08/07/2024
Nos últimos dias recebi algumas perguntas de como nasceu a Doce Fixe e como a confeitaria entrou na minha vida e na verdade o que eu sei é como a confeitaria me escolheu , pois eu desde pequena amava cozinhar, conversando com amigas, me fez resgatar memórias da infância de quando eu falava que ia ser chefe de cozinha, lá no meus 6 anos de idade eu já fazia quiabo e polenta frita e até fazia empratamento com ervas finas, rsrsrsrs e sempre que podia ajudavas a vizinhas a fazer bolos para os eventos das igrejas ou comemorações para doar para as crianças carentes.
Como minha mãe trabalhava o dia todo e deixava as três filhas em casa, tínhamos que nos virar e fazer nossas próprias comidas, naturalmente o amadurecimento e empreendedorismo veio junto na esperança de alcançar minha independência financeira e poder ajudar minha mãe logo que possível, então penso que a Doce Fixe sempre fez parte da minha vida sem eu saber, mas abaixo conto um pouquinho da minha trajetória para vocês.
Me chamo Juliana Batista, 34 anos, Brasileira, Natural
de Teixeira de Freitas, Bahia, cresci no estado do Espírito Santo.
Formada em Técnico de Informática e Engenharia de Produção.
Já não me identificava com nenhuma dessas áreas.
Depois de ter um Burnout, fui afastada da Empresa que trabalhava.
Na Pandemia, meu marido recebeu uma proposta de trabalho em Portugal e depois de eu terminar a faculdade vim encontrar com ele.
Procurei emprego na área administrativa , mas sem sucesso, então trabalhei com limpeza, como cozinheira em uma escola de padres, em shopping vendendo perfumes e panelas (ou seja todo tipo de trabalho que geralmente são inerentes aos imigrantes), me sentia explorada nessas áreas, sem nenhuma pespectiva de crescimento, como sempre gostei de cozinhar e vender de tudo desde pequena com a minha mãe , também vendia doces nas empresas que eu trabalhei como uma renda extra e paralelamente a isso empreendia na área alimentar desde 2017 com uma empresa de marmitas fitness
Resolvi fazer doces para vender no tempo que fiquei no Brasil sem poder voltar para Portugal e quando voltei já sabia que queria fazer da Confeitaria minha profissão.