Térmita

Térmita Livraria

Uma série fotográfica proveniente de locais distintos. Barachini capturou o mar Tirreno, em frente à sua casa na Toscâni...
30/09/2026

Uma série fotográfica proveniente de locais distintos. Barachini capturou o mar Tirreno, em frente à sua casa na Toscânia, durante anos, recorrendo a máquinas de largo formato.

Christiaens fotografa o que encontra na ausência de caminho, enquanto veleja.

Gran Mare – Alexandre Christiaens e Valentino Barachini

Edição de 100, entre as quais 20, que incluem uma fotografia impressa e assinada por cada um dos artistas. É o caso desta, presente na livraria e em térmita.pt

A propósito dos últimos dias para visitar INSECTOS, na próxima sexta-feira, 2 de outubro, assinala-se a finissage da exp...
29/09/2026

A propósito dos últimos dias para visitar INSECTOS, na próxima sexta-feira, 2 de outubro, assinala-se a finissage da exposição, com a presença dos artistas, curadora, e uma performance de Estefânia r., pelas 19h.

A exposição pode ser visitada até sábado, dia 3 de outubro.

Chronograph brings together more than twenty-five years of photographs made by photographer Nick Haymes between 2001 and...
27/09/2026

Chronograph brings together more than twenty-five years of photographs made by photographer Nick Haymes between 2001 and 2026, assembling an immersive chronicle of life with his partner, Lina, and their two children, Philipp and Lawrence. Over 450 pages and nearly one thousand images, the book moves between Los Angeles and New York, turning Haymes’s long-term documentary practice towards those closest to him.

Approaching family life not as a sentimental saga but as something psychologically charged and contradictory, the photographs move between scenes of children, domestic interiors, bodies in motion, rough play, affection, and moments of tension. Haymes refuses to separate beauty from discomfort: innocence sits alongside recklessness, intimacy alongside unease, as children grow, relationships shift, and bodies change. His photographic language moves between documentary and carefully staged tableaux, creating images that feel both spontaneous and strangely theatrical.

Rather than presenting family as a fixed social unit, Chronograph reveals it as a volatile emotional terrain where closeness can feel both protective and suffocating. The result is a deeply moving psychological portrait of family life, where affection and conflict intertwine and where the fragile bonds of love are continually tested and renewed.

Chronograph is signed by Nick Haymes and available at the bookshop or shipping from termita.pt. Have a nice sunday.

(Some images are cropped due to format restrictions on social media platforms)

The composer, Ernest Bloch, met Alfred Stieglitz in New York in 1917. Decades later, at a dinner in 1950 at the home of ...
25/09/2026

The composer, Ernest Bloch, met Alfred Stieglitz in New York in 1917. Decades later, at a dinner in 1950 at the home of Albert Eikus, chair of the Music Department at the University of Calitornia, Berkeley.
Bloch recalled that meeting. Here is Elkus’s sons telling of the story:

At a dinner in New York, Bloch was giving his host Alfred Stieglitz, every reason why photography could not be considered art - why photographers, hence, could not be considered artists. “”Fine, said Stieglitz. meet me at my [gallery]early Sunday morning and we’ll photograph together. They met and went forth with a Graflex camera and tripod.
They stopped at a lower midtown corner whose buildings and sky they both thought promising. Stieglitz set up his camera, focused it, and took a picture. Then he changed plates and, without repositioning the camera, told Bloch it was his turn. Stieglitz timed the exposure identically. They returned to the studio and each developed his plate in the same chemicals with the exact same timing. Bloch saw at once that his cityscape was drab and lifeless, capturing none of the luster he saw in Stieglitz’s “But how can this be? Bloch asked. Stieglitz said. “It is because vou do not love it: you do not believe in it.”

Image: Paul Strand, Rock, Porte Lorne, Nova Scotia, 1919

The Mental Image, by Stephen Shore is available at the bookshop and ships from termita.pt. It is signed by the artist.

Em The Shadow Fleet acompanha-se a frota fantasma russa, um conjunto de navios cisterna envelhecidos, sem seguro, que tr...
24/09/2026

Em The Shadow Fleet acompanha-se a frota fantasma russa, um conjunto de navios cisterna envelhecidos, sem seguro, que transportam petróleo russo sancionado, pelas águas europeias.

A frota fantasma utiliza técnicas para confundir o rastreamento, inactivando transponders e explorando falhas na legislação. É uma frota sombra que está à vista de todos. A fotografia de Mejnertsen, uma ferramenta política e analítica, revela estruturas que muitas entidades tentam ocultar do escrutínio público.

Júlia Mejnertsen fotografou as embarcações enquanto passavam pelo estreito de Øresund, na Dinamarca. Apesar da aparente placidez da paisagem marítima, assistimos e participamos, enquanto espectadores ingénuos, num cenário bucólico de guerra, num conflito híbrido da geopolítica contemporânea. É belo e desconfortante.

The Shadow Fleet, Julia Mejnertsen, está disponível na livraria e em termita.pt.

