assim fará o amor ardente do Senhor do universo." (Is 9:5-7)
Um anjo apareceu a Maria antes da conceção de Jesus e proferiu um vaticínio semelhante:
"Hás de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus dar-lhe-á o trono de seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim." (Lc 1:31-33)
A clara intenção de Deus para o povo escolhido de Israel, que Ele tinha guiado ao longo de toda a espécie de tribulações desde o tempo de Abraão, era enviar-lhe o Messias e construir um Reino eterno na terra. No entanto, quando os dirigentes judeus perseguiram Jesus e o levaram à cruz, Israel perdeu a sua qualificação para ser a nação fundadora do Reino de Deus. Em poucas gerações, o povo de Israel foi disperso por toda a terra e, desde então, tem sofrido opressões e perseguições. Isto pode ser entendido como uma trágica consequência do erro que os seus antepassados cometeram ao condenarem à morte o Messias, a quem deviam ter honrado, impedindo assim o cumprimento da providência da restauração. Além disso, não só os judeus, mas também muitos cristãos fiéis tiveram de carregar a cruz pelo pecado coletivo de terem assassinado Jesus.

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