I was a passenger on a local bus driving through the middle of a blizzard when it slid off the road into a snowy ditch. ...
20/09/2026

I was a passenger on a local bus driving through the middle of a blizzard when it slid off the road into a snowy ditch. Instead of calling for help, the driver announced: “Anyone who wants to reach their destination is welcome to get out and push the bus.” This became one of my first impressions of Kolsky, where I photographed for the following five years. At that time, Kolsky felt like the edge of the world. Russian travel agencies promoted it as a winter wonderland near the Arctic Circle, attracting tourists who came to chase the Northern Lights.
(…)
At first, the daily rhythm of life seemed ordinary, almost untouched by the broader political climate. But the full-scale invasion of Ukraine in 2022 revealed a deeper reality.
(…)
As the propaganda machine intensified, people became afraid of anything beyond
official rules and permissions. Those who once spoke to me freely refused to be photographed, saying only, “It’s better not to.” Others repeated television slogans. This documentary project attempts to capture this shift in mindset within Russian society, using the transformation of one region as a mirror. It explores how, through a combination of strategic propaganda, social pressure, and persuasive messaging, one of Russia’s deepest collective fears -“the main thing is to avoid war” – was reshaped into its opposite: a new national slogan, “We can do it again.”

Kolsky, Tanya Sharapova can meet you at the bookshop or from termita.pt

Em Blinded by your Grace, a autora recolhe imagens de tornados e da interacção de mulheres com fenómenos naturais extrem...
17/09/2026

Em Blinded by your Grace, a autora recolhe imagens de tornados e da interacção de mulheres com fenómenos naturais extremos. Sarah Chaplin colaborou com caçadoras de tempestades.

Esta autorização para aceder às zonas limite evidencia estruturas de “poder, visibilidade e autonomia”. Quem pode aproximar-se do perigo, de que forma?

Blinded By Your Grace – Sarah Chaplin Espenon, está na livraria e está em sua casa através de termita.pt

Boundary Hunt compõe-se por imagens feitas no Japão e nos Estados Unidos entre 2000 e 2004, explorando um tipo específic...
13/09/2026

Boundary Hunt compõe-se por imagens feitas no Japão e nos Estados Unidos entre 2000 e 2004, explorando um tipo específico de fronteira. As 34 imagens em preto e branco foram capturadas em filme Polaroid Type 55 — o clássico filme 4×5 que produz tanto uma imagem positiva quanto um negativo, que pode, por sua vez, ser utilizado na produção de ampliações. O artista apresenta as imagens mantendo as bordas irregulares geradas pelo negativo. “A imperfeição da borda do filme Type 55 sempre me fascinou”, escreve Shibata. “Sinto-me na fronteira entre a fotografia e o desenho artístico.”

É curioso que, de alguma maneira, a exploração de uma fronteira técnica transmuta, em modo alquímico, a noção de horizonte, tão cara à fotografia, desvinculando-a do cânone paisagístico.

Boundary Hunt, Toshio Shibata, está disponível na livraria, cobre a distância através de térmita.pt

Marens van Leunen debruça-se sobre o significado dos objetos quotidianos e ambientes domésticos utilizando a encenação n...
08/09/2026

Marens van Leunen debruça-se sobre o significado dos objetos quotidianos e ambientes domésticos utilizando a encenação na captura de imagens.

Existe, por trás desta formulação lúdica, uma razão prática. O apartamento do pai, alugado por trinta anos, foi vendido a um novo proprietário. A urgência de inventariação resultou numa série de instalações que parecem geometrizar o quotidiano, a vida familiar, reconfigurando, como que num estado de transição em câmara lenta, em contraponto com a urgência, as memórias de infância e a própria identidade.

Marens van Leunen – Responds Quickly, Friendly está disponível na livraria e vai ter consigo a partir de termita.pt

INSECTOS(ou a ferida na fronte por onde começa a estrela animal)“Era uma vez um lugar onde pássaros terríveis cantavam i...
07/09/2026

INSECTOS
(ou a ferida na fronte por onde começa a estrela animal)

“Era uma vez um lugar onde pássaros terríveis cantavam inspirados pela agonia dos insectos”
— Herberto Helder

Existe uma crueldade específica na beleza que nasce do sofrimento alheio. Herberto Helder nomeou-a com a precisão de quem conhece a linguagem não como ornamento, mas como ferida; e Walter Benjamin ecoou-a ao advertir que não existe documento de cultura que não seja simultaneamente documento de barbárie.

Vivemos num tempo em que essa equação se tornou obscenamente visível: as guerras transmitem-se em directo; os genocídios geram feeds; a agonia tornou-se conteúdo, e este tornou-se espectáculo até gerar
indiferença — talvez a forma mais refinada de maldade que a modernidade alguma vez produziu. Armadilha ética! Para lá dos que seguram a arma, mais numerosos são os que consomem este aparato sem agir. Não há inocência estrutural, mas uma hierarquia de aves onde todos ocupamos um lugar.

E no entanto, Mahmoud Darwish, que escreveu a partir do apagamento, recusou que a última palavra fosse dos pássaros:

1
“Sobre esta terra existe o que merece a vida” , dizia ele. Pensando a linguagem como um território que não pode ser bombardeado, esta exposição nasceu: questionando quem agoniza para que o canto prossiga, e a
possibilidade de uma outra forma de ver — que não se alimente da indiferença, mas que a interrompa.

INSECTOS reúne obras de seis artistas que partem de domínios distintos para convergir numa mesma esfera de tensão: o visível e o encoberto, o enfeite e a barbárie, o jogo do poder e a possibilidade da sua recusa.
O que escolherias ver se soubesses que ver é também uma forma de decidir quem agoniza?

Inauguração
11-09-2026 às 17:30

Local: Térmita , no armazém fundo.
Largo de Mompilher 5
4050-392 Porto

Endereço

Largo De Mompilher 5
Porto
4050-392

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 13:30 - 19:00
Quinta-feira 13:30 - 19:00
Sexta-feira 13:30 - 19:00
Sábado 13:30 - 19:00

Telefone

+351911053325

